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21 de dez. de 2011
Petistas não conseguem engolir
Tadeu Veneri, Dr. Rosinha e Ângelo Vanhoni continuam difíceis de serem convencidos de que Gustavo Fruet (PDT) é a melhor solução para o PT nas eleições municipais de 2012 em Curitiba. Os três ficam constrangidos e não conseguem engolir a imagem do seu partido tão próxima a do o ex-tucano.
16 de dez. de 2011
Tadeu Veneri entra com ação popular contra compra do avião pela Copel
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| Tadeu Veneri |
Na madrugada desta quinta-feira, 15, Veneri ajuizou uma ação popular pedindo a suspensão da compra, apontando a irregularidade do convênio e denunciando direcionamento da licitação. O convênio prevê que a Copel seria a responsável pela compra da aeronave, que seria cedida, de forma gratuita, ao governo estadual. O juiz federal substituto Claudio Roberto da Silva encaminhou os autos para a Justiça Estadual, indicando-a como a instância competente para julgamento do pedido.
No edital, a Copel descreve uma aeronave nova, ano 2012, que possua "cabine com compartimento para acondicionamento de bebidas, sistema de entretenimento composto de CD/DVD e tela de LCD com tamanho mínimo de 15 polegadas". Além do avião, a empresa deveria oferecer também treinamento de pessoal para operação e manutenção da aeronave. "Ora, ao restringir o objeto da licitação visando a contratação de uma empresa que a um só tempo oferecesse a aeronave, o treinamento de pessoal e manutenção, a Copel não só limitou ao extremo o objeto da licitação, como também direcionou o procedimento à empresa Beechcraft, única que consegue se adequar às exigências do edital", cita a ação popular.
Na ação, Veneri observa que a Copel está violando os princípios constitucionais da economicidade e eficiência, pois descreveu no edital um bem que não encontra similares no mercado. As especificações contidas no Edital descrevem exatamente um tipo de aeronave oferecida por uma única empresa: Eechcraft King Air C90B, fabricada e distribuída por Beechcraft Corporation, representada no Brasil pela empresa Líder Taxi Aéreo S/A. - Air Brasil.
A ação também questiona o fato de o convênio de uso compartilhado e a aquisição do avião não terem sido apresentados à totalidade dos sócios da estatal, como o BNDSPAR, subsidiária do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Eletrobrás, além de não terem sido fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Agência Reguladora ANEEL. (Assessoria)
15 de dez. de 2011
Tadeu Veneri questiona compra de avião com barzinho pela Copel
Deputado Tadeu Veneri (PT) pegando firme no pé, e até no calcanhar do governo Beto Richa (PSDB), por causa da compra de um aviãozinho que a Copel pretende comprar e servirá, também, para os deslocamentos urgentes do governador.
A licitação que exigiu em seus itens, entre os quais, um barzinho montado em alto estilo, dá o que falar.
Mas, por enquanto, não teve maiores explicações ao deputado que fez indagações oficiais via Assembleia.
A licitação que exigiu em seus itens, entre os quais, um barzinho montado em alto estilo, dá o que falar.
Mas, por enquanto, não teve maiores explicações ao deputado que fez indagações oficiais via Assembleia.
30 de nov. de 2011
PROJETO ORGANIZAÇÕES SOCIAIS: Governador restringe para atender o PMDB em tramitação célere
O compromisso é proibir que Copel, Sanepar e Celepar contratem, mas a votação das OSs às pressas será mantida
Os protestos da bancada petista na Assembleia Legislativa não abalam o governador Beto Richa (PSDB), mas quando dúvidas ou contestações partem da bancada do PMDB, em geral ele reage de forma diferente. Richa fez uma reunião com os peemedebistas e tratou do projeto que regulamenta as Organizações Sociais (OSs) para a prestação de serviços públicos, que está tramitando na Casa. Comprometeu-se a reduzir as contratações possíveis, proibindo que a Copel, Sanepar e Celepar façam uso das OSs, que na prática terceirizam os serviços públicos.
De acordo com os deputados do PMDB, o governador garantiu ainda que só pretende contratar esse tipo de entidade para o Hospital de Reabilitação de Curitiba, o Museu Oscar Niemeyer e a Orquestra Sinfônica do Paraná. O compromisso não deve ser permanente, pode se estender para outras áreas, já que pelo projeto ele terá liberdade para definições através de decreto. Já o impedimento das três empresas estatais é assegurado porque estará no corpo da lei. A bancada peemedebista anunciou que irá apresentar as emendas com essas alterações combinadas com Richa e também quanto a obrigatoriedade da publicação de editais de convocação das entidades em jornais de circulação estadual e nacional.
Ontem, depois de muita discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no plenário, o projeto vai andar como o governo quer. Os deputados aprovaram requerimento do líder do governo na Assembleia, Ademar Traiano (PSDB) que prevê a transformação da sessão desta quarta-feira em Comissão Geral para acelerar a votação da regulamentação da contratação de Organizações Sociais para assumirem serviços públicos no Estado. O deputado Tadeu Veneri (PT) havia pedido vistas do parecer ao projeto na CCJ, o que adiaria sua votação por até 72 horas.
Com a aprovação do requerimento do líder governista, cujo objetivo é votar o parecer favorável do relator, Hermas Júnior (PSDB), e a matéria ser apreciada em plenário já em primeira discussão hoje mesmo também, caberá ao presidente da Casa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), decidir sobre como ficam os prazos de tramitação com a transformação da sessão em Comissão Geral, considerando que existe o pedido de vistas do parecer na CCJ. O regimento interno da Assembleia é omisso nesse aspecto e Rossoni irá anunciar sua decisão no início da sessão.
Petista x tucano
O deputado Veneri várias dúvidas, principalmente em relação aos artigos 19 do texto, que trata da cessão de equipamentos à prestadora de serviços, e o 23, segundo o qual o Poder Executivo regulamentará a lei por decreto. Segundo ele, o texto está viciado por uma série de inconstitucionalidades que precisariam ser examinadas com atenção. Para o petista, novamente o Legislativo poderá aprovar um projeto que dará total liberdade ao Executivo "para fazer o que quiser, quando quiser e como quiser", referindo-se à regulamentação da lei das OSs por decreto.
Para o líder do governo, as denúncias do PT que as OSs, propostas pelo governo do Estado, seriam uma forma de abrir caminho para a privatização de entidades públicas no Estado, são alegações falsas. As OSs, “por definição são entidades prestadoras de serviços, sem fins lucrativos, que não podem se tornar proprietárias de bens do Estado”, citou Traiano. Ele observou que a hipótese de que as OSs possam vir a servir para abrir caminho para qualquer processo de privatização foi ainda mais afastada. “Um novo tipo de precaução estabelecida por emendas que serão apresentadas pelo PMDB, que foram discutidas e acatadas pelo governo. Essas emendas estabelecem que as OSs não vão atuar junto a Copel, a Sanepar e a Celepar”, confirmou. (Roseli Valério)
Os protestos da bancada petista na Assembleia Legislativa não abalam o governador Beto Richa (PSDB), mas quando dúvidas ou contestações partem da bancada do PMDB, em geral ele reage de forma diferente. Richa fez uma reunião com os peemedebistas e tratou do projeto que regulamenta as Organizações Sociais (OSs) para a prestação de serviços públicos, que está tramitando na Casa. Comprometeu-se a reduzir as contratações possíveis, proibindo que a Copel, Sanepar e Celepar façam uso das OSs, que na prática terceirizam os serviços públicos.
De acordo com os deputados do PMDB, o governador garantiu ainda que só pretende contratar esse tipo de entidade para o Hospital de Reabilitação de Curitiba, o Museu Oscar Niemeyer e a Orquestra Sinfônica do Paraná. O compromisso não deve ser permanente, pode se estender para outras áreas, já que pelo projeto ele terá liberdade para definições através de decreto. Já o impedimento das três empresas estatais é assegurado porque estará no corpo da lei. A bancada peemedebista anunciou que irá apresentar as emendas com essas alterações combinadas com Richa e também quanto a obrigatoriedade da publicação de editais de convocação das entidades em jornais de circulação estadual e nacional.
Ontem, depois de muita discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no plenário, o projeto vai andar como o governo quer. Os deputados aprovaram requerimento do líder do governo na Assembleia, Ademar Traiano (PSDB) que prevê a transformação da sessão desta quarta-feira em Comissão Geral para acelerar a votação da regulamentação da contratação de Organizações Sociais para assumirem serviços públicos no Estado. O deputado Tadeu Veneri (PT) havia pedido vistas do parecer ao projeto na CCJ, o que adiaria sua votação por até 72 horas.
Com a aprovação do requerimento do líder governista, cujo objetivo é votar o parecer favorável do relator, Hermas Júnior (PSDB), e a matéria ser apreciada em plenário já em primeira discussão hoje mesmo também, caberá ao presidente da Casa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), decidir sobre como ficam os prazos de tramitação com a transformação da sessão em Comissão Geral, considerando que existe o pedido de vistas do parecer na CCJ. O regimento interno da Assembleia é omisso nesse aspecto e Rossoni irá anunciar sua decisão no início da sessão.
Petista x tucano
O deputado Veneri várias dúvidas, principalmente em relação aos artigos 19 do texto, que trata da cessão de equipamentos à prestadora de serviços, e o 23, segundo o qual o Poder Executivo regulamentará a lei por decreto. Segundo ele, o texto está viciado por uma série de inconstitucionalidades que precisariam ser examinadas com atenção. Para o petista, novamente o Legislativo poderá aprovar um projeto que dará total liberdade ao Executivo "para fazer o que quiser, quando quiser e como quiser", referindo-se à regulamentação da lei das OSs por decreto.
Para o líder do governo, as denúncias do PT que as OSs, propostas pelo governo do Estado, seriam uma forma de abrir caminho para a privatização de entidades públicas no Estado, são alegações falsas. As OSs, “por definição são entidades prestadoras de serviços, sem fins lucrativos, que não podem se tornar proprietárias de bens do Estado”, citou Traiano. Ele observou que a hipótese de que as OSs possam vir a servir para abrir caminho para qualquer processo de privatização foi ainda mais afastada. “Um novo tipo de precaução estabelecida por emendas que serão apresentadas pelo PMDB, que foram discutidas e acatadas pelo governo. Essas emendas estabelecem que as OSs não vão atuar junto a Copel, a Sanepar e a Celepar”, confirmou. (Roseli Valério)
29 de nov. de 2011
Petistas acusam Richa de disfarçar privatização nos serviços públicos
O governador nega, diz que é para garantir agilidade e manda representantes à Assembleia para explicar a proposta
A contratação de terceirizados em várias áreas do serviço público, cujo projeto de regulamentação foi enviado pelo governador Beto Richa (PSDB) na quarta-feira da semana passada para apreciação da Assembleia Legislativa, será defendida junto aos deputados uma semana depois por representantes das Secretarias de Saúde e da Cultura. Eles irão a Assembleia amanhã para explicar, na abertura da sessão plenária, a proposta de regulamentação das Organizações Sociais (OSs) para assumirem serviços públicos no Estado, através de contratação terceirizada de pessoal.
Para os deputados do PT, únicos a fazer oposição ao governo, o projeto do Executivo disfarça uma privatização de setores do poder público. Pelo governo alega-se ainda que o Estado não pode mais fazer contratação de servidores por concurso público porque os gastos com pessoal estão acima do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Dois lados
Ademar Traiano (PSDB), líder do governo na Assembleia, nega essa intenção e afirma que a regulamentação dará agilidade ao Estado para promover contratações para setores como hospitais e também na área cultura. Ele deu como exemplo o hospital de reabilitação, em Curitiba, que estaria paralisado por falta de pessoal. Na área de cultura, Traiano citou que parte dos funcionários da Orquestra Sinfônica do Paraná, que hoje são contratados em cargos em comissão, gera questionamento do Tribunal de Contas do Estado. Com as OS, o governo resolve problemas como dois exemplos que citou, alega o tucano.
As Organizações Sociais, por conta da sua agilidade, não ficam a margem de controles e fiscalizações, afirma o líder do governo. "Elas sofrem fiscalização rigorosa dos órgãos de controle interno e externo do governo, Tribunal de Contas, Ministério Público e da própria sociedade", diz ele. Mas o deputado Tadeu Veneri (PT), rebate. Ele avalia que o projeto do governo Richa para regulamentar a forma de qualificar entidades como OSs para prestar serviços públicos, "recoloca o Paraná no caminho das privatizações e terceirizações". (Roseli Valério)
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| Tadeu Veneri |
Para os deputados do PT, únicos a fazer oposição ao governo, o projeto do Executivo disfarça uma privatização de setores do poder público. Pelo governo alega-se ainda que o Estado não pode mais fazer contratação de servidores por concurso público porque os gastos com pessoal estão acima do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Dois lados
Ademar Traiano (PSDB), líder do governo na Assembleia, nega essa intenção e afirma que a regulamentação dará agilidade ao Estado para promover contratações para setores como hospitais e também na área cultura. Ele deu como exemplo o hospital de reabilitação, em Curitiba, que estaria paralisado por falta de pessoal. Na área de cultura, Traiano citou que parte dos funcionários da Orquestra Sinfônica do Paraná, que hoje são contratados em cargos em comissão, gera questionamento do Tribunal de Contas do Estado. Com as OS, o governo resolve problemas como dois exemplos que citou, alega o tucano.
As Organizações Sociais, por conta da sua agilidade, não ficam a margem de controles e fiscalizações, afirma o líder do governo. "Elas sofrem fiscalização rigorosa dos órgãos de controle interno e externo do governo, Tribunal de Contas, Ministério Público e da própria sociedade", diz ele. Mas o deputado Tadeu Veneri (PT), rebate. Ele avalia que o projeto do governo Richa para regulamentar a forma de qualificar entidades como OSs para prestar serviços públicos, "recoloca o Paraná no caminho das privatizações e terceirizações". (Roseli Valério)
21 de nov. de 2011
PT da capital fará ato em defesa de candidatura própria à prefeitura
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| Tadeu Veneri |
De tarde, no plenarinho da Assembleia Legislativa, as lideranças darão entrevista coletiva sobre o movimento em defesa da candidatura própria. Estarão os representantes do deputado federal Dr. Rosinha também pré-candidatos à prefeitura, o ex-deputado Renato Simões, da executiva nacional do PT, o deputado federal Pedro Uczai (PT-SC), e os integrantes da direção nacional do PT, Marcel Frison e Marcos Sokol, entre outros.
Veneri reforça que a posição do partido deve ser definida de forma a respeitar a sua militância, seguindo as regras definidas no Congresso Nacional do PT. "A decisão do partido deve expor a vontade da maioria dos filiados do PT". (Roseli Valério)
27 de out. de 2011
Tadeu Veneri troca o carro pelo ônibus
O deputado estadual Tadeu Veneri (PT), pré-candidato à Prefeitura de Curitiba, passou a ir trabalhar de ônibus, tal qual milhares de trabalhadores curitibanos, e gostou da experiência.
Em postagens no Twitter, o parlamentar afirmou que pega o Inter 2, cujo ponto é bem em frente à Assembleia, e não teve nenhum incômodo, e também comentou sobre a experiência de andar no "Azulão" para ir à Vila Hauer, sugerindo que o novo sistema de transporte curitibano deve ser implantado em mais lugares da cidade.
A ideia de Veneri ao trocar o carro pelo ônibus era se aproximar do eleitorado, fortalecendo seu nome para a disputa do ano quem, já que ele defende uma candidatura própria do PT na capital.
Mas dizem nos bastidores do poder que Tadeu Veneri gostou tanto de andar de ônibus em Curitiba que é capaz de votar na reeleição de Luciano Ducci em 2012... (Com informações do blog do Fábio Campana)
Em postagens no Twitter, o parlamentar afirmou que pega o Inter 2, cujo ponto é bem em frente à Assembleia, e não teve nenhum incômodo, e também comentou sobre a experiência de andar no "Azulão" para ir à Vila Hauer, sugerindo que o novo sistema de transporte curitibano deve ser implantado em mais lugares da cidade.
A ideia de Veneri ao trocar o carro pelo ônibus era se aproximar do eleitorado, fortalecendo seu nome para a disputa do ano quem, já que ele defende uma candidatura própria do PT na capital.
Mas dizem nos bastidores do poder que Tadeu Veneri gostou tanto de andar de ônibus em Curitiba que é capaz de votar na reeleição de Luciano Ducci em 2012... (Com informações do blog do Fábio Campana)
19 de out. de 2011
Petistas não desistem de candidatura própria à prefeitura de Curitiba
Novamente o mesmo segmento do PT de Curitiba divulgou manifesto em defesa do lançamento de um candidato próprio do partido à prefeitura da cidade nas eleições de 2012. O texto critica a intenção de setores do partido de apoiar a candidatura do ex-deputado federal Gustavo Fruet (PDT). Só que os caciques petistas no Paraná preferem o neopedetista.
“O PT sempre lançou candidatos nas eleições municipais da capital do Paraná. Não vemos nenhum motivo consistente para deixar de fazê-lo em 2012″, explica trecho do manifesto. Fazem parte deste segmento a favor de candidatura própria, não por acaso, o deputado federal Dr Rosinha e o deputado estadual Tadeu Veneri. Ambos têm interesse na indicação do partido para disputar a prefeitura.
“Não será repetindo os mesmos erros de 2010, quando deixamos de construir uma candidatura ao governo do Paraná, que iremos vencer em Curitiba. Nem tampouco buscando atalhos à direita, por meio de alianças que descaracterizam o nosso partido”, afirma o manifesto. Não engolem Fruet, um dos maiores e mais respeitados críticos nacionais do PT quando era tucano.
“O PT sempre lançou candidatos nas eleições municipais da capital do Paraná. Não vemos nenhum motivo consistente para deixar de fazê-lo em 2012″, explica trecho do manifesto. Fazem parte deste segmento a favor de candidatura própria, não por acaso, o deputado federal Dr Rosinha e o deputado estadual Tadeu Veneri. Ambos têm interesse na indicação do partido para disputar a prefeitura.
“Não será repetindo os mesmos erros de 2010, quando deixamos de construir uma candidatura ao governo do Paraná, que iremos vencer em Curitiba. Nem tampouco buscando atalhos à direita, por meio de alianças que descaracterizam o nosso partido”, afirma o manifesto. Não engolem Fruet, um dos maiores e mais respeitados críticos nacionais do PT quando era tucano.
29 de set. de 2011
À sombra de Fruet, Rosinha e Veneri desistem da prefeitura
Os deputados petistas Dr. Rosinha e Tadeu Veneri, que se lançaram pré-candidatos a prefeito de Curitiba, jogaram a toalha. De cara, o chamado campo majoritário do PT lançou a candidatura do deputado federal Ângelo Vanhoni (PT) só para frear o sonho dos moços e os mesmos se aquietaram, pois viram que era ordem superior de Brasília. Vanhoni, o lançado, não moveu uma palha para viabilizar sua candidatura. Para os amigos, conta a verdadeira razão porque foi lançado. Só para segurar os sonhos dos eternos pré-candidatos Rosinha e Veneri.
Agora, com Gustavo Fruet no PDT com a bênção do mais alto coturno do PT, não sobra pra ninguém. Menos ainda para a dupla petista. (Fábio Campana)
Agora, com Gustavo Fruet no PDT com a bênção do mais alto coturno do PT, não sobra pra ninguém. Menos ainda para a dupla petista. (Fábio Campana)
30 de ago. de 2011
De novo, Tadeu...
O deputado estadual Tadeu Veneri (PT) apresentou ontem (29) novo pedido de informações sobre compras de serviços e produtos feitos sem licitação pelo governo do estado. Veneri queria do governo os documentos envolvendo operações realizadas pelas secretarias de Meio Ambiente, Educação e Infraestrutura e Logística. Ao todo, somam R$ 15,2 milhões.
A “oferta”
Por sua vez, o governo do estado colocou a disposição de Veneri, no Palácio das Araucárias, todas as informações sobre questões relativas a aquisições do governo que vem sendo questionadas por ele. O material estaria à disposição a partir de hoje para consulta do deputado e sua assessoria.
Rejeitado
Diz que o oferecimento pretendia franquear a documentação e evitar a necessidade de fazer as cópias. Mas o petista insistiu em votar o requerimento. Para o deputado Elio Rusch (DEM), líder do governo em exercício, Veneri agiu com má vontade e orientou a bancada governista a derrubar o pedido de informações. A alegação? Economizar em cópias.
No aguardo
O petista, porém, justificou que a dispensa de licitação deve ser “uma exceção à regra” e somente usada onde for absolutamente necessário e que o Executivo deve enviar as informações oficialmente ao Legislativo. Na semana passada, Veneri apresentou pedidos de informações sobre contratos, também feitos sem licitação, no valor de R$ 13,6 milhões.
À disposição
“Apesar da má vontade demonstrada pelo Veneri e de sua falta de disposição para uma solução negociada, os documentos continuam à disposição do deputado para consulta. O governo tem boa vontade e transparência e nada a esconder”, reagiu Elio Rusch. (Roseli Valério)
A “oferta”
Por sua vez, o governo do estado colocou a disposição de Veneri, no Palácio das Araucárias, todas as informações sobre questões relativas a aquisições do governo que vem sendo questionadas por ele. O material estaria à disposição a partir de hoje para consulta do deputado e sua assessoria.
Rejeitado
Diz que o oferecimento pretendia franquear a documentação e evitar a necessidade de fazer as cópias. Mas o petista insistiu em votar o requerimento. Para o deputado Elio Rusch (DEM), líder do governo em exercício, Veneri agiu com má vontade e orientou a bancada governista a derrubar o pedido de informações. A alegação? Economizar em cópias.
No aguardo
O petista, porém, justificou que a dispensa de licitação deve ser “uma exceção à regra” e somente usada onde for absolutamente necessário e que o Executivo deve enviar as informações oficialmente ao Legislativo. Na semana passada, Veneri apresentou pedidos de informações sobre contratos, também feitos sem licitação, no valor de R$ 13,6 milhões.
À disposição
“Apesar da má vontade demonstrada pelo Veneri e de sua falta de disposição para uma solução negociada, os documentos continuam à disposição do deputado para consulta. O governo tem boa vontade e transparência e nada a esconder”, reagiu Elio Rusch. (Roseli Valério)
19 de ago. de 2011
Líder do governo explica dispensas de licitações
O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB), rechaçou ontem (18) as suspeitas levantadas pelo deputado Tadeu Veneri (PT) sobre os gastos sem licitação feitos pela atual administração. Levantamento apresentado por Veneri apontou que até julho, o governo teria gasto mais de R$ 58 milhões em aquisições e contratos sem licitação, e outros R$ 17,9 milhões somente nos primeiros onze meses de agosto, da mesma forma.
Segundo Traiano, a denúncia do petista teve a “má fé como matéria prima”, já que Veneri teria incluído gastos com a aquisição de remédios, consertos emergenciais de estradas destruídas por inundações e contratos com hospitais.
O líder do governo destacou que todas as aquisições feitas com dispensa de licitação foram casos de urgência evidente. Segundo ele, elas foram incluídas no mesmo “balaio” por Veneri para “dar volume” a uma denúncia “vazia”, que segundo o tucano “tentou fabricar com objetivo flagrante criar um factóide político e ganhar espaço na mídia”. Traiano destacou que “a má fé do deputado petista fica clara quando nada menos que sete itens mencionados pelo deputado são referentes à contratação emergencial para reparos a estragos causados pela chuva catastrófica no litoral no início do ano. Na época todos os municípios da região decretaram calamidade pública”, lembrou.
“Talvez o deputado petista desejasse deixar desamparados esses paranaenses enquanto o governo abria uma licitação”, questionou. Traiano também colocou que o deputado fez uma análise “tendenciosa” apenas para conseguir espaço na imprensa. “Veneri também questiona a compra de equipamentos para controle da dengue e aquisição de comida para a alimentação de presos para o sistema prisional do Estado, talvez desejando o descontrole da epidemia ou rebelião nos presídios”, lamentou.
“Outros oito itens questionados são relativos à saúde e compra de remédios para esquizofrenia, mal de Parkinson e acromegalia. Na semana passada o deputado Veneri reclamou de uma inexistente falta de medicamentos na Farmácia Especial do Estado, nesta semana reclama que esses medicamentos foram adquiridos” ironizou. (Bem Paraná / Foto Traiano - Nani Góis)
8 de ago. de 2011
À procura de um vice
Quem indica é quem vai decidir. E neste jogo político de 2012, enquanto os candidatos a candidatos já vão sendo conhecidos, começa a se costurar a futura indicação de vice.
Estamos distantes do pleito, é verdade, mas alguns nomes já começaram a surgir para tentarem entrar na fila das especulações para 2012.
E nesta empreitada, um primeiro nome já vai sendo descartado, caso de João Cláudio Derosso (PSDB), enquanto outros já se apresentam como dispostos a ocupar seu lugar. Entre os nomes que já estariam se apresentando como soldados do partido estão Omar Sabbag Filho, que precisa ainda explicar aquele probleminha levantado em relação a sua tentativa de se manter vereador com mordomias embora escolhido secretário municipal, e Mauro Moraes, que poderia se acalmar depois da saída de Fruet do partido. Isso no seio do PSDB, que agora só tem o vice para discutir, pois o candidato a prefeito já está certo: é Luciano Ducci, do PSB.
No PT, caso tenha candidatura própria, Dr. Rosinha ou Tadeu Veneri serão escalados, podendo Ângelo Vanhoni ser o vice de Gustavo Fruet dentro de uma eventual composição que já faz Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann sorrirem entusiasmados com esta possibilidade de aliança.
Vai restar para Rafael Greca, candidato a candidato pelo PMDB, escolher um vice ao gosto de Requião, que poderá ser um dos dois irmãos desempregados, Maurício e Eduardo, ou quem sabe Milton Buabssi, nome capaz de atrair o time adversário de Orlando Pessuti para o seu lado.
No PV, o ânimo de Rasca Rodrigues em ser indicado candidato se confunde com a escolha de um futuro vice, mas uma coisa é certa. Nem pensar em Mello Viana.
No PSC de Ratinho Júnior, o entusiasmo é pela oportunidade de somar com alguém de outro partido e que forme uma aliança capaz de entrar nesta disputa com chance real de ir para o segundo turno.
Portanto, na escolha de um vice que possa trazer bons resultados para os candidatos a candidatos, o cenário político vai a cada semana se modificando com especulações ao gosto do grande público.
5 de ago. de 2011
Samek, um cozinheiro político
Companheiro é companheiro. Essa máxima de Lula se aplica perfeitamente em relação a Jorge Samek, ex-vereador em Curitiba e presidente da Itaipu, e seu companheiro Ângelo Vanhoni, deputado federal. Não é de hoje que os dois estão afinados. Aliás, afinadíssimos.
Por isso, requentar esta marmita era o mínimo que se poderia esperar nesta hora em que o PT está agitado internamente por causa do entusiasmo de Tadeu Veneri e de Dr. Rosinha em serem candidatos a prefeito em 2012.
Na falta de um prato mais palatável, Samek prefere requentar comida veia.
29 de jul. de 2011
Vanhoni, de novo?
Com Gustavo Fruet sendo considerado agora como Plano B do casal Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, que pretendem levar o PT a uma vitória nas próximas eleições municipais em Curitiba, nem que seja através de uma aliança política, outra manobra política explodiu na semana.
O lançamento de Ângelo Vanhoni, deputado federal, como candidato a prefeito do PT, em nome do grupo comandado pelo casal ministerial, causou repercussão não apenas interna, como também nos meios políticos em geral.
Candidato por três vezes, em 1996, 2000 e 2004, quando foi derrotado deixando um rastro expressivo de votação, Ângelo Vanhoni seria, na realidade, um torpedo dirigido aos balões de ensaio que Tadeu Veneri e o Dr. Rosinha tentam colocar no ar levando o PT a uma candidatura própria.
Vanhoni, deputado estadual que virou federal com mandato expressivo e que agora está sendo cumprido pela segunda vez em Brasília, já sentiu que pode virar apenas uma ameaça ou, quando muito, um futuro vice numa composição em que Fruet na realidade seria o cabeça.
Preocupações à parte no PT, o candidato Gustavo Fruet também passou a ficar preocupado, já que o lançamento de Vanhoni nunca fora previsto neste embrulho que teria sido montado desde Brasília e o pé firme do partido poderá até causar a afirmação deste nome criando mais uma aresta na futura campanha.
Tumultuando o meio de campo, como se diz, o importante é que a eleição municipal já vai chegando às ruas muito antes do que era previsto, e trazendo incômodos para candidatos a candidatos entre os quais, o mais tranquilo é ainda Luciano Ducci (PSB), cuja preocupação está em inaugurar obras e cumprir o mandato atual até meados do próximo ano quando realmente entrará na disputa buscando a reeleição.
22 de jul. de 2011
ELEIÇÕES 2012: O agito já começou por conta do PMDB, PDT e PT
Enquanto Luciano Ducci (PSB), atual prefeito de Curitiba, está preferindo responder com a inauguração de obras municipais que atendem aos reclamos populares, a oposição se agita, e, em alguns casos, na base do desespero.
Contando com dois nomes certos, Gustavo Fruet e Rafael Greca (PMDB), que já anunciaram que serão candidatos às eleições de 2012, mais um provável que poderá ser do PT, disposição nesse sentido por parte do Dr. Rosinha e Tadeu Veneri, a campanha sucessória de 2012 já chegou às ruas em termos de especulações.
O atual prefeito municipal de Curitiba, candidato natural à reeleição, diz pouco estar se preocupando com os adversários, preferindo trabalhar e deixar a campanha para a hora certa, isto é, depois que os partidos entrarem no rumo das convenções definindo os candidatos.
Filiado ao PSB mas já sabendo que o PSDB, comandado por Beto Richa, o atual governador, tem interesse em colocá-lo como seu candidato em uma parada de tal envergadura, Luciano Ducci vem procurando não dar motivos para especulações e manifestações daqueles cujo interesse é apenas tumultuar, desde já, o processo político que deverá ser desfechado em 2012.
Enquanto isso...
Gustavo Fruet deixou o PSDB e precisa agora manter-se na mídia.
Sua presença quase diária em entrevistas aos jornais, rádios e televisão, objetiva manter-se em destaque no que diz respeito ao conhecimento do eleitorado curitibano de que ele será mesmo candidato apesar de ter deixado o ninho tucano.
Rafael Greca é outro que não perde a oportunidade de se dizer candidato, já que o PMDB em termos de diretório municipal do partido lhe facilita agora manter vivo o sonho de ser abençoado em 2012 como o representante do partido nesta empreitada.
Ratinho Júnior, que colocou a cabeça para fora desta água turbulenta das eleições de 2012 com alguns programas do PSC, voltou a ficar esquecido no cenário das especulações e tudo está a indicar que, embora não diga nada a respeito, vai deixar para a última hora um posicionamento de como deverá se comportar nas próximas eleições.
Pelos lados do PT, partido que tem Paulo Bernardo e Gleisi até acenando com as possibilidades de defenderem o apoio do partido para o candidato Gustavo Fruet, desde que o mesmo tenha um programa coerente com os petistas e o governo Dilma Rousseff, o ambiente ficou tumultuado por conta dos deputados Dr. Rosinha e Tadeu Veneri, respectivamente federal e estadual.
Os dois querem porque querem que o PT tenha candidato próprio nas próximas eleições municipais de Curitiba, e contam com alguns xiitas que os apóiam nesta disposição de lutar com vistas a 2012.
Nos bastidores, mas já deixando clara a impressão de que tem a filiação de Gustavo Fruet como favas contadas, o PDT, de Osmar Dias, Wilson Picler e Jorge Bernardi, trata apenas de aguardar o lugar mais cômodo para abrigar o tucano até as próximas eleições.
Enquanto o PPS passa a clara impressão de que não entrar em qualquer aventura e acabará apoiando o atual prefeito na sua campanha à reeleição, o PV aguarda o rumo das coisas, mas está mais afim de Gustavo Fruet do que Luciano Ducci, enquanto o DEM já caiu no colo do executivo municipal anunciando desde já sua disposição de apoio à campanha de 2012.
Neste cenário ainda indefinido, mas com muita gente especulando e já antecipando que a disputa eleitoral do próximo ano para a Prefeitura Municipal de Curitiba ficará entre o atual prefeito, Luciano Ducci, candidato à reeleição, e Gustavo Fruet, que a esta altura tem a corda no pescoço para não desaparecer politicamente, o agito está se fazendo sentir, pelo menos para ocupar espaços do noticiário político da capital paranaense, sempre muito mais disputado por causa do reflexo estadual que ele representa.
19 de jul. de 2011
Notinhas do dia 19/07
É hoje
Depois de muita promessa, desta vez não deve haver recuou. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), e o 1º secretário, deputado Plauto Miró (DEM), marcaram para esta terça-feira, na sala da Presidência da Casa, a apresentação à imprensa do relatório prévio do levantamento realizado sobre as aposentadorias e pensões de servidores de carreira. Mas, chama a atenção que depois de meses – o levantamento começou em março e ficou pronto em junho deste ano – a Mesa Executiva da Assembleia ainda considera o estudo como prévio. Deve ser por receio de muita pressão após a divulgação. Dá a impressão que ao classificar como prévio, será possível modificar, dizer que houve uma falha, que este ou aquele nome foi incluído como irregular de forma indevida. Segundo afirmou o deputado Rossoni nas últimas semanas, depois de ter visto o relatório, cerca de 70% das aposentadorias e pensões concedidas pela Assembleia tinha indícios irregularidades. Em especial. No caso dos aposentados, a concessão de progressões funcionais sem cobertura legal, que garantiam o aumento do valor do benefício recebido mensalmente.
Eu sozinho
Peemedebistas de Curitiba elegeram no domingo 17, a chapa liderada pelo senador Roberto Requião para comandar a sigla na capital pelos próximos dois anos. A convenção também definiu que o partido terá candidato próprio para as eleições de 2012. Foram 712 votantes, sendo que 699 votaram na chapa (única) de Requião, 8 em branco e 3 nulos. Diz o PMDB que foi o maior quórum em eleições dos diretórios no Paraná.
Cutucada
“Hoje nós daremos o primeiro passo nesta discussão municipal e podem ter certeza que logo mais à frente o velho MDB de guerra ganhará as eleições para o Governo do Estado porque esta volta dos negociantes está sendo muito mal sucedida”, afirmou Requião em discurso aos militantes.
Cutucada 2
Sobre a capital, disse que a cidade está esquecida. “Parece que tudo se transforma no jogo de algumas personalidades. Estamos trazendo a discussão programática para a cidade de Curitiba e para nosso partido. A cidade deve ser uma obra coletiva e não o negócio de algumas pessoas”, disparou o senador, no seu melhor estilo hard.
Filiações
Requião aproveitou o embalo e lançou uma campanha de filiação ao PMDB, que se estende até o dia 31 de setembro, prazo final para concorrer a eleição do ano que vem. “Precisamos de candidaturas sólidas, que realmente representem os curitibanos e as demandas da cidade”, disse. O partido fará a mesma coisa nos outros municípios.
É o Greca
Mais feliz que o senador estava o ex-deputado Rafael Greca, pré-candidato do PMDB a prefeito em 2012. Apresentou o projeto que elaborou com membros do partido e que prevê soluções e mudanças para os problemas da capital. “Vamos oferecer à Curitiba uma opção de alternância de poder e um plano de governo que contempla sustentabilidade e mobilidade. “Nosso plano contempla uma cidade cuidadora das pessoas”, explicou Greca. Isso é a cara dele mesmo.
Dois senhores
Impressionante é a postura do deputado estadual Alexandre Curi, amigo íntimo do governador Beto Richa (PSDB), e que articula as votações da bancada do PMDB na Assembleia a favor do governo. Ta certo que Curi não tem muito trabalho para conseguir isso, mas Richa é desafeto de Requião.
A pérola
Então, este mesmo Curi “comemorou a vitória” do senador. Que vitória? Foi chapa única. “Estamos lisonjeados e agradecidos pelo privilégio de ter na presidência do diretório municipal do PMDB de Curitiba um ex-governador, uma pessoa com o currículo do senador Requião”, teve a pachorra de declarar o neto do finado Aníbal Khoury.
Até eles
O Partido dos Trabalhadores de Curitiba lançou ontem, de forma oficial, dois pré-candidatos para a prefeitura da capital. Acabou indo a reboque da movimentação do PSDB e do PMDB e das articulações em torno da candidatura de Gustavo Fruet. Os petistas criticaram quem falava em nomes agora.
Precaução
Só que o partido em Curitiba teve de se movimentar antes que o diretório estadual aumente a falação em torno de reproduzir a aliança de 2010 na disputa pelo governo e na possível aproximação com Fruet, caso ele se filie ao PDT. Como o diretório da capital defende a candidatura própria, lançou os nomes dos deputados Dr. Rosinha (federal) e Tadeu Veneri (estadual) como pré-candidatos a prefeito.
Então tá
A versão oficial do PT de Curitiba sobre o anúncio dos nomes neste momento é de que precisa tempo para discutir a infra-estrutura de campanha e montar uma chapa competitiva de candidatos a vereador. Dr. Rosinha e Veneri são da mesma ala petista, mais à esquerda e entendem que só com candidato próprio a legenda pode discutir um modelo de gestão para a capital.
Ainda as custas
Para a OAB paranaense, o Tribunal de Justiça do Estado não estaria cumprindo uma lei estadual que reduziria os custos de serviços prestados pelos cartórios. A Ordem estuda ingressar com ação na Justiça para contestar o reajuste de 34% aplicado pelo TJ no início deste ano. Trata-se do mesmo percentual que deu a maior confusão por vir sendo aplicado de forma irregular, quase o dobro do que foi autorizado pelo Poder Legislativo, através de lei de dezembro de 2010.
Sem redutor
É isso que a Comissão Tributária da OAB questiona, a lei não estar sendo cumprida. Os deputados aprovaram a aplicação de um redutor de 50% no valor de referência de custas, o chamado VRC, conforme emenda na época do deputado Tadeu Veneri. Por conta disso, ele entrou inclusive com reclamação no Conselho Nacional de Justiça contra o TJ.
Outro lado
Mesmo o CNJ determinando ao Tribunal que fosse aplicado o redutor, de acordo com o presidente da OAB-PR, José Lúcio Glomb, os serviços de cartório continuam sendo cobrados 34% mais caros. O ingresso da ação ainda está na fase de estudos. Por seu turno, o TJ também analisa formas de diminuir o impacto da redução das custas para os cartórios.
Ensaio geral
Tudo saiu conforme o combinado na convenção do DEM em Curitiba no sábado 16. O deputado estadual Osmar Bertoldi foi confirmado como o presidente do diretório municipal e, mais de um ano antes da eleição, foi anunciado oficialmente o apoio do DEM à reeleição do prefeito de Curitiba Luciano Ducci (PSB) no próximo ano.
O cargo
Bertoldi está licenciado da Assembleia Legislativa e só volta no início de agosto para pedir licença do mandato. Ele vai assumir como secretário de Habitação de Curitiba. Luciano Ducci participou da convenção, claro e afirmou que o PSB, o DEM e o PSDB continuam unidos.
De mal
Falando em se licenciar, consta que na semana passada, deputados democratas pediram ao presidente da Assembleia que Bertoldi tenha direito a manter um gabinete na Casa. Rossoni negou o pedido. Bertoldi, aliás, fez muitas críticas a Rossoni durante a convenção. Confirmou assim que a relação entre DEM e PSDB continua se deteriorando.
Deu sorte
Quem vai assumir a vaga de Bertoldi na Assembleia, é o suplente da coligação, o tucano Bernardo Carli, que já está na cadeira desde que o democrata se licenciou para “tratamento de saúde”. Tomara que não se troque seis por meia dúzia, que o tucano de Guarapuava tenha melhor atuação. (Roseli Valério)
Petistas lançam comitê em defesa de candidatura própria
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| Dr. Rosinha |
Um grupo de parlamentares e militantes do PT de Curitiba lançou ontem um comitê em defesa do lançamento de um candidato próprio do partido à prefeitura da Capital para as eleições de 2012. O lançamento contou com o apoio dos dois pré-candidatos petistas à sucessão municipal, o deputado federal Dr. Rosinha e o deputado estadual Tadeu Veneri, para quem não faz sentido o partido que detém a presidência da República abrir mão de lançar um nome para o cargo. O manifesto em defesa da tese recebeu o apoio de representantes de cinco diretórios zonais da legenda.
O movimento é também uma reação às declarações de dirigentes do PT paranaense que admitiram o interesse do partido em uma aproximação com a candidatura do ex-deputado federal Gustavo Fruet, que na semana passada deixou o PSDB. Fora do “ninho tucano”, onde não encontrou apoio para sua candidatura a prefeito, Fruet pode se filiar a um partido da base do governo Dilma Rousseff e da área de influência do PT, como o PDT do ex-senador Osmar Dias.
Segundo Veneri, o PT tem a responsabilidade de apresentar uma candidatura que represente o programa do partido. “É claro que há alternativas. É legítimo que o Fruet busque o seu caminho. Mas não podemos ficar refém de situações com as quais nos não temos nenhuma relação”, alegou.
Rosinha lembrou que o PT já esteve perto de vencer as eleições em Curitiba, em 2000, quando seu candidato, o hoje deputado federal Ângelo Vanhoni, foi para o segundo turno da disputa pela prefeitura com o atual secretário de Estado do Planejamento, Cássio Taniguchi (DEM). Na avaliação do parlamentar, os petistas têm novamente oportunidade de disputar o comando da Capital. “Nacionalmente, desde a vitória de Lula, há um novo pensamento, um modelo de administrar. O PT representa esse modelo tem a responsabilidade de apresentar propostas diferenciadas”, defendeu.
Segundo o parlamentar, o grupo que controla a administração da Capital há quase 30 anos dá demonstrações de estar desgastado. “Entendemos que há o desgaste político desse grupo. Vemos manifestações de descontentamento, principalmente de setores de classe média, que não podem ser ignorados”, afirmou. Rosinha admitiu que o PT deve procurar alianças para a disputa, mas sem abrir mão da cabeça de chapa.
Polêmica
A posição dos dois pré-candidatos não é unânime no partido. Na semana passada, outro grupo de membros do diretório municipal do PT lançaram uma carta aberta afirmando que “não foi tratado em nenhum momento deliberar exclusivamente sobre a questão de candidatura própria dissociada do conjunto do planejamento.” O grupo defende que não se antecipe o debate sobre nomes sem antes pensar a cidade. Entre os signatários da carta estão a presidente do PT Curitiba Roseli Isidoro, os vereadores Pedro Paulo, e Jonny Stica, o ex-vereador André Passos, o presidente estadual da CUT, Roni Barbosa, a advogada e vice-presidente do PT de Curitiba, Mirian Gonçalves, entre outros.
Além disso, os deputados federais André Vargas e Zeca Dirceu admitiram publicamente o interesse do PT em uma aproximação com Gustavo Fruet. O argumento é que o partido não pode ignorar um candidato com o potencial de Fruet, que lidera as pesquisas de intenção de voto para a prefeitura da Capital, e poderia se tornar ainda um aliado de grande ajuda para as eleições de 2014, quando o PT deve lançar a candidatura da senadora e atual ministra chefe da Casa Civil do governo Dilma, Gleisi Hoffmann. “Não se pode desconsiderar que a movimentação do Fruet tem o condão de alterar correlação de forcas políticas no Paraná”, comentou Vargas, após a saída do ex-deputado do PSDB. Segundo ele, a Direção Nacional do PT vê com muitos bons olhos a movimentação de Fruet e torce para que ele se filie ao PDT, partido da base aliada à presidente Dilma. (Ivan Santos – Bem Paraná)
14 de jul. de 2011
Por falta de licitação, bancada petista pede apuração ao TCE e MPE sobre atos do governo
Pedido de providências é sobre contrato emergencial com empresa copiadora, com preço supostamente acima de mercado
Para que a questão tenha andamento mesmo durante o recesso parlamentar, coincidindo com o último dia de sessão plenária na Assembleia Legislativa, os deputados do PT protocolaram ontem representações no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e no Ministério Público Estadual (MPE) contra o ato do governo do Estado de dispensa de licitação para a contratação de serviços de impressão e fotocópia de documentos. Depois de muita polêmica em plenário com deputados aliados do governador Beto Richa (PSDB) e de um pedido de informações sobre o assunto ter sido rejeitado, os petistas decidiram por uma nova estratégia.
A representação no TCE pede investigação sobre a dispensa da licitação, o suposto superfaturamento no valor do contrato e a suspensão em caráter preventivo do contrato com a empresa Hprint Reprografia e Automação de Escritórios Ltda. No Ministério Público a bancada do PT, de sete deputados, requisita responsabilização do governo estadual e da empresa na Lei de Improbidade Administrativa, com base no disposto no artigo 10.
Desde o início do mês os petistas, em especial Tadeu Veneri, questionam as razões que levaram o governo tucano a contratar os serviços por valores superiores aos de mercado. O contrato nº 01/2011, da Secretaria de Administração, assinado em 18 de maio de 2011, é de seis meses e foi firmado em caráter emergencial, sem licitação. O valor total é R$ 5, 7 milhões. Por fotocópia monocromática (preto e branco), o estado paga R$ 0, 11. Em comparação, pelo mesmo serviço, a Assembleia paga R$ 0,04. O contrato do governo com a Hprint também prevê o pagamento de R$ 1,71 pela unidade de fotocópia e R$ 4,7 a plotagem.
Veneri observou que o contrato do governo anterior, do PMDB, com a empresa Hprint foi denunciado pelo governo de Richa como exemplo de desperdício. O último contrato do governo do Estado com a Hprint terminou dia 20 de janeiro deste ano. Cada cópia custava R$ 0,13, conforme os dados divulgados no Diagnóstico de Gestão, produzidos pelo governo do Estado. “Na Assembleia Legislativa, membros do atual governo disseram que se tratava de um assalto aos cofres públicos. O que não entendemos é por que o novo governo contratou a mesma empresa e, desta vez, sem licitação”, comentou o petista.
Por sua vez, o líder do governo na Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB), cobra de Veneri e dos outros deputados petistas, o silêncio em relação a mesma questão durante os oito anos de governo do PMDB, o qual apoiavam. Os contratos para fotocópias também pagavam valores acima de mercado e havia uma espécie de franquia em que o governo pagava por 8,5 milhões de cópias, mas usava apenas 6 milhões, de acordo com o tucano.
Questionamentos
A bancada petista encaminhou com a documentação ao TCE e ao MPE, as mesmas perguntas que Veneri havia feito no pedido de informações derrubado em plenário e que considera dever do governo esclarecer a respeito:
-Por que o valor de R$0,11 (onze centavos) da fotocópia monocromática – branco e preta – em condições e quantidades análogas, é muito superior aos praticados por outras entidades como a Assembleia Legislativa (R$0,04) e a Ordem dos Advogados do Brasil (R$0,04)?
-Por que a mesma empresa denunciada como supostamente participante de fraude foi novamente contratada como fornecedora, inclusive desta vez dispensando licitação pública?
-Como a Administração Estadual utilizou os serviços de reprografia enquanto não existia contrato vigente entre 20 de janeiro de 2011 e 18 de maio de 2011?
-Por que se utilizar de dispensa de licitação com argumentação de caráter emergencial se a Administração ficou todo este período – mais de 100 (cem) dias sem fornecedora de fotocópias e poderia normalmente instruir procedimento licitatório? (Roseli Valério)
13 de jul. de 2011
Notinhas do dia 13/07
Só falou bem
Provavelmente para desagrado do senador Roberto Requião (PMDB), desafeto número um do ministro das Comunicações, o diretor afastado do Dnit, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Luiz Antonio Pagot, saiu em defesa ontem de Paulo Bernardo, em depoimento à Comissão de Infraestrutura do Senado. Pagot negou que Bernardo, quando ministro do Planejamento, tenha feito pedidos a ele para fazer aditamentos em obras do Dnit. Antes, declarações atribuídas a Pagot por aliados seus do PR (o partido), davam conta de que o ministro teria feito pedidos ao diretor sobre obras no Paraná. Pagot tratou isso de “invencionice” e “factóide” e defendeu o ministro. “Ele (Paulo Bernardo) nunca me exigiu, nem pediu nada”, declarou. Mas sobrou para outros políticos do Paraná. O diretor do Dnit citou exemplo de uma obra em Maringá, afirmando que quem fazia pedidos sobre a obra era o prefeito, Sílvio Barros (PP), e o ex-deputado Ricardo Barros (PP), e não o ministro. Pagot afirmou que participava de reuniões com Bernardo da mesma forma como ocorreria com outros ministros dentro do âmbito do comitê gestor do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Ele classificou o ministro paranaense como “extremamente exigente”, assim Gleisi Hoffmann, atual ministra-chefe da Casa Civil.
Virou notícia
E ontem também, reportagem da Folha de São Paulo informou que uma empreiteira de Maringá, Sanches Tripoloni, que concentrou doações eleitorais para partidos aliados do governo e é alvo de investigações por irregularidades, aumentou em 1.273% seus contratos com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) de 2004 a 2010. Saiu de R$ 20 milhões em 2004 para R$ 267 milhões no ano passado (valores atualizados).
Virou notícia 2
De acordo com o jornal, em maio de 2009, a empresa foi declarada inidônea pelo TCU (Tribunal de Contas da União), ou seja, proibida de fazer negócios com a administração pública. Auditoria concluiu que a licitação em que a empreiteira conquistou um contrato com o Dnit para fazer o contorno rodoviário em Foz do Iguaçu (PR) “deu-se de forma extremamente viciada”. Entre as irregularidades, foi apontado um sobrepreço de R$ 9,9 milhões.
A doação
Em dezembro de 2010, após recurso apresentado pela empreiteira, o TCU aceitou argumentos de que as provas colhidas contra a empresa não eram conclusivas, mas apenas “indiciárias”. E ainda no ano passado, quando estava impedida de fechar contratos, a Tripoloni doou R$ 2,5 milhões para campanhas do PR, que controla o Dnit. Deste total, a construtora repassou R$ 510 mil para a campanha da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que vem a ser mulher do ministro Paulo Bernardo.
Vargas X Álvaro
Novamente dois políticos do Paraná se estranham. André Vargas, deputado federal e secretário nacional de Comunicação do PT, rebateu ontem “as calúnias” levantadas pelo líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias, que afirmou em plenário, anteontem, que a prática do mensalão continua a existir no governo Dilma.
PT X PSDB
Vargas afirma que este discurso faz parte de uma estratégia da oposição de atacar o governo do PT com leviandade. “O senador Álvaro Dias, que tem pouquíssimo prestígio no PSDB do Paraná, tenta criar factóides para respirar politicamente no Brasil. O fato concreto é que todo tipo de malfeito e corrupção vem sendo punido no nosso governo. A Polícia Federal investiga, pune, processa, seja do PT ou de qualquer partido, coisa que não ocorre no governo do PSDB”, disparou o deputado.
Por exemplo
O petista cita exemplos do governo tucano paulista, em que há suspeita de corrupção em cima do Rodoanel e dos metrôs, e avaliou que o PSDB não tem a mesma postura do PT. “Eles não estão punindo e nem investigando os casos”. Ele insistiu que a presidenta Dilma tem tomado várias medidas e feito afastamentos quando necessário.
Rebatida
E retoma o discurso petista: “O que nós temos que analisar é que a corrupção não se acaba do dia para noite. O que diferencia os governos é a postura de combate à corrupção, e como a nossa oposição não tem nenhuma proposta diferente para o País – que vem crescendo, distribuindo renda e aprofundando uma revolução social na prática (...) – e como esta política vem dando certo, eles não tem outra alternativa a não ser selecionar problemas e atacar, tentando generalizar”.
Pois é
Para Vargas, essa tática não é inteligente da parte do senador Álvaro Dias, visto que estas difamações não deram certo contra o presidente Lula, nem na eleição da presidenta Dilma.
Empresários...
O governo tucano de Beto Richa vai ter problemas com a questão do pedágio. Ontem a Associação Comercial do Paraná (ACP) divulgou nota afirmando ser contrária à prorrogação dos contratos de concessão do pedágio, que vem sendo negociada pelo governo do Estado em troca da redução das tarifas.
Versus governo
As concessionárias estariam reivindicando a prorrogação por mais 15 anos, o que estenderia a concessão até 2037. “Com ou sem redução de tarifa, que já penalizou demais a sociedade paranaense, somos totalmente contrários prorrogar os prazos dos contratos”, diz o presidente em exercício da entidade, Sinval Lobato Machado. A posição foi oficializada ontem, em reunião que inclui diversas federações empresariais do Paraná, além da própria ACP.
Tá na hora
De hoje não passa. O ex-deputado federal Gustavo Fruet convocou entrevista para esta quarta-feira. A expectativa é que ele anuncie sua saída do PSDB, já que não obteve do partido a garantia de que teria a vaga de candidato a prefeitura de Curitiba para 2012. Mas também pode ser o contrário: o governador viaja amanhã, talvez seja o anúncio de que Fruet ficará no partido e Richa se manterá neutro.
Viabilidade
Na bolsa de apostas a primeira opção é tida como mais certa, bem como o destino de Fruet que seria o PDT do ex-senador Osmar Dias. Como pedetista Fruet pode articular uma frente de partidos que lhe garanta apoio político, e principalmente, tempo na propaganda eleitoral de rádio e televisão para disputar a eleição de prefeito de Curitiba.
Não limpou
Ontem foi a última reunião do semestre da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, agora só após o recesso de meio de ano, no dia 2 de agosto, às 13h30. Das 32 proposições que compunham a pauta, apenas sete foram aprovadas. Dezesseis tiveram a votação adiada por motivos diversos, inclusive em função do término da sessão, sete foram rejeitadas e três foram retiradas de pauta.
Tem dó
O que causou debates na CCJ foi o projeto criando o “Ficha Limpa” nas escolas públicas e privadas do Estado, de Marcelo Rangel (PPS). O texto veda a participação de alunos advertidos ou punidos por indisciplina na disputa pelos grêmios estudantis.
É isso aí
O deputado Tadeu Veneri (PT) apontou “caráter policialesco” da medida, argumentando que ela dá margem a atitudes autoritárias e prevê uma intromissão nas atividades escolares que não ocorreu sequer no período da ditadura militar.
Fala sério
Já o deputado Silvestri Filho defendeu a proposta do colega de partido, contrapondo que está na hora de criar “uma cultura de premiar o bom exemplo” nos ambientes estudantis. Diante disso, Veneri pediu vistas do projeto, que volta a ser analisado em agosto. (Roseli Valério)
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