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28 de nov. de 2011

“Nada como um dia após o outro...”

Nelson Justus (DEM) e Alexandre Curi (PMDB) devem pensar a cada nova notícia que a imprensa destaca em relação a Valdir Rossoni (PSDB): “Nada como um dia após o outro...”. 

O atual presidente do Legislativo paranaense foi um dos responsáveis pelo tempo de escracho que os dois viveram após deixarem os cargos de presidente e secretário da Assembleia, que agora assistem Rossoni semanalmente sendo escrachado em denúncias que vão do “atentado” contra o veículo oficial do mesmo até peripécias na compra de avião, aluguel de voos, compra de televisor de 60 polegadas, sem esquecer os problemas políticos envolvendo seu filho, Rodrigo Rossoni (PSDB), prefeito de Bituruna. 

Justus e Curi podem até não dizer nada, entretanto certamente estarão pensando: “Deus não joga, mas fiscaliza...”.

10 de out. de 2011

Mudança na Casa Civil começa desde já a agitar nossa política

É cedo, ainda.

Pode ser, realmente, mas como diz o ditado “quem sai na frente bebe água limpa”.

Por conta desse ditado já começou a especulação em torno da possível saída de Durval Amaral (DEM) da chefia da Casa Civil do governo Beto Richa (PSDB).

Candidato a candidato para a próxima vaga de conselheiro do Tribunal de Contas, o deputado licenciado guarda silêncio em torno do assunto, mas está, naturalmente, com a mala pronta para ocupar o cargo vitalício tão cobiçado.

Enquanto isso, Beto Richa, dizem, já teria começado a gastar seus neurônios na análise de possíveis e futuros candidatos à vaga de secretário-chefe da Casa Civil, posto dos mais importantes, principalmente pelo grau de articulação política que envolve o mesmo.

Os nomes de Alexandre Curi (PMDB) e Nelson Garcia (PSDB) foram os primeiros a entrar na lista de especulações, embora outros possam surgir até o momento em que Beto Richa bater o martelo definindo a possível mudança em seu governo.

12 de ago. de 2011

Aliança do PMDB com o PSDB não é impossível

Nereu Moura: "tucanando"

Certamente esta tipo de notícia causa arrepios em Roberto Requião, e para peemedebistas que o acompanham é hora de choro e ranger de dentes.

Arrastado gradativamente por Alexandre Curi e Luiz Cláudio Romanelli, que tucanaram há muito tempo, o deputado estadual Nereu Moura é a novidade para alguns ao ir pegando penugem e afinando o bico como se fosse alguém fantasiado de tucano.

Dizendo que “Beto enxerga longe e vem somando com os adversários de ontem e que estão virando os aliados de hoje”, Nereu Moura admitiu em entrevista à imprensa que não é impossível uma aliança entre PMDB e PSDB para as eleições municipais de 2012 em vários municípios paranaenses, inclusive na capital.

Essa manifestação feita durante visita do deputado federal Ângelo Vanhoni (PT) à Assembleia Legislativa nesta semana, deixou claro que as antigas uniões políticas PMDB-PT são coisas do passado e agora o furo é mais embaixo.

Lembrando que a maioria da bancada do PMDB já está alinhada com o governo Beto Richa, o deputado Nereu Moura admitiu que esta aliança com o PSDB é mais do que viável para as eleições municipais em 2012.

Claro que Requião quase teve um treco quando leu o que Nereu Moura declarou, esbravejando como é seu estilo e atacando até as paredes que o rodeavam quando soube disso.

Mantendo a intenção de fazer de Rafael Greca candidato a prefeito em 2012 pelo partido, o senador peemedebista não quer nem ouvir falar nesta aliança que vai se alinhando e que já faz o PSDB ir ampliando o ninho, pois o desembarque promete ser dos maiores caso se concretize uma aliança de tal envergadura. (Fotomontagem sobre foto de Nani Gois)

5 de ago. de 2011

Luciano Ducci tem tudo para ser o próximo alvo


Primeiro foi Valdir Rossoni (PSDB), no momento é João Cláudio Derosso (PSDB), e o próximo tem tudo para ser Luciano Ducci (PSB).

Tudo faz parte de um jogo político-econômico que se desenha de forma clara e faz de um grupo de comunicação o porta-voz daqueles que desejam, desde já, garantir o resultado da próxima eleição para prefeito de Curitiba.

Rossoni foi saindo das manchetes à medida que esgotava o repertório de barbaridades que diariamente vinham ocupando os maiores espaços de dois conhecidos veículos de comunicação que, esquecidos do passado que os condena, resolveram tapar o sol com a peneira.

João Cláudio Derosso é o culpado de plantão e, apesar de ter entregado documentação aos órgãos competentes para analisarem seu comportamento e decidirem a respeito, virou o alvo preferido e assim vai permanecer por algum tempo até que as aves de rapina estejam satisfeitas com o serviço que prestaram ao serem transformados em massa de manobra.

Luciano Ducci, o atual prefeito de Curitiba é o próximo alvo, certamente, não apenas pelo fato de que é o executivo que sucedeu Beto Richa (PSDB) na Prefeitura, mas pelo fato de que tem seu nome citado, desde já, como candidato à reeleição.

Embora jamais se utilize da imagem da reeleição, Luciano Ducci já sentiu que determinados segmentos vem sendo acionados e os dois conhecidos veículos de comunicação que prestam serviço sob um peso econômico de expressão estão, aos poucos, cuidando de prejudicar sua imagem, mostrando muito mais o pouco que ainda falta fazer e esquecendo aquilo que está sendo feito e o que está programado até o fim do atual mandato executivo municipal.

Assim, diante do quadro que já vai deixando o público bastante desconfiado, nada como alertar a escala dos alvos que estão sendo preparados para dar ensejo a uma campanha difamante que começou pelos deputados Nélson Justus (DEM) e Alexandre Curi (PMDB), passou por Valdir Rossoni e está atualmente com as armas viradas para o alvo que se chama João Cláudio Derosso.

Como a prática vai sendo gradativamente manjado, os dois veículos de comunicação que orquestram situações e buzinam no ouvido dos paranaenses as suas verdades, estão se transformando sem o sentir em verdadeiras barraquinhas de tiro ao alvo de quermesses que atraem os incautos para o uso de espingardinhas viciadas.


4 de jul. de 2011

Notinhas do dia 04/07

Ao vivo e a cores      
               
O senador Roberto Requião estaria recuando no caso da denúncia contra o ministro das Comunicações Paulo Bernardo – que teria proposto superfaturamento numa obra ferroviária no Paraná – segundo Requião.  A acusação é do final de 2009, feita numa das ‘escolinhas’ de Requião transmitida pela TV Educativa quando ele era governador.


Acordo

Bernardo o processa no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes contra a honra. De acordo com a revista Época, sem interesse em se indispor com um ministro forte – na verdade, dois, porque na Casa Civil está a mulher de Paulo Bernardo, Gleisi Hoffmann – o agora senador estaria propondo um acordo. Seu advogado, René Ariel Dotti, pediu a suspensão condicional do processo.


Sem provas

Este é um recurso que a lei oferece para a solução consensual do caso, nos crimes em que a pena mínima for de até um ano. A proposta significa que Requião, sem fatos para provar o que disse (em mais um daqueles momentos “vou tomar o gravador do repórter”), segundo a Época, pediu arrego. O ministro não teria aceitado.


R$ 100 mil    
                                     
Paulo Bernardo até concorda com a suspensão, mas se Requião indenizá-lo, o que vai significar juridicamente que as acusações seriam inverídicas. René Dotti teria acenado, informalmente, que Requião está disposto a pagar os R$ 100 mil que Bernardo reivindica no processo de indenização por danos morais que tramita na primeira instância da Justiça cível paranaense.


Doação

Se o senador concordar em pagar a indenização, diz o advogado do ministro que ele destinará o valor para uma instituição de caridade. Requião não quis dar entrevista para comentar o assunto. Uau, doar R$ 100 mil é para quem pode.


Foram mal

Que papelão fez a bancada do PMDB na Assembleia quando da votação na semana passada, do projeto que criou as duas supersecretarias de Estado, uma comandada pelo irmão do governador tucano Beto Richa e outra pela esposa dele. Dos 12 deputados, três por coincidência viajaram e dos nove restantes, apenas um, Nereu Moura, se absteve de votar.


O articulador

O próprio líder da bancada do PMDB, Caíto Quintana, admitiu que até as 12 horas do dia da votação em plenário, 10 dos 12 tinham tomado a decisão pela abstenção ao voto. Entre esse ínterim e o início da votação, lá pelas 17 horas, entrou em ação o habilidoso deputado peemedebista Alexandre Curi, que faz a ponte entre o governo e a bancada.


Vai saber

Com sabe-se lá que tipo de argumento, Curi convenceu os colegas de partidos de não se abster e votar favorável ao projeto. Caito Quintana, um dos que viajou, depois chorou o leite derramado. Reconheceu que o PMDB perdeu na votação das supersecretarias uma grande oportunidade de mostrar sua importância como partido.


Fala sério

Sem justificativa plausível para esse posicionamento, muitos peemedebistas alegaram que a bancada tem que se virar sozinha, já que o partido no Paraná está sem liderança em função do conflito aberto entre o senador Roberto Requião e o ex-governador Orlando Pessuti. Em outras palavras: vão livrar o próprio pêlo, até porque precisam de reforço para apoiar os candidatos a prefeito e vereador em suas bases.


Ainda o golpe

O deputado federal paranaense André Vargas (PT) voltou a alertar prefeituras e câmaras municipais do Paraná, que ainda persistem as tentativas de golpe usando o seu nome e de seus assessores. O último que caiu no golpe foi o prefeito de Morretes, que pensou tratar-se de Vargas ao telefone e de pronto providenciou algumas centenas de reais.


Como é

Há cerca de dois meses, os golpistas entram em contato com prefeituras e câmaras e, se passando pelo deputado ou por um de seus assessores, pedem auxílio afirmando estarem com carro quebrado em determinada localidade e que precisam de crédito para celular para que possa assim acionar o socorro ou seguro.


Prejuízo

Apesar dos inúmeros alertas disparados pelo gabinete do deputado André Vargas, por meio de fax, e-mails e telefonemas, muitas pessoas ainda estão caindo no golpe e só tomam conta da situação após gastarem centenas e até milhares de reais em crédito.


De Brasília    
 
O deputado petista pede que todos (políticos, no caso), fiquem alerta e que não aceitem o pedido, desligando o telefone imediatamente e informando a situação ao gabinete em Brasília e ao escritório de Londrina. Os golpistas solicitam crédito para telefones com prefixos 61 ou 66.


Contato

O deputado já fez denúncia formal à Polícia Federal em Brasília e Polícia Legislativa da Câmara, já que esse golpe vem ocorrendo em todo País com diversos deputados em seus respectivos Estados. Para mais informações: Gabinete em Brasília (61) 3215-5923 ou do Escritório Regional de Londrina (43) 3321-8920.


Rejeitado

A Comissão de Seguridade Social e Família rejeitou durante a semana projeto do deputado licenciado Luiz Carlos Hauly (PSDB), que cria o programa nacional para aquisição de unidades de tratamento intensivo (UTIs) móveis. O objetivo da proposta é centralizar as compras de ambulâncias no governo federal, evitando fraudes e irregularidades. O relator do projeto, que teve a rejeição aprovada, entendeu que ele fere o princípio constitucional da descentralização. (Roseli Valério)


17 de jun. de 2011

ESCRACHO NA COMUNICAÇÃO Rádio e televisão é o negócio com que todo político sonha



Em outros tempos o rádio já foi mais cobiçado. Hoje é a TV que se tornou a menina dos olhos. Político que é político sabe o quanto é importante ser dono de rádio e televisão. Dá uma garantia de poder que muitos nem imaginam.

Basta ver a relação que a Gazeta do Povo escrachou na última segunda-feira, dando nomes aos bois. Uma revelação que em 45 tópicos de emissoras de rádio e televisão apontou gente que muitos nem sabiam que eram tão chegados em um negócio desses. Por ser uma matéria de utilidade pública, já que o povo precisa ficar sabendo, reprisamos a matéria que, sem dúvida, teve enorme repercussão.

Leia com atenção. Veja quem é quem neste universo de rádios e televisão em nosso estado. Isso sem terem sido mencionados os donos de emissoras de televisão como o Joel Malucelli e a turma da RPC-Gazeta que não aparecem neste listão por não serem políticos. Apesar da letra miúda, vale a pena ler os nomes e as empresas em que estes políticos estão abraçados.



Como se vê, bastante gente conhecida. E muitos que você nem sabia que eram donos de rádio, como é o caso do Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), citado como sócio da Rádio Band B, ao lado de Maria Aparecida da Silva Martins, a mulher do ex-deputado estadual Luiz Carlos Martins (PDT), que por sinal perdeu a última eleição. João Elísio Ferraz de Campos, muita gente nem lembrava que é o dono da Caiobá FM. E Orlando Pessuti (PMDB), o Pessutão, dono de emissora de rádio em sua região, Ivaiporã.

São nada menos que 54 emissoras de rádio das 355 registradas no Ministério das Comunicações, cujos donos são políticos ou parente de político, caso do deputado Waldyr Pugliesi (PMDB), do ex-deputado federal Ricardo Barros (PP) e sua esposa, Cida Borghetti (PP). Toda essa gente tem emissora de rádio ou é sócio em algum destes veículos de comunicação.

O próprio ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que vem tentando corrigir essa situação das concessões que sempre acabavam nas mãos dos políticos, surpreendeu-se quando viu tantos nomes de políticos e conhecidos paranaenses com o comando de emissoras de rádio em nosso estado.

Paula Pimentel Mussi, que é filha de Luiz Mussi e esposa de Alexandre Curi (PMDB), é dona de rádio e confirma que com seu pai responde por quatro emissoras em diferentes pontos do estado. Até a sogra do parlamentar, Yvone Pimentel Mussi, está encaixada como sócia em uma emissora, a Fundação Exclusiva Educativa.

Sem dúvida, lendo e relendo esta listinha a gente não apenas mata a curiosidade, mas chega à conclusão de que rádio, ainda, é um bom negócio. Principalmente porque na hora de buscar verbas oficiais nossos políticos sempre levam enorme vantagem em relação aos simples mortais que são donos de rádios por este Paraná afora.


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