Mostrando postagens com marcador LUIZ CLÁUDIO ROMANELLI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LUIZ CLÁUDIO ROMANELLI. Mostrar todas as postagens

25 de nov. de 2011

Difícil de convencer

Carlos Lupi deu o exemplo.

Explicou, explicou e explicou, mas jamais convenceu.

A história de sua carona em aviãozinho pago por empresário pegou na veia.
No Paraná tivemos caso parecido.

E por mais que Luiz Cláudio Romanelli, secretário de Trabalho, e Ricardo Barros, secretário de Indústria, Comércio e Mercosul, expliquem sobre a carona que pegaram em avião da Pro Tork, empresa que está fazendo negócio com o governo estadual, jamais conseguirão convencer.

Esse é o tipo de situação que desgasta todo um governo por conta da mancada de dois dos seus integrantes.

Embora tentem minimizar o ocorrido, claro que uns e outros, e não apenas a oposição, vão olhar para Romanelli e Ricardo Barros com desconfiança e imaginando muito mais do que aconteceu durante o voo em que conversaram sobre os interesses da empresa - com o Paraná, é claro.

27 de set. de 2011

Quem te viu e quem te vê, Romanelli...

Cavalo encilhado não se deixa passar, diz um velho ditado político.

Por isso, é grande a expectativa nos meios políticos do governo e do próprio PMDB, sobre qual será a decisão futura de Luiz Cláudio Romanelli em termos de disputa eleitoral para 2012.

Seu nome passou a ser cogitado lá pelos lados do norte velho, onde tem sua base política, sugerindo uns e outros que concorra à eleição para prefeito em Cornélio Procópio, embora pessoalmente nunca tivesse maior afinidade com o município.

Permanecer secretário do Trabalho no governo Beto Richa (PSDB), onde, aliás, tem grande poder e influência em nome do PMDB, e ser candidato no próximo ano a prefeito, é a dúvida que desde já começa a beliscar a careca de Romanelli...


2 de set. de 2011

Deputados do PMDB vão se explicar com Michel Temer


Roberto Requião deve estar vibrando, pois causou a situação constrangedora e agora assiste de longe o que vai acontecer depois do feriadão de Sete de Setembro.

Os deputados paranaenses, integrantes da bancada do PMDB na Assembleia Legislativa, vão se explicar perante o presidente nacional do partido a respeito da decisão tomada de apoiar o governo Beto Richa (PSDB), historicamente adversário do citado grupamento político.

Levando a tiracolo o deputado Luiz Cláudio Romanelli, que se abraçou de vez com o poder através de um cargo de secretário do Trabalho, os deputados Caíto Quintana, Alexandre Curi, Stephanes Júnior, Nereu Moura e Waldyr Pugliesi vão a Brasília nos próximos dias.

Lá, visitando o vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB de facto, Michel Temer(está oficialmente licenciado - quem responde pelo posto é Valdir Raupp), tentarão convencer que fizeram o melhor para os interesses do partido em nosso estado.

Pedindo a benção e ajoelhando nas explicações, vão tentar aliviar o ambiente criado pelo senador Requião, o deputado federal João Arruda e até pelo ex-deputado e integrante do gabinete do vice-presidente, Rodriguinho Rocha Loures, os quais já buzinaram contra este tipo de comportamento por parte da bancada do PMDB na Assembleia Legislativa do Paraná.

24 de ago. de 2011

Romanelli e Cássio juntos. Quem diria...


A política é dinâmica, em alguns casos até demais.

Tanto é verdade que por conta do dinamismo hoje podem ser vistas figuras como as de Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) e Cássio Taniguchi (DEM) dividindo o mesmo prato... político, é claro.

O eleitor se pergunta o que mudou, terá sido eles ou nós que não conseguimos entender de política?

Pois é, como disse Roberto Requião (PMDB) quando sentiu que esta ligação está se tornando politicamente cada vez mais íntima: “morro e não vejo tudo”.

19 de ago. de 2011

Bancada do estadual do PMDB oficializa acordo de aliado de Richa

Deputados conseguem neutralizar concorrência tucana no próximo ano e governador amplia base para aliança em 2014


No jantar oferecido anteontem pelos deputados do PMDB ao governador Beto Richa (PSDB) para ratificar o acordo em que eles aderem em bloco à base aliada do tucano na Assembleia Legislativa, reafirmou-se que 12 dos 13 deputados peemedebistas votarão com o governo e iniciou-se o processo que deve resultar no apoio à reeleição de Richa em 2014. A estratégia do governador é atrair desde agora o PMDB para viabilizar uma futura aliança na disputa em que deve enfrentar a atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, quem tem apoio do PT nacional e estadual para disputar o governo do Paraná.

Para o líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa e presidente do diretório estadual do PT, deputado Ênio Verri a adesão da bancada do PMDB à base do governo de Beto Richa (PSDB) não fará muita diferença no quadro político paranaense. Os petistas ganham com o reforço da imagem de único partido de oposição ao governo tucano. Verri aponta que boa parte da bancada peemedebista já era aliada do governador na Assembléia desde fevereiro, quando todos assumiram o mandato. “Não vejo problema em sermos os únicos oposicionistas”, garantiu Verri.


Eleições 2012

Conforme os deputados do PMDB, o apoio não inclui ocupação de cargos no governo, até porque o PMDB já comanda a Secretaria de Estado do Trabalho através do deputado estadual licenciado Luiz Cláudio Romanelli. A alegação é de que Romanelli. A contrapartida de Richa é fazer parar o assédio do PSDB e outros partidos aliados sobre prefeitos, vereadores e pré-candidatos peemedebistas às eleições municipais de 2012. E o compromisso de que nas cidades onde PMDB e tucanos não conseguirem chegar a um acordo para um candidato único a prefeito, o governador não se envolverá pessoalmente na campanha. O presidente do PMDB paranaense, deputado Waldyr Pugliesi, pré-candidato à prefeitura de Arapongas, diz que os dois partidos vão buscar se harmonizar nas eleições do próximo ano.

A decisão da bancada peemedebista foi tomada à revelia do senador Roberto Requião e do ex-governador Orlando Pessuti. Ambos criticaram os deputados por serem alvo de críticas de Richa por causa dos oito anos de governo do PMDB no Paraná e por causa da aliança do partido em nível nacional ao governo petista de Dilma Rousseff. Na próxima semana alguns deputados irão a Brasília explicar a adesão ao vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) e comunicá-la oficialmente a Requião. (Roseli Valério)

12 de ago. de 2011

Aliança do PMDB com o PSDB não é impossível

Nereu Moura: "tucanando"

Certamente esta tipo de notícia causa arrepios em Roberto Requião, e para peemedebistas que o acompanham é hora de choro e ranger de dentes.

Arrastado gradativamente por Alexandre Curi e Luiz Cláudio Romanelli, que tucanaram há muito tempo, o deputado estadual Nereu Moura é a novidade para alguns ao ir pegando penugem e afinando o bico como se fosse alguém fantasiado de tucano.

Dizendo que “Beto enxerga longe e vem somando com os adversários de ontem e que estão virando os aliados de hoje”, Nereu Moura admitiu em entrevista à imprensa que não é impossível uma aliança entre PMDB e PSDB para as eleições municipais de 2012 em vários municípios paranaenses, inclusive na capital.

Essa manifestação feita durante visita do deputado federal Ângelo Vanhoni (PT) à Assembleia Legislativa nesta semana, deixou claro que as antigas uniões políticas PMDB-PT são coisas do passado e agora o furo é mais embaixo.

Lembrando que a maioria da bancada do PMDB já está alinhada com o governo Beto Richa, o deputado Nereu Moura admitiu que esta aliança com o PSDB é mais do que viável para as eleições municipais em 2012.

Claro que Requião quase teve um treco quando leu o que Nereu Moura declarou, esbravejando como é seu estilo e atacando até as paredes que o rodeavam quando soube disso.

Mantendo a intenção de fazer de Rafael Greca candidato a prefeito em 2012 pelo partido, o senador peemedebista não quer nem ouvir falar nesta aliança que vai se alinhando e que já faz o PSDB ir ampliando o ninho, pois o desembarque promete ser dos maiores caso se concretize uma aliança de tal envergadura. (Fotomontagem sobre foto de Nani Gois)

7 de jul. de 2011

Notinhas do dia 7/7


Vai ou racha


Valdir Rossoni


É preciso reconhecer. Fez bonito ontem o presidente da Assembléia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB). Iniciou a sessão plenária passando um pito nos deputados e declarou que a partir da semana que vem, se não houverem pelo menos 18 deputados, que é o quorum, até as 14h45, vai derrubar a sessão, e os ausentes terão o salário descontado. A conferir se não ficar só na ameaça. A questão é que boa parte dos deputados aparece em plenário quando começa as votações, por conta disso, parte das sessões fica esvaziada. Tinha razão Rossoni antes, quando tentou implantar a verificação de presença no painel eletrônico já na abertura. Todos os deputados chiaram e ele teve de recuar. Está se vendo porque os 'nobres parlamentares' protestaram na época. Se Rossoni mantiver a palavra, vai funcionar, porque mexe no bolso dos deputados. Cada falta à sessão custa cerca de 660 reais. 


Em tempo

Na terça-feira 12, se Deus quiser e o tempo permitir, deve vir ao Paraná a presidente Dilma Rousseff, em Francisco Beltrão para lançamento do Plano Safra para agricultura familiar e Rossoni anunciou que por conta disso a sessão começará mais tarde, as 15h30. E que os deputados que estiverem no evento com a presidente terão a falta abonada. Então por que começar a sessão mais tarde? Nem é em Curitiba que a presidente estará. 
       
                             
Agora foi

E no fim das contas, somente ontem foi votado ainda em segunda discussão pela Assembléia o projeto do Ministério Público Estadual que concede cerca de mais 5% de reajuste aos seus servidores ativos e inativos. É um percentual de reposição salarial, o MPE deixou de reajustar quando deveria por não ter caixa na época. E o presidente da Casa, deputado Rossoni, tinha jurado de pés juntos que não havia problemas com o MPE e a tramitação seria rápida.


Entra e sai     
                                                                                  
O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), depois de votar em Ivan Bonilha para a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, retornou ontem mesmo ao comando da Secretaria de Estado do Trabalho. O petista Elton Welter reassumiu o mandato.


Passou recibo

Romanelli era líder do governo Requião e articulou na época a eleição de Maurício Requião para a mesma vaga que anteontem, ao retornar a Assembléia para votar, passou atestado de que o processo de indicação de Maurício teria sido irregular.


CPI no porto

Mantida a descida da serra hoje dos deputados que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito que está investigando denúncias de irregularidades nos portos do Paraná. Ele vão a Paranaguá para uma visita técnica ao porto e obter informações sobre o funcionamento dos terminais de fertilizantes, álcool e contêineres.


Bem vindos       
     
Outra questão que a CPI quer ver hoje é a dos documentos solicitados à administração do porto referentes a licitações, aditivos e chamamentos públicos feitos pela autarquia a partir de 2006, além de cópias das ações trabalhistas envolvendo os portos de Paranaguá e Antonina  e sobre as operações do terminal Barão de Teffé.  Já que a CPI é do interesse do governo estadual, tudo deve sair nos conformes.


PMDBdoP

Com o partido dividido, o jeito é comer pelas beiradas, tanto que prosseguem nesta semana as reuniões microrregionais do PMDBdoP, de Pessuti, no interior do Paraná.  Desta vez nas regiões norte e noroeste, com o ex-governador Orlando Pessuti e o senador Sergio Souza comandando a festa. Hoje com lideranças do partido em Londrina, amanhã com as de Apucarana e Paranavaí e sábado com a região de Maringá.


Tem de ouvir...

Mais recente capítulo da novela sobre Gustavo Fruet e o PSDB: finalmente ele marcou entrevista à imprensa para a semana que vem, sem definir o dia ainda, que só pode ser para anunciar sua decisão sobre continuar ou sair do partido. Apesar da garantia dada esta semana pela cúpula do partido de que o governador Beto Richa irá ficar neutro na eleição em Curitiba, a expectativa é de que Fruet declare que deixará de ser tucano.


Para crer           
     
A não ser que até lá o governador, que manda no partido, diga de público ao menos que o PSDB terá candidato próprio à prefeitura da capital. Richa vai viajar para o exterior dia 14 e só retorna dia 24, então a coletiva de Fruet deve ocorrer antes da viagem do governador, terça ou quarta-feira que vem.


Até dia 13

Aprovado ontem em redação final pelos deputados estaduais o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício 2012, onde o Governo do Estado prevê uma receita bruta de R$ 27,1 bilhões. Agora, a LDO segue para sanção governamental e, posteriormente, deve ser publicada no Diário Oficial. A semana que vem será a última de trabalho dos deputados. Na quarta-feira deve ser realizada a sessão de véspera do início do recesso parlamentar. (Roseli Valério)


6 de jul. de 2011

IVAN BONILHA NO TCE Deputados preferem atender o governo a eleger colega


A votação secreta na Assembleia Legislativa confirmou a esperada vitória do atual chefe da PGE do governo Richa

Ivan Bonilha foi eleito com 34 votos. Governo sai fortalecido.


O deputado Augustinho Zucchi (PDT), único candidato que ameaçava a eleição de Ivan Bonilha, o candidato preferido do governador Beto Richa (PSDB) para a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, TCE, desde o início da apuração dos votos ontem não confirmou a expectativa. Bonilha, que é procurador-geral do Estado, se manteve a frente do pedetista. O resultado apurou 34 votos para Bonilha, 18 para Zucchi, um branco e um nulo. Para vencer, é necessária maioria, 28 votos. Os 54 deputados participaram da votação secreta.

Dos 17 candidatos que disputariam a eleição entre os 44 inscritos desde o início do processo, o deputado Nelson Garcia (PSDB), comunicou no início da sessão especial de eleição do conselheiro, que estava desistindo.  Ele alegou que abria mão por considerar que o deputado Zucchi tinha mais chances do que ele na disputa contra Bonilha. Garcia defendeu que como o Tribunal de Contas é um órgão auxiliar do Poder Legislativo, um deputado é que deveria ser eleito.

A base de apoio do governo Richa tem 42 deputados, como Bonilha recebeu oito votos a menos, alguns preferiram o colega de Parlamento. Apesar da votação secreta, era tido como garantidos para Zucchi os seis votos da bancada do PT, mais os três do PDT e alguns mais entre partidos menores com representação na Assembléia, com um ou dois deputados cada, caso do PV e PRB, por exemplo.

O resultado da eleição também sinaliza que a maior bancada da Casa, a do PMDB, votou dividida. Parte em Zucchi e parte, possivelmente a maioria, em Bonilha. Tucanos e democratas, os mais fortes da base aliada, votaram unidos e certamente no candidato governista. A bancada do PPS e o deputado do PMN decidiram que todos votariam no mesmo candidato e pelo resultado da eleição, indica que tenha sido em Bonilha.

O líder da bancada do PMDB, deputado Caíto Quintana, confirmou que a bancada não tinha fechado questão e cada um votaria em quem achasse melhor. E reafirmou a Valdir Rossoni, presidente da Assembléia e que conduziu a sessão, que o partido considerava “temerária” a eleição de um novo conselheiro do TCE sem que o Supremo Tribunal Federal tenha ainda se manifestado definitivamente sobre a vacância ou não da vaga do ex-secretário Maurício Requião.


Na Justiça

O Tribunal de Contas tem sete conselheiros que analisam e julgam as prestações de contas de todos os órgãos públicos do Estado, incluindo municipais, e ainda entidades do chamado Terceiro Setor. Está com apenas seis conselheiros há dois anos, quando a indicação e nomeação de Mauricio Requião para o cargo foram contestadas e a questão foi parar no STF. Dos sete conselheiros, quatro devem ser indicados pelo Legislativo, um pelo Executivo e os outros dois entre servidores especializados do próprio TCE.

Depois da escolha de Bonilha, Rossoni colocou em votação o projeto de Decreto Legislativo indicando-o para a vaga.  O projeto foi aprovado por 48 deputados. Participou da sessão especial até o deputado Fábio Camargo (PTB), que está licenciado para tratamento de saúde. E o deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB) reassumiu temporariamente o mandato para ajudar na eleição do chefe da PGE. Agora cabe ao TCE definir a data da posse de Ivan Bonilha no cargo.

Entre as várias pendências judiciais que marcaram este processo de escolha do novo conselheiro – foram quatro medidas em menos de uma semana – uma Ação Popular ajuizada na última sexta-feira, com pedido de liminar, mas ainda não analisada, pede justamente a impugnação das candidaturas de Bonilha e Zucchi.  (Roseli Valério)



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...