O entrevero aconteceu na posse dos novos conselheiros de Saúde, dentro da Prefeitura
Na edição repassada o Impacto PR estampou aqui a notícia sobre a “nova eleição” de conselheiros do Conselho de Saúde, que, eleitos no início de setembro, tiveram a eleição anulada por força da sabotagem do representante da Prefeitura, Agenor Cheutchuck, que “sumiu” levando a respectiva ata e até cópias de documentos pessoais dos eleitos.
Com efeito, uma “nova eleição” foi realizada no dia 10 passado, quando se elegeram outros conselheiros, cuja posse sucedeu sexta-feira, dia 16. Pela primeira vez na história, o ato solene foi realizado no Auditório da Prefeitura, o que ofendeu os conselheiros independentes, que viram nesse “gesto de boa vontade” o desejo do prefeito Ivan Rodrigues de ter o Conselho de Saúde “sob rédeas curtas”, gravitando em torno da criticada Administração.
Fujão reaparece
Para surpresa de todos, no meio do ato solene, surgiu das sombras Agenor Cheutchuck, que, depois de “desaparecido” por mais de dois meses, reapareceu para dar palpites sobre os deveres dos novos conselheiros, inclusive já defendendo um “novo regimento interno” para o Conselho de Saúde. Como todos sabem, trata-se de “homem de confiança” do prefeito.
Presente ao ato, o prefeito Ivan Rodrigues não se fez de rogado: tomou do microfone a passou a elogiar a sua própria administração, afirmando que as críticas “vêm de adversários políticos que não se conformam com a derrota”, e, também, “não querem aceitar as mudanças que estão sendo realizadas na cidade, melhorando a vida do povo sãojoseense.”
O início do rolo
Diante de tão descabidas afirmações, a conselheira Claudiana, ligada ao DEM, esboçou um sorriso de gozação, logo captado por Ivan Rodrigues, que, bufando de raiva, visivelmente alterado, perguntou: “Do que é que a senhora está rindo? O que a senhora quer dizer?”
De imediato, uma senhora de meia idade, que seria mãe de Claudiana, partiu em socorro da conselheira: “Seu Ivan, o senhor está é muito enganado. As críticas não são políticas coisa nenhuma, mas reação à bagunça na Saúde e na Educação. O senhor precisa aceitar a verdade e acertar as coisas, e não quer impedir as pessoas de criticarem a sua administração.”
Briga generalizada
Em resposta, Ivan Rodrigues, apoplético, partiu para cima da mulher, de dedo duro, aos berros, ao que o sindicalista Tambolo, até então tranquilo, intercedeu em favor daquela senhora, pedindo que Ivan Rodrigues mantivesse a calma, que ele não era “dono da verdade”.
Nesse momento, Loester Vargas, secretário municipal de Habitação, e um dos líderes do PT local, partir para cima de Tambolo, já de punhos erguidos, pronto para uma sessão de telequete, que só não aconteceu por agilidade de uma atenta “turma do deixa disso”.
Profundamente encolerizado, o prefeito Ivan Rodrigues chamou a Guarda Municipal, cujos guardas, um tanto quanto constrangidos, compareceram ao local, mas observaram uma elogiável distância do sururu, que não dizia respeito à figura do prefeito de São José dos Pinhais, mas apenas ao cidadão Ivan Rodrigues, que, de repente “meteu os pés pelas mãos”.
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23 de dez. de 2011
16 de dez. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Piada pronta: Ivan Rodrigues vira conselheiro do Consórcio de Saúde
A inacreditável notícia foi estampada na página principal da Prefeitura na internet
No auge da pior fase da saúde pública em São José dos Pinhais, em que falta de tudo nos hospitais, até gaze e esparadrapo, papel higiênico e sabão, de tal modo que o atendimento hospitalar é considerado “uma bagunça” por pacientes e seus familiares, o prefeito Ivan Rodrigues conseguiu a proeza de se eleger “conselheiro” do desconhecido “Consórcio Metropolitano de Saúde do Paraná – Comesp, que existe desde 2005, esteve parado por quatro anos, mas agora vai dinamizar os serviços médicos dos 29 municípios da Região Metropolitana de Curitiba”, conforme noticiou a Prefeitura.
“Acreditamos que o Comesp pode vingar, auxiliando os municípios e principalmente facilitando o atendimento à população”, afirmou o prefeito Ivan Rodrigues, prometendo repassar “entre R$ 0,80 a R$ 1 por mês por cada habitante” a essa nova “entidade” que, nas suas próprias palavras, “pode vingar”.
“Quanto mais dinheiro repassar ao Comesp, mais oferta o município terá”, acrescenta a nota da Prefeitura, sem explicitar se tal “oferta” é de remédio, consulta médica ou internamento, ou seja, trata-se de algo misterioso que viria substituir as “cooperativas” que, sem licitação, faturaram mais de R$ 140 milhões dos cofres públicos municipais, e sumiram da cidade deixando para trás a bagaceira.
Noutras palavras, desde este mês de dezembro, a Prefeitura vai “doar” mensalmente algo em torno de R$ 300 mil ao “ressuscitado” Comesp. Para isso, o prefeito Ivan Rodrigues não fez qualquer consulta à população, e não se deu sequer ao trabalho de comentar o assunto com os vereadores. Agindo como se fosse realmente “dono” do dinheiro do povo de São José dos Pinhais, ele agora decidiu ajudar o Comesp com a bagatela de R$ 3.900.000 (três milhões e novecentos mil reais), contando-se as 13 contribuições possíveis até o fim do seu vexatório mandato, no dia 31 de dezembro de 2012.
Não se sabe de nenhum vereador, nem mesmo “Bira do Banco” ou o sempre ativo Onildo, ambos do PT, que tenha levantado a voz para protestar. No que os nobres edis estão certos: se nunca piaram contra o festival de dinheiro envolvendo as “cooperativas de saúde” e a Risotolândia, como poderiam se incomodar com a “merreca” de 300 mil mensais entregue de mão beijada a esse tal Comesp? (Foto - Rose Nienkötter)
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| Eleito "conselheiro" do Comesp, Ivan Rodrigues fez enfadonho discurso |
No auge da pior fase da saúde pública em São José dos Pinhais, em que falta de tudo nos hospitais, até gaze e esparadrapo, papel higiênico e sabão, de tal modo que o atendimento hospitalar é considerado “uma bagunça” por pacientes e seus familiares, o prefeito Ivan Rodrigues conseguiu a proeza de se eleger “conselheiro” do desconhecido “Consórcio Metropolitano de Saúde do Paraná – Comesp, que existe desde 2005, esteve parado por quatro anos, mas agora vai dinamizar os serviços médicos dos 29 municípios da Região Metropolitana de Curitiba”, conforme noticiou a Prefeitura.
“Acreditamos que o Comesp pode vingar, auxiliando os municípios e principalmente facilitando o atendimento à população”, afirmou o prefeito Ivan Rodrigues, prometendo repassar “entre R$ 0,80 a R$ 1 por mês por cada habitante” a essa nova “entidade” que, nas suas próprias palavras, “pode vingar”.
“Quanto mais dinheiro repassar ao Comesp, mais oferta o município terá”, acrescenta a nota da Prefeitura, sem explicitar se tal “oferta” é de remédio, consulta médica ou internamento, ou seja, trata-se de algo misterioso que viria substituir as “cooperativas” que, sem licitação, faturaram mais de R$ 140 milhões dos cofres públicos municipais, e sumiram da cidade deixando para trás a bagaceira.
Noutras palavras, desde este mês de dezembro, a Prefeitura vai “doar” mensalmente algo em torno de R$ 300 mil ao “ressuscitado” Comesp. Para isso, o prefeito Ivan Rodrigues não fez qualquer consulta à população, e não se deu sequer ao trabalho de comentar o assunto com os vereadores. Agindo como se fosse realmente “dono” do dinheiro do povo de São José dos Pinhais, ele agora decidiu ajudar o Comesp com a bagatela de R$ 3.900.000 (três milhões e novecentos mil reais), contando-se as 13 contribuições possíveis até o fim do seu vexatório mandato, no dia 31 de dezembro de 2012.
Não se sabe de nenhum vereador, nem mesmo “Bira do Banco” ou o sempre ativo Onildo, ambos do PT, que tenha levantado a voz para protestar. No que os nobres edis estão certos: se nunca piaram contra o festival de dinheiro envolvendo as “cooperativas de saúde” e a Risotolândia, como poderiam se incomodar com a “merreca” de 300 mil mensais entregue de mão beijada a esse tal Comesp? (Foto - Rose Nienkötter)
9 de dez. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Conselheiro some com documentos e anula eleição do Conselho de Saúde
Representante da Prefeitura “deu um nó” e sumiu levando toda a documentação do processo eleitoral
“Considerando que a IX Conferência Municipal de Saúde foi prejudicada pelo seu Coordenador Geral, Conselheiro representante da Secretaria Municipal de Saúde, Sr. Agenor Cheutchuck, conforme moção da mesma, que cita a desorganização gerencial em conduzir a Conferência, e a centralização excessiva deste na condução desta; considerando o extravio de documentos referentes ao processo eleitoral, o Conselho Municipal de Saúde resolve anular a eleição dos Conselheiros” (que ocorreu na dita Conferência, realizada em 9 e 10.10.2011).
Nestes termos, o Conselho Municipal de Saúde publicou a “Resolução nº 6, de 20.10.2011”, anulando a eleição sabotada, e a Resolução nº 7, de 16.11.2011, marcando data para “nova eleição” de conselheiros, prevista para este sábado, 10.12.2011.
Agenor Cheutchuck desapareceu “como por encanto”, levando consigo a documentação. O caso é intrigante, pois, antes do rolo, ele era visto com frequência no Gabinete do prefeito Ivan Rodrigues, sendo por isso considerado “amigo do peito” do chefe do Executivo. Contudo, da mesma forma como os documentos desapareceram, o representante da Secretaria da Saúde no Conselho da Saúde “escafedeu-se”, a ponto de deixar dúvidas sobre o seu paradeiro.
O que se tem por certo é que a sabotagem deixou indignados alguns conselheiristas eleitos em outubro, os quais estão se preparando para concorrer de novo, e, se derrotados, pretendem buscar na Justiça a reparação dos danos. Ou seja, está armado um “circo” com aspecto de “arena”, eis que os ânimos vêm se exaltando, podendo acabar num imprevisível entrevero.
O pior de tudo é que ninguém (a Prefeitura, a Secretaria de Saúde, o próprio Conselho de Saúde ou algum conselheirista) tem uma explicação, ainda que apenas razoável, para a estranha atitude do Sr. Agenor Cheutchuk. É como se todo mundo estivesse anestesiado (vale aqui lembrar que a Prefeitura gastou mais de R$ 15 milhões com anestesiologistas de “cooperativas”), tanto que, até agora, não foi registrada queixa na polícia e nem no Ministério Público.
O sumiço da ata e dos demais documentos, inclusive pessoais (RG, CPF e comprovantes de endereço dos conselheiristas eleitos em outubro passado) é emblemático da “bagunça” generalizada em que se vem debatendo a Secretaria Municipal de Saúde desde a posse do prefeito, Ivan Rodrigues, em janeiro de 2009. De lá para cá, foram 5 secretários, inclusive o atual, Adilson Stuzata, petista militante, que passou um tremendo vexame nas unhas de enfurecidos parentes de enfermos, em recente encontro realizado na Câmara Municipal.
Como não há explicação lógica, restam especulações. A maioria delas é que teriam sido eleitos em outubro “nomes intragáveis” à Administração Municipal, mas, como não há uma só pessoa decidida a escarafunchar nessa bronca, ficam apenas e tão-somente as conjecturas.
“Considerando que a IX Conferência Municipal de Saúde foi prejudicada pelo seu Coordenador Geral, Conselheiro representante da Secretaria Municipal de Saúde, Sr. Agenor Cheutchuck, conforme moção da mesma, que cita a desorganização gerencial em conduzir a Conferência, e a centralização excessiva deste na condução desta; considerando o extravio de documentos referentes ao processo eleitoral, o Conselho Municipal de Saúde resolve anular a eleição dos Conselheiros” (que ocorreu na dita Conferência, realizada em 9 e 10.10.2011).
Nestes termos, o Conselho Municipal de Saúde publicou a “Resolução nº 6, de 20.10.2011”, anulando a eleição sabotada, e a Resolução nº 7, de 16.11.2011, marcando data para “nova eleição” de conselheiros, prevista para este sábado, 10.12.2011.
Agenor Cheutchuck desapareceu “como por encanto”, levando consigo a documentação. O caso é intrigante, pois, antes do rolo, ele era visto com frequência no Gabinete do prefeito Ivan Rodrigues, sendo por isso considerado “amigo do peito” do chefe do Executivo. Contudo, da mesma forma como os documentos desapareceram, o representante da Secretaria da Saúde no Conselho da Saúde “escafedeu-se”, a ponto de deixar dúvidas sobre o seu paradeiro.
O que se tem por certo é que a sabotagem deixou indignados alguns conselheiristas eleitos em outubro, os quais estão se preparando para concorrer de novo, e, se derrotados, pretendem buscar na Justiça a reparação dos danos. Ou seja, está armado um “circo” com aspecto de “arena”, eis que os ânimos vêm se exaltando, podendo acabar num imprevisível entrevero.
O pior de tudo é que ninguém (a Prefeitura, a Secretaria de Saúde, o próprio Conselho de Saúde ou algum conselheirista) tem uma explicação, ainda que apenas razoável, para a estranha atitude do Sr. Agenor Cheutchuk. É como se todo mundo estivesse anestesiado (vale aqui lembrar que a Prefeitura gastou mais de R$ 15 milhões com anestesiologistas de “cooperativas”), tanto que, até agora, não foi registrada queixa na polícia e nem no Ministério Público.
O sumiço da ata e dos demais documentos, inclusive pessoais (RG, CPF e comprovantes de endereço dos conselheiristas eleitos em outubro passado) é emblemático da “bagunça” generalizada em que se vem debatendo a Secretaria Municipal de Saúde desde a posse do prefeito, Ivan Rodrigues, em janeiro de 2009. De lá para cá, foram 5 secretários, inclusive o atual, Adilson Stuzata, petista militante, que passou um tremendo vexame nas unhas de enfurecidos parentes de enfermos, em recente encontro realizado na Câmara Municipal.
Como não há explicação lógica, restam especulações. A maioria delas é que teriam sido eleitos em outubro “nomes intragáveis” à Administração Municipal, mas, como não há uma só pessoa decidida a escarafunchar nessa bronca, ficam apenas e tão-somente as conjecturas.
5 de dez. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Médico não comparece para cirurgia no hospital municipal
Este país é da piada pronta, como diz José Simão. Após uma escala para cirurgias paciente comparece, mas não o médico no Hospital São José. A nova data foi marcada para um dia incerto em 2012. É a saúde administrada por Ivan Rodrigues...
2 de dez. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Reação popular faz o prefeito cancelar gastança com pirotecnia
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| Ivan Rodrigues terá que se contentar com a queima de fogos da televisão... |
Prefeitura pretendia gastar R$ 800 mil com foguetório em 2012, superando em 400% os gastos do Governo do Estado
Diante da péssima repercussão da notícia de que a Administração Municipal estava contratando uma empresa para a “realização de shows pirotécnicos e piromusicais”, no montante de R$ 795.550 (sujeito a reajuste, e assim podendo ultrapassar R$ 1 milhão), o prefeito Ivan Rodrigues (PSD) foi forçado a recuar, ordenando às pressas o cancelamento da mais nova patacoada com recursos públicos.
Quem apareceu para dar as explicações, de que “a compra não estava acertada, tratando-se apenas de registro de preços, para aquisição ou não dos produtos”, foi o chamado “primeiro cunhado” do prefeito, Carlos Figueiredo Borges, funcionário de carreira do Incra, hoje acomodado na estratégica “Secretaria de Licitações”, depois de passar pelas secretarias de Planejamento e de Administração.
Por sua vez, a Secretaria de Comunicação Social soltou uma “nota” que é um primor de imaginação: “O prefeito ordenou a suspensão por entender que a compra não é prioridade no momento (...) Os fogos seriam utilizados para as festas do município durante todo o ano de 2012 (...) A decisão condiz com a política do prefeito de valorizar áreas prioritárias para a população, como saúde, educação, obras públicas, segurança pública e outras, e reduzir os gastos em festas e eventos".
Desde que o assunto “vazou”, não se falou de outra coisa na cidade: logo agora que vem faltando de tudo nos postos de saúde, com o Hospital São José à beira da desmoralização completa perante a população, vem a Prefeitura empenhar quase R$ 800 mil para torrar com fogos de artifício em 2012, ano de eleições municipais, sendo que o atual prefeito Ivan Rodrigues é candidato à reeleição.
Para se ter uma ideia do absurdo desse foguetório, repudiado pela opinião pública antes mesmo de explodir o primeiro traque, basta dizer que o Governo do Estado prevê gasto máximo de R$ 150 mil com fogos nas inaugurações de obras e eventos festivos estaduais durante todo o ano de 2012.
Contudo, sem se dar por achado, vem o prefeito proclamar que cancelou a pirotecnia porque se preocupa com saúde, educação, blábláblá, como se não tivesse passado, “sem licitação”, mais de R$ 140 milhões a cooperativas de saúde fajutas, que desaparecerem sem que nunca tivessem aparecido.
28 de nov. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Festança do prefeito “fogueteiro” está dando o que falar
De olho no eleitorado e pensando no velho ditado de que o povo quer pão e circo, Ivan Rodrigues (PSD), o prefeito de São José dos Pinhais, já encomendou.
Quer uma festa de fim de ano no melhor estilo para a cidade.
Uma queima de fogos no valor de R$ 795 mil, daquelas de levar tempo e fazer o povo ficar de pescoço esticado e olhando para o céu, está nos planejamentos de sua administração.
Podem até existir coisas mais importantes, mas para o alcaide o que é gastar uma mixaria e fazer a alegria do povo soltando foguetes?
Será que vai sobrar um pouco para soltar umas bombinhas com os vereadores?
Quer uma festa de fim de ano no melhor estilo para a cidade.
Uma queima de fogos no valor de R$ 795 mil, daquelas de levar tempo e fazer o povo ficar de pescoço esticado e olhando para o céu, está nos planejamentos de sua administração.
Podem até existir coisas mais importantes, mas para o alcaide o que é gastar uma mixaria e fazer a alegria do povo soltando foguetes?
Será que vai sobrar um pouco para soltar umas bombinhas com os vereadores?
25 de nov. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Prefeito nega férias a servidores da Saúde
Na avalanche de terceirizações, acabou faltando dinheiro para pagar o adicional
A Prefeitura de São José dos Pinhais fez chegar a cada um dos servidores da Secretaria de Saúde um estranho ofício, assinado pelo novo secretário Adilson Stuzatta, dando conta de que “estão suspensas as concessões de férias no mês de dezembro de 2011”, ao leviano argumento que “está faltando verba para o pagamento do terço constitucional”, sendo esse um momento que “requer o sacrifício de todos”.
A informação gerou profunda indignação por entre servidores de carreira que já haviam feito sua programação de descanso para dezembro e janeiro próximos, principalmente porque os “servidores comissionados” (sempre escolhidos pelo prefeito Ivan Rodrigues) não foram afetados pela “medida de contenção de despesas”, e assim poderão usufruir de suas férias a qualquer momento.
Entretanto, os comentários mais ácidos enveredam pelas famigeradas “terceirizações” levadas a cabo justamente na área de Saúde. Nesse processo de rapinagem, um grupelho de cinco “cooperativas”, em torno das quais giraria “meia dúzia de espertalhões” (reproduzindo aqui as palavras de procuradores municipais), levou de roldão mais de R$ 140 milhões, enquanto a saúde se transformava numa esbórnia, em que chega a faltar de tudo nos hospitais, até mesmo esparadrapo, sabão e papel higiênico.
Vale lembrar que, conforme o Impacto PR vem alertando desde o início do ano, o “processo de terceirização”, levado a cabo pela Administração Ivan Rodrigues, foi todo dominado pelas estranhas “cooperativas” que levaram muito dinheiro em “contratos emergenciais, sem licitação”.
Agora, com a notícia de que está faltando recursos até para o pagamento do adicional de férias, os servidores municipais entraram em polvorosa, e seus protestos devem se intensificar na medida em que outras categorias venham a ser intimadas para “o sacrifício” das férias e de outros direitos.
A Prefeitura de São José dos Pinhais fez chegar a cada um dos servidores da Secretaria de Saúde um estranho ofício, assinado pelo novo secretário Adilson Stuzatta, dando conta de que “estão suspensas as concessões de férias no mês de dezembro de 2011”, ao leviano argumento que “está faltando verba para o pagamento do terço constitucional”, sendo esse um momento que “requer o sacrifício de todos”.
A informação gerou profunda indignação por entre servidores de carreira que já haviam feito sua programação de descanso para dezembro e janeiro próximos, principalmente porque os “servidores comissionados” (sempre escolhidos pelo prefeito Ivan Rodrigues) não foram afetados pela “medida de contenção de despesas”, e assim poderão usufruir de suas férias a qualquer momento.
Entretanto, os comentários mais ácidos enveredam pelas famigeradas “terceirizações” levadas a cabo justamente na área de Saúde. Nesse processo de rapinagem, um grupelho de cinco “cooperativas”, em torno das quais giraria “meia dúzia de espertalhões” (reproduzindo aqui as palavras de procuradores municipais), levou de roldão mais de R$ 140 milhões, enquanto a saúde se transformava numa esbórnia, em que chega a faltar de tudo nos hospitais, até mesmo esparadrapo, sabão e papel higiênico.
Vale lembrar que, conforme o Impacto PR vem alertando desde o início do ano, o “processo de terceirização”, levado a cabo pela Administração Ivan Rodrigues, foi todo dominado pelas estranhas “cooperativas” que levaram muito dinheiro em “contratos emergenciais, sem licitação”.
Agora, com a notícia de que está faltando recursos até para o pagamento do adicional de férias, os servidores municipais entraram em polvorosa, e seus protestos devem se intensificar na medida em que outras categorias venham a ser intimadas para “o sacrifício” das férias e de outros direitos.
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| " - As minhas férias estão pra lá de garantidas..." Ivan Rodrigues |
18 de nov. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Cunhado do prefeito Ivan Rodrigues controla a “Secretaria de Licitações”
No momento em que o prefeito Ivan Rodrigues finalmente decide que “licitar é preciso”, e passa a fazer licitações para contratação de pessoal e compra de materiais e de equipamentos, uma constatação merece destaque, e se impõe como prova de respeito à opinião pública.
O secretário-chefe da Secretaria de Licitações, conforme foi adiantado aqui na edição passada vem a ser o “primeiro-cunhado” Carlos Alberto Gomes de Figueiredo, servidor de carreira do INCRA (MT), cuja liberação do órgão federal para a administração de SJP teria demandado esforços, inclusive a intervenção do ministro Paulo Bernardo, do Planejamento.
Carlos Figueiredo atuou na campanha de 2008 como coordenador-geral e tesoureiro do então candidato Ivan Rodrigues, e acabou aceitando o convite para vir trabalhar na Prefeitura, como secretário, segundo dizem os comentários na Praça Central sem revitalização, ganhando menos (metade) do que recebia no INCRA. Tal gesto foi interpretado como “desprendimento de um homem abnegado”, capaz de trocar um salário de R$ 25.000 por vencimentos de R$ 12.500, só para ajudar o cunhado-prefeito a fazer “a mais espetacular administração da história de São José dos Pinhais”, como proclamava em 2009, esperançoso.
Contudo, apesar de toda a expectativa, Carlos Figueiredo pouco ou nada conseguiu realizar na cidade. Nomeado inicialmente para a “Secretaria de Planejamento”, ali permaneceu estagnado por meses, com escassas verbas e nenhum poder de mando, em suma, “sem autonomia de voo”, e nessa condição impedido de implementar os seus projetos mais arrojados.
Na continuação, Carlos Figueiredo mergulhou na penumbra do secretariado, sendo depois “resgatado” por Ivan Rodrigues, que o escalou para uma exótica “Secretaria Municipal de Recursos Materiais e Licitações”, onde agora está bem acomodado, e em condições de provar independência, realizando um trabalho sério para melhor aplicação dos recursos públicos.
Outros dois abnegados
Além do “primeiro-cunhado” Carlos Figueiredo, outros dois “homens de confiança” de Ivan Rodrigues aceitaram trabalhar na Administração Municipal de São José dos Pinhais “por abnegação”: Paulo Gomes Júnior, o “primeiro-sobrinho”, procurador do Estado do Paraná, “largou o salário de R$ 26.000” para ganhar míseros R$ 12.500 como secretário municipal. Ele começou na “Secretaria de Promoção Social”, mas depois saltou para a “Secretaria de Comunicação Social”.
Paulo Gomes Jr. conseguiu “licença” da Procuradoria do Estado por determinação do (à época) governador Roberto Requião (que, aliás, foi apoiado por Ivan Rodrigues na sua campanha ao Senado). Empossado o governador Beto Richa, veio a contra-ordem da PGE, para onde Paulo voltou chorando.
Por sinal, Paulo Gomes Jr. é tão abnegado que no Natal, desde 1999, se traveste de “Papai Noel”, e sai pelos bairros curitibanos carregando um sacolão, distribuindo presentes às crianças pobres.
Por sua vez, o advogado Luis Carlos Rocha, o “Rochinha”, também agiu como “abnegado” ao aceitar a Procuradoria Geral do Município, donde pulou de repente, há pouco, para a inexpressiva “Comunicação Social”. Contudo, a mostra de “abnegação”, nesse caso, se deu por vias transversas: no passado, enfrentando forte depressão, Ivan Rodrigues “largou sua empresa” em São José dos Pinhais e, durante dois anos, gerenciou o “setor financeiro” do próspero escritório de advocacia de Rochinha em Curitiba. “Agora ele tem a obrigação de vir me ajudar aqui”, exigiu o prefeito, em 2009.
Rochinha relutou, e muito. Seu ex-melhor amigo, Miguel Galoski, pregava aos quatro ventos que o advogado não aceitaria “virar secretário para ganhar R$ 12.500 por mês, quando fatura milhões na advocacia”. Contudo, Rochinha aceitou, na condição de que fosse “pelo prazo máximo de seis meses”. Mas gostou tanto do “sacrifício” que continua até hoje em SJP, “mais firme do que tronco de jequitibá”.
O secretário-chefe da Secretaria de Licitações, conforme foi adiantado aqui na edição passada vem a ser o “primeiro-cunhado” Carlos Alberto Gomes de Figueiredo, servidor de carreira do INCRA (MT), cuja liberação do órgão federal para a administração de SJP teria demandado esforços, inclusive a intervenção do ministro Paulo Bernardo, do Planejamento.
Carlos Figueiredo atuou na campanha de 2008 como coordenador-geral e tesoureiro do então candidato Ivan Rodrigues, e acabou aceitando o convite para vir trabalhar na Prefeitura, como secretário, segundo dizem os comentários na Praça Central sem revitalização, ganhando menos (metade) do que recebia no INCRA. Tal gesto foi interpretado como “desprendimento de um homem abnegado”, capaz de trocar um salário de R$ 25.000 por vencimentos de R$ 12.500, só para ajudar o cunhado-prefeito a fazer “a mais espetacular administração da história de São José dos Pinhais”, como proclamava em 2009, esperançoso.
Contudo, apesar de toda a expectativa, Carlos Figueiredo pouco ou nada conseguiu realizar na cidade. Nomeado inicialmente para a “Secretaria de Planejamento”, ali permaneceu estagnado por meses, com escassas verbas e nenhum poder de mando, em suma, “sem autonomia de voo”, e nessa condição impedido de implementar os seus projetos mais arrojados.
Na continuação, Carlos Figueiredo mergulhou na penumbra do secretariado, sendo depois “resgatado” por Ivan Rodrigues, que o escalou para uma exótica “Secretaria Municipal de Recursos Materiais e Licitações”, onde agora está bem acomodado, e em condições de provar independência, realizando um trabalho sério para melhor aplicação dos recursos públicos.
Outros dois abnegados
Além do “primeiro-cunhado” Carlos Figueiredo, outros dois “homens de confiança” de Ivan Rodrigues aceitaram trabalhar na Administração Municipal de São José dos Pinhais “por abnegação”: Paulo Gomes Júnior, o “primeiro-sobrinho”, procurador do Estado do Paraná, “largou o salário de R$ 26.000” para ganhar míseros R$ 12.500 como secretário municipal. Ele começou na “Secretaria de Promoção Social”, mas depois saltou para a “Secretaria de Comunicação Social”.
Paulo Gomes Jr. conseguiu “licença” da Procuradoria do Estado por determinação do (à época) governador Roberto Requião (que, aliás, foi apoiado por Ivan Rodrigues na sua campanha ao Senado). Empossado o governador Beto Richa, veio a contra-ordem da PGE, para onde Paulo voltou chorando.
Por sinal, Paulo Gomes Jr. é tão abnegado que no Natal, desde 1999, se traveste de “Papai Noel”, e sai pelos bairros curitibanos carregando um sacolão, distribuindo presentes às crianças pobres.
Por sua vez, o advogado Luis Carlos Rocha, o “Rochinha”, também agiu como “abnegado” ao aceitar a Procuradoria Geral do Município, donde pulou de repente, há pouco, para a inexpressiva “Comunicação Social”. Contudo, a mostra de “abnegação”, nesse caso, se deu por vias transversas: no passado, enfrentando forte depressão, Ivan Rodrigues “largou sua empresa” em São José dos Pinhais e, durante dois anos, gerenciou o “setor financeiro” do próspero escritório de advocacia de Rochinha em Curitiba. “Agora ele tem a obrigação de vir me ajudar aqui”, exigiu o prefeito, em 2009.
Rochinha relutou, e muito. Seu ex-melhor amigo, Miguel Galoski, pregava aos quatro ventos que o advogado não aceitaria “virar secretário para ganhar R$ 12.500 por mês, quando fatura milhões na advocacia”. Contudo, Rochinha aceitou, na condição de que fosse “pelo prazo máximo de seis meses”. Mas gostou tanto do “sacrifício” que continua até hoje em SJP, “mais firme do que tronco de jequitibá”.
11 de nov. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Técnicos do TC e procuradores federais “escarafuncham” contratos da Prefeitura
Atuando em conjunto, Tribunal de Contas, Ministérios Públicos (Estadual e Federal) fazem devassa nos obscuros “contratos sem licitação”
Dois procuradores do Ministério Público do Estado do Paraná, vinculados ao Centro de Apoio às Promotorias de Defesa do Patrimônio Público, estiveram durante a manhã de terça-feira (8) na Prefeitura, colhendo informações diretamente do Gabinete do prefeito Ivan Rodrigues, onde o chefe Miguel Galoski respondeu sobre contratos sem licitação envolvendo verbas federais, e por tal motivo do interesse direto do Ministério Público Federal, cujos procuradores vêm recebendo apoio de seus colegas estaduais no levantamento de dados.

Sinal de que o prefeito Ivan Rodrigues está começando a “esquentar a cabeça” com tanta coisa errada, a Prefeitura passou a abrir concorrências para compra de materiais e contratação de pessoal. Duas delas vão estampadas em box nesta página. Vale destacar que o chefe da “Secretaria de Licitações” é o sr. Carlos Alberto Gomes de Figueiredo, que vem a ser cunhado do burgomestre, e tio do tio do ex-secretário de Comunicação Social, Paulo Gomes, que, “emprestado” pelo bondoso ex-governador Roberto Requião, voltou ao cargo de procurador estadual por contra-ordem do governador Beto Richa.
Contudo, tanto os procuradores como os próprios Ministérios Públicos (estadual e federal) não alardeiam as diligências, enquanto trabalham silenciosamente, assim evitando eventuais comentários precipitados sobre questões técnicas e/ou prejulgamentos de figuras políticas.
TC reanalisa documentos
Durante a manhã e a tarde de quarta-feira (9), três técnicos do Tribunal de Contas do Paraná trabalharam intensamente dentro da “Controladoria” municipal, debruçados sobre alguns “contratos sem licitação” que vem deixando intrigados os órgãos de fiscalização estaduais e federais.
Discretos e diligentes, os três técnicos entraram mudos e saíram calados da extenuante jornada. Suas contidas palavras foram apenas pedidos (na verdade, ordens) de exibição de documentos, muitos, que, examinados com atenção, tiveram seus dados colhidos para possível (certo) cotejamento com as informações de 2009 e 2010, anteriormente enviadas pela Prefeitura ao Tribunal de Contas.
A chefe da Controladoria, Rose Bassa, entre tensa e solícita, desdobrou-se no atendimento aos técnicos do TC, que, pelo inusitado da “operação”, tiveram a “visita” transformada no assunto que permeou as conversas no âmbito da Prefeitura, especialmente na Procuradoria Geral do Município.
Embora tenha tentado, a reportagem de Impacto PR não obteve detalhes da missão do TC.
Chefe da Controladoria tem filho em cargo de confiança
A “Controladoria” é chefiada por Rose Bassa, muito requisitada por todos os prefeitos, desde o primeiro mandato de Setim, quando ela despontou, mesmo sem ser formada em direito, como capaz de “ajeitar as coisas” e comandar, sempre com muita habilidade, grupos de advogados operando em “cargos de confiança”, e por isso dóceis a toda sorte de “orientações” (ordens) “superiores”.
Comenta-se que um filho de Rose Bassa, funcionário de carreira, foi contemplado com “cargo de confiança” pelo prefeito Ivan Rodrigues, que, de quebra, o nomeou “Conselheiro da Previ” (previdência dos servidores), dessa forma garantindo um “jeton” (jabá), de valor não informado, todo mês.
Como não é vinculada a qualquer entidade profissional (OAB, por exemplo), Rose Bassa não deve satisfação a nenhum órgão fiscalizador, à exceção compulsória, claro, do Tribunal de Contas do Paraná, cujos técnicos, ainda que provisoriamente, “tomaram conta” de sua sala por 8 horas.
Prefeitura agora faz licitações

Sinal de que o prefeito Ivan Rodrigues está começando a “esquentar a cabeça” com tanta coisa errada, a Prefeitura passou a abrir concorrências para compra de materiais e contratação de pessoal. Duas delas vão estampadas em box nesta página. Vale destacar que o chefe da “Secretaria de Licitações” é o sr. Carlos Alberto Gomes de Figueiredo, que vem a ser cunhado do burgomestre, e tio do tio do ex-secretário de Comunicação Social, Paulo Gomes, que, “emprestado” pelo bondoso ex-governador Roberto Requião, voltou ao cargo de procurador estadual por contra-ordem do governador Beto Richa.
8 de nov. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Mensagem da prefeitura em imãs de geladeira sob suspeita
Um edital publicado na imprensa para licitar empresa para confecção de imã de geladeira, isto mesmo, um imã de geladeira promocional para a Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, está dando o que falar. O objetivo é criar a facilidade de os munícipes terem acesso ao dia e horário da coleta de lixo nos bairros. Há, contudo, um buchicho de que na verdade o imã poderia vir com propaganda subjetiva do prefeito Ivan Rodrigues (PSD) que vai, provavelmente, concorrer à reeleição em 2012.
7 de nov. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: “Bagunça” no antigo terminal deixa comerciantes indignados
Prefeitura não tem prazo para concluir “as obras”, e o comércio da região terá “o pior Natal de todos os tempos”
Comerciantes das ruas fronteiriças ao antigo terminal de ônibus, no centro da cidade, estão num crescendo de indignação com o atraso nas “obras de restauração” da praça, principalmente agora que se aproxima o Natal, e a lama, buracos, pedras e caliça dão um aspecto de terra devastada ao local.
Quando iniciou a desativação daquele terminal, o prefeito Ivan Rodrigues prometeu aos comerciantes da área que “no máximo em três meses” as obras de restauro estariam concluídas. Animado, ele disse ainda: “Isso aqui vai se transformar num ponto de referência da cidade”.
Contudo, lá se vai mais de ano, e as coisas vão de mal a pior. Por causa de desentendimento entre as secretarias de Obras, de Urbanismo e de Meio Ambiente, a “bagunça” vem reinando: primeiro, contra a vontade da secretaria de Urbanismo, a própria secretária de Meio Ambiente mandou matar mais de 20 árvores frondosas, dentre elas um cedro secular, cujo abate desnecessário comoveu a comunidade.
Na sequência, a secretaria de Obras, conduzida por um jogador de futebol trazido de Curitiba, estaria em rota de colisão com o Urbanismo, onde o secretário, igualmente, é tido como “totalmente despreparado” para a função, embora seja, como o outro, considerado “boa pessoa”.
Para se ter uma ideia da “bagunça” no antigo terminal, está faltando até mesmo paralelepípedo para se concluir o calçamento do local, que o prefeito Ivan Rodrigues agora que “preservar como era originalmente”, depois de passar uma “lama asfáltica” de 20 centímetros sobre as antigas ruas históricas do “miolo central” da cidade, contrariando a opinião de 90% dos moradores do trecho.
Para coroar “o inferno” local, sumiram de vez os operários, e para trás ficaram os montes de areia e barro, enormes pedras, buracos, lama à vontade, e total falta de condições de se andar pelo local, ainda que seja a pé, de modo que quem se atreva caminhar por ali sai com os sapatos enlameados.
Na próxima edição, Impacto PR trará completa cobertura, inclusive com fotografias e entrevistas de comerciantes daquela região, do absurdo em que se transformou o antigo terminal. Há quem suspeite que o prefeito Ivan Rodrigues estaria atrasando as obras “para inaugurar no ano que vem”, quando haverá eleição para prefeito, e ele pretender se candidatar de novo.
28 de out. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Prefeitura faz propaganda, mas Saúde vai de mal a pior
Prefeito Ivan Rodrigues acha que o aumento vertiginoso dos gastos é indicativo de melhora
Completamente alheio à realidade do (mau) atendimento à Saúde no município, o prefeito Ivan Rodrigues soltou um “release” para os jornais da região, em que destaca supostos “avanços e conquistas” da sua administração, destacando “os investimentos maciços de recursos” no setor.
Sem cerimônia, e afrontando a opinião generalizada do povo são-joseense a população, a “matéria” informa que “A Prefeitura mantém uma batalha constante para melhorar o atendimento público de saúde no município e, para isso, não poupa esforços nem investimentos. Durante a administração do prefeito Ivan Rodrigues, o setor foi priorizado na distribuição de recursos do orçamento municipal.”
A propósito, ninguém todos sabem que, realmente, a Prefeitura de São José dos Pinhais, sob o mando do atual prefeito Ivan Rodrigues, “estourou a boca do balão” com milionários gastos na Saúde, mas sempre sem licitação, e envolvendo 5 (cinco) cooperativas recém fundadas, nas quais seis pessoas, já identificadas pelo Ministério Público federal, figuram como “sócios” e “administradores”.
“Em 2008, o valor gasto foi de R$ 231,17 por habitante; já em 2009, primeiro ano da gestão do prefeito Ivan Rodrigues, a quantia saltou para R$ 318,28. E no ano passado, a Prefeitura investiu R$ 450,53 por habitante no setor, valor nunca antes aplicado no município. O aumento no investimento por habitante neste prazo de apenas dois anos foi de 94,9%”, afirma a própria Prefeitura, que, entretanto, nada fala sobre o fato de que as tais cooperativas embolsaram cerca de R$ 140 milhões do “bolo”.
Sintomaticamente, a Prefeitura reconhece um “aumento vertiginoso do investimento” na Saúde, o que, aliás, é de conhecimento da população e do Ministério Público, que, contudo, estranha e se ressente de resultados práticos, eis que os vereadores vêm fazendo sucessivas denúncias de casos de pacientes morrendo à míngua e da falta de medicamentos básicos nos postos e nos hospitais, a ponto de os próprios servidores virem comprando esparadrapos, algodão, bandagens e até papel higiênico.
“Tapando o sol com peneira”
Supostamente atordoado pela pancadaria dos vereadores na Tribuna da Câmara Municipal, que vêm num crescendo de denúncias contra a bagunça geral na Saúde, com forte repercussão na comunidade, que já não tolera mais o festival de “contratações” irregulares das tais cooperativas que estão levando o dinheiro do povo, o prefeito Ivan Rodrigues está apresentando uma “novidade”, como segue.
“Também foi criada uma fundação municipal para que irá gerenciar o hospital, de forma a otimizar sua gestão (...). E para assegurar total transparência na aplicação destes recursos, o prefeito Ivan Rodrigues determinou que os contratos firmados pela Saúde sejam auditados.”
É estranho, muito estranho, que o prefeito Ivan Rodrigues “determine que os contratos firmados pela Saúde sejam auditados”, enquanto, ligeiramente, faz contratos de milhões, sempre sem licitação, com as já famigeradas cooperativas, que teriam pelo menos um “sócio oculto” por trás.
Nova fundação é um engodo
O prefeito Ivan Rodrigues está, no mínimo, profundamente equivocado quando afirma que “foi criada uma fundação para gerenciar o hospital”, pois na verdade se trata da antiga Fundação Pompílio Vaccari, que era privada e agora “municipalizada”, passa a ser dirigida por pessoas da confiança particular do burgomestre, como se vê do Decreto 777, de 20.10.2011, aqui reproduzido: “Os secretários de Saúde, José Adilson Stuzata, da Indústria, Comércio e Turismo, Christian Frederico da Cunha Bundr, e o diretor-geral da Secretaria de Saúde, Godoy Araújo Barreto”, sendo que “A diretoria provisória será assessorada pelos servidores Álvaro Zukowski (pupilo do alcaide) e Inger Kalben Silva, procuradora municipal, e o Sr. Leonardo Moreira", apontado como “uma ave desconhecida”, até agora, por desconfiados servidores municipais.
É com essa “equipe” que o prefeito Ivan Rodrigues promete “auditar” os contratos sem licitação firmados com as cooperativas. E, provavelmente, espera que o povo, crédulo, acredite na estória.
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| Ivan Rodrigues |
Sem cerimônia, e afrontando a opinião generalizada do povo são-joseense a população, a “matéria” informa que “A Prefeitura mantém uma batalha constante para melhorar o atendimento público de saúde no município e, para isso, não poupa esforços nem investimentos. Durante a administração do prefeito Ivan Rodrigues, o setor foi priorizado na distribuição de recursos do orçamento municipal.”
A propósito, ninguém todos sabem que, realmente, a Prefeitura de São José dos Pinhais, sob o mando do atual prefeito Ivan Rodrigues, “estourou a boca do balão” com milionários gastos na Saúde, mas sempre sem licitação, e envolvendo 5 (cinco) cooperativas recém fundadas, nas quais seis pessoas, já identificadas pelo Ministério Público federal, figuram como “sócios” e “administradores”.
“Em 2008, o valor gasto foi de R$ 231,17 por habitante; já em 2009, primeiro ano da gestão do prefeito Ivan Rodrigues, a quantia saltou para R$ 318,28. E no ano passado, a Prefeitura investiu R$ 450,53 por habitante no setor, valor nunca antes aplicado no município. O aumento no investimento por habitante neste prazo de apenas dois anos foi de 94,9%”, afirma a própria Prefeitura, que, entretanto, nada fala sobre o fato de que as tais cooperativas embolsaram cerca de R$ 140 milhões do “bolo”.
Sintomaticamente, a Prefeitura reconhece um “aumento vertiginoso do investimento” na Saúde, o que, aliás, é de conhecimento da população e do Ministério Público, que, contudo, estranha e se ressente de resultados práticos, eis que os vereadores vêm fazendo sucessivas denúncias de casos de pacientes morrendo à míngua e da falta de medicamentos básicos nos postos e nos hospitais, a ponto de os próprios servidores virem comprando esparadrapos, algodão, bandagens e até papel higiênico.
“Tapando o sol com peneira”
Supostamente atordoado pela pancadaria dos vereadores na Tribuna da Câmara Municipal, que vêm num crescendo de denúncias contra a bagunça geral na Saúde, com forte repercussão na comunidade, que já não tolera mais o festival de “contratações” irregulares das tais cooperativas que estão levando o dinheiro do povo, o prefeito Ivan Rodrigues está apresentando uma “novidade”, como segue.
“Também foi criada uma fundação municipal para que irá gerenciar o hospital, de forma a otimizar sua gestão (...). E para assegurar total transparência na aplicação destes recursos, o prefeito Ivan Rodrigues determinou que os contratos firmados pela Saúde sejam auditados.”
É estranho, muito estranho, que o prefeito Ivan Rodrigues “determine que os contratos firmados pela Saúde sejam auditados”, enquanto, ligeiramente, faz contratos de milhões, sempre sem licitação, com as já famigeradas cooperativas, que teriam pelo menos um “sócio oculto” por trás.
Nova fundação é um engodo
O prefeito Ivan Rodrigues está, no mínimo, profundamente equivocado quando afirma que “foi criada uma fundação para gerenciar o hospital”, pois na verdade se trata da antiga Fundação Pompílio Vaccari, que era privada e agora “municipalizada”, passa a ser dirigida por pessoas da confiança particular do burgomestre, como se vê do Decreto 777, de 20.10.2011, aqui reproduzido: “Os secretários de Saúde, José Adilson Stuzata, da Indústria, Comércio e Turismo, Christian Frederico da Cunha Bundr, e o diretor-geral da Secretaria de Saúde, Godoy Araújo Barreto”, sendo que “A diretoria provisória será assessorada pelos servidores Álvaro Zukowski (pupilo do alcaide) e Inger Kalben Silva, procuradora municipal, e o Sr. Leonardo Moreira", apontado como “uma ave desconhecida”, até agora, por desconfiados servidores municipais.
É com essa “equipe” que o prefeito Ivan Rodrigues promete “auditar” os contratos sem licitação firmados com as cooperativas. E, provavelmente, espera que o povo, crédulo, acredite na estória.
24 de out. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Novo secretário de Saúde leva ripada de conselheira
Adilson Stuzata, recém-nomeado por Ivan Rodrigues, passou um “sufoco” em reunião do Conselho de Saúde
Em reunião extraordinária do Conselho de Saúde com o novo secretário de Saúde do município, realizada na quarta-feira (dia 19) no plenarinho da Câmara de Vereadores, os conselheiristas cobraram uma “urgente tomada de posição” do prefeito Ivan Rodrigues sobre os gravíssimos problemas do setor.
A conselheirista Claudiane, que também compõe a Comissão de Fiscalização do Conselho de Saúde, foi enfática na crítica aos “pontos de estrangulamento” da Saúde em São José dos Pinhais, destacando entre eles “o volume dos contratos com dispensa de licitação”, exibindo para tanto um exemplar de Impacto PR com o resumo dos “contratos emergenciais”, que passam dos R$ 100 milhões.
Claudiane destacou os casos de empresas de construção civil que montam cooperativas de saúde, sem nenhuma experiência, e fecham milionários contratos sem licitação. A conselheirista citou um relatório de 2009 denunciando tais casos, “e até agora a Prefeitura nada explicou”.
Indo além, sempre colhendo dados de uma agenda repleta de informações, Claudiane revelou estranheza para com certas “cooperativas” com capital social de R$ 100 mil que faturam “contratos sem licitação” de até R$ 10 milhões. O que todos sabem é que, ocorrendo qualquer contratempo, estas empresas de ocasião não têm patrimônio algum que lhes garantam um imprevisto.
Na sequência, a conselheirista apontou “casos de morte de seres humanos por falta de remédios básicos, ressaltando que “vem faltando nos hospitais até mesmo esparadrapo e gazes”, enquanto as cooperativas recém-montadas levam milhões e milhões de reais.
“Precisamos saber o que está sendo feito com os recursos da Saúde”, cobrou Claudiane, para desespero do secretário Adilson Stuzata, que, sem traquejo para tais provações, deu sinais de estar mal, quase apoplético, confuso e inseguro nas “explicações” gaguejadas sem convicção.
Os populares presentes à reunião perceberam o vexame de Stuzata e tentaram colher dele ao menos uma promessa de que levaria as reclamações diretas ao prefeito Ivan Rodrigues, mas nem disso conseguiram obter uma posição afirmativa do secretário, que apenas resfolegava, muito aturdido.
A voz do povo
A reportagem de Impacto PR apurou que é unânime, na população, a crítica ao amadorismo do atual prefeito Ivan Rodrigues, particularmente sobre os graves problemas da saúde pública, que ele toca “com a barriga”, acreditando que fazendo sucessivos “contratos emergenciais” com “ágeis cooperativas”, pode atender com rapidez toda a demanda nos hospitais e postos, mas tal orientação tem se revelado um fiasco, pois se vão milhões de reais, às centenas, e a Saúde vai cada vez pior.
O maior questionamento na cidade sobre o paradeiro da dinheirama passado às cooperativas, que, já se sabe, são 5 (cinco) que se revezam no “abraço” aos contratos milionários, e em torno delas giram 6 nomes, que se revezam como “contadores”, diretores”, etc. Ou seja, tratar-se-ia um grupelho que viria montando as famigeradas cooperativas, tão intrigantemente prestigiadas pelo prefeito Ivan Rodrigues.
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| Adilson Stuzata |
A conselheirista Claudiane, que também compõe a Comissão de Fiscalização do Conselho de Saúde, foi enfática na crítica aos “pontos de estrangulamento” da Saúde em São José dos Pinhais, destacando entre eles “o volume dos contratos com dispensa de licitação”, exibindo para tanto um exemplar de Impacto PR com o resumo dos “contratos emergenciais”, que passam dos R$ 100 milhões.
Claudiane destacou os casos de empresas de construção civil que montam cooperativas de saúde, sem nenhuma experiência, e fecham milionários contratos sem licitação. A conselheirista citou um relatório de 2009 denunciando tais casos, “e até agora a Prefeitura nada explicou”.
Indo além, sempre colhendo dados de uma agenda repleta de informações, Claudiane revelou estranheza para com certas “cooperativas” com capital social de R$ 100 mil que faturam “contratos sem licitação” de até R$ 10 milhões. O que todos sabem é que, ocorrendo qualquer contratempo, estas empresas de ocasião não têm patrimônio algum que lhes garantam um imprevisto.
Na sequência, a conselheirista apontou “casos de morte de seres humanos por falta de remédios básicos, ressaltando que “vem faltando nos hospitais até mesmo esparadrapo e gazes”, enquanto as cooperativas recém-montadas levam milhões e milhões de reais.
“Precisamos saber o que está sendo feito com os recursos da Saúde”, cobrou Claudiane, para desespero do secretário Adilson Stuzata, que, sem traquejo para tais provações, deu sinais de estar mal, quase apoplético, confuso e inseguro nas “explicações” gaguejadas sem convicção.
Os populares presentes à reunião perceberam o vexame de Stuzata e tentaram colher dele ao menos uma promessa de que levaria as reclamações diretas ao prefeito Ivan Rodrigues, mas nem disso conseguiram obter uma posição afirmativa do secretário, que apenas resfolegava, muito aturdido.
A voz do povo
A reportagem de Impacto PR apurou que é unânime, na população, a crítica ao amadorismo do atual prefeito Ivan Rodrigues, particularmente sobre os graves problemas da saúde pública, que ele toca “com a barriga”, acreditando que fazendo sucessivos “contratos emergenciais” com “ágeis cooperativas”, pode atender com rapidez toda a demanda nos hospitais e postos, mas tal orientação tem se revelado um fiasco, pois se vão milhões de reais, às centenas, e a Saúde vai cada vez pior.
O maior questionamento na cidade sobre o paradeiro da dinheirama passado às cooperativas, que, já se sabe, são 5 (cinco) que se revezam no “abraço” aos contratos milionários, e em torno delas giram 6 nomes, que se revezam como “contadores”, diretores”, etc. Ou seja, tratar-se-ia um grupelho que viria montando as famigeradas cooperativas, tão intrigantemente prestigiadas pelo prefeito Ivan Rodrigues.
14 de out. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Saúde depauperada mobiliza Tribunal de Contas do Paraná
Descaso com doentes vira manchete na TV Globo; TC pede explicações à Prefeitura por “diferença” de R$ 37,8 milhões nos gastos de 2010
Com o sugestivo título “Frenesi na Saúde: 10 empresas ‘abraçaram’ R$ 104.007.146,63” sem licitação, o Impacto PR (16 a 22.9.2011) denunciou à opinião pública o voluntarismo do prefeito Ivan Rodrigues, cuja administração errática e perdulária vem arrepiando o povo sãojoseense, que, atônito, não sabe o que é feito da dinheirama repassada à meia dúzia de “cooperativas”, enquanto faltam remédios básicos, e até ataduras e esparadrapos, no Hospital São José e nos postos de pronto atendimento.
Entretanto, fingindo que não há problema algum, o prefeito Ivan Rodrigues continua “impávido colosso”, como "arrogante Paxá", indiferente ao desespero da população, tendo nomeando e demitindo a 5 (cinco) vezes a cúpula da Saúde, e por fim nomeando “interinamente”, agora, um advogado do PT, Adilson Stuzatta para “tocar” a importantíssima secretaria no máximo “até o dia 31 de dezembro”.
Sintoma da verdadeira bagunça reinante na Secretaria de Saúde, o Tribunal de Contas do Estado do Paraná entrou em ação para apurar as discrepâncias entre recursos desembolsados pelo Município (até 2010) e efetivamente aplicados na Saúde, cujas diferenças chegam a R$ 37.856.797,53 (trinta e sete milhões, oitocentos e cinquenta e seis mil, setecentos e noventa e sete reais e centavos) O total geral movimentado passa dos 189 milhões, incluindo os valores “com” e “sem” licitação.
A “bagunça” é tão tremenda que até a sempre “comedida” a RPC (TV Globo no Paraná) passou a denunciar a precariedade da saúde no município, com, pacientes morrendo à míngua nos hospitais.
Prefeitura passa “batata-quente” ao Conselho de Saúde, que reage
Desde que assumiu a Prefeitura em 2009, o prefeito Ivan Rodrigues “implementou” sua visão pessoal na Secretaria de Saúde, com pressa de “acertar as coisas por lá”. Movido por esse “ideal”, ele extinguiu os “morosos” processo de licitação para compras de remédios e contratação de profissionais da área, contratando “cooperativas” recém-criadas, para alegadamente, “agilizar os procedimentos”.
O Conselho Municipal de Saúde passou a ser ignorado, e não teve o direito de se manifestar nem sobre a esdrúxula Lei 1.807/2011, pela qual o quadro de conselheiros foi estupidamente ampliado sem precisão, “apenas para facilitar o controle do prefeito na entidade”. Assim, vergado ao peso de mais de 40 conselheiros, sofrendo contínua sabotagem, a ponto de não receber recursos da Prefeitura para comprar “tonner e outros insumos” imprescindíveis à sua atuação, o CSM está quase inoperante.
Contudo, sem nenhuma cerimônia, ao ser acionada pelo Tribunal de Contas, a Prefeitura tentou “jogar a bata-quente” para o Conselho de Saúde (ofício 466/2011) que, com dignidade, reagiu em longo expediente “Ao Secretário”, com cópia ao promotor de Justiça Divonzir Borges (Ofício 103/2011), ao próprio prefeito Ivan Rodrigues, ao presidente da Câmara Municipal e ao Conselho Estadual de Saúde.


Denúncia do CMS chega ao TC
No embalo da indignação contra as manobras do prefeito Ivan Rodrigues, o Conselho Municipal de Saúde encaminhou longo ofício ao Tribunal de Contas, denunciando os graves problemas que solapam a Saúde municipal, e pedindo providências para tal situação.
Praticamente “gritando” contra tanto descaso, o CMS alerta: “Por certo, a melhor forma de tornar qualquer órgão inoperante é deixá-lo sem recursos materiais para desempenhar suas atribuições legais” (...) Logo, pede-se providências a este Tribunal, que solicite informações ao Município de São José dos Pinhais sobre os recursos que devem ser repassados” ao CMS. Com a palavra, Ivan Rodrigues.
Com o sugestivo título “Frenesi na Saúde: 10 empresas ‘abraçaram’ R$ 104.007.146,63” sem licitação, o Impacto PR (16 a 22.9.2011) denunciou à opinião pública o voluntarismo do prefeito Ivan Rodrigues, cuja administração errática e perdulária vem arrepiando o povo sãojoseense, que, atônito, não sabe o que é feito da dinheirama repassada à meia dúzia de “cooperativas”, enquanto faltam remédios básicos, e até ataduras e esparadrapos, no Hospital São José e nos postos de pronto atendimento.
Entretanto, fingindo que não há problema algum, o prefeito Ivan Rodrigues continua “impávido colosso”, como "arrogante Paxá", indiferente ao desespero da população, tendo nomeando e demitindo a 5 (cinco) vezes a cúpula da Saúde, e por fim nomeando “interinamente”, agora, um advogado do PT, Adilson Stuzatta para “tocar” a importantíssima secretaria no máximo “até o dia 31 de dezembro”.
Sintoma da verdadeira bagunça reinante na Secretaria de Saúde, o Tribunal de Contas do Estado do Paraná entrou em ação para apurar as discrepâncias entre recursos desembolsados pelo Município (até 2010) e efetivamente aplicados na Saúde, cujas diferenças chegam a R$ 37.856.797,53 (trinta e sete milhões, oitocentos e cinquenta e seis mil, setecentos e noventa e sete reais e centavos) O total geral movimentado passa dos 189 milhões, incluindo os valores “com” e “sem” licitação.
A “bagunça” é tão tremenda que até a sempre “comedida” a RPC (TV Globo no Paraná) passou a denunciar a precariedade da saúde no município, com, pacientes morrendo à míngua nos hospitais.
Prefeitura passa “batata-quente” ao Conselho de Saúde, que reage
Desde que assumiu a Prefeitura em 2009, o prefeito Ivan Rodrigues “implementou” sua visão pessoal na Secretaria de Saúde, com pressa de “acertar as coisas por lá”. Movido por esse “ideal”, ele extinguiu os “morosos” processo de licitação para compras de remédios e contratação de profissionais da área, contratando “cooperativas” recém-criadas, para alegadamente, “agilizar os procedimentos”.
O Conselho Municipal de Saúde passou a ser ignorado, e não teve o direito de se manifestar nem sobre a esdrúxula Lei 1.807/2011, pela qual o quadro de conselheiros foi estupidamente ampliado sem precisão, “apenas para facilitar o controle do prefeito na entidade”. Assim, vergado ao peso de mais de 40 conselheiros, sofrendo contínua sabotagem, a ponto de não receber recursos da Prefeitura para comprar “tonner e outros insumos” imprescindíveis à sua atuação, o CSM está quase inoperante.
Contudo, sem nenhuma cerimônia, ao ser acionada pelo Tribunal de Contas, a Prefeitura tentou “jogar a bata-quente” para o Conselho de Saúde (ofício 466/2011) que, com dignidade, reagiu em longo expediente “Ao Secretário”, com cópia ao promotor de Justiça Divonzir Borges (Ofício 103/2011), ao próprio prefeito Ivan Rodrigues, ao presidente da Câmara Municipal e ao Conselho Estadual de Saúde.

O Ofício 100/2011 do Conselho ao Secretário de Saúde, longo, não pode ser aqui reproduzido, mas, em breves palavras, teve, entre os “considerandos”: ...“a falta de apoio administrativo, operacional e econômico, financeiro e de recursos humanos e materiais...; a falta de estrutura deste Conselho desde o início desta gestão...; as leis recém-criadas, à revelia do Conselho...; o fracasso da 9ª. Conferência Municipal de Saúde, prejudicada pelo Coordenador-Geral, Agenor Cheutchuk, indicado pela Secretaria Municipal de Saúde (Nota do Redator: “homem de confiança” do prefeito Ivan Rodrigues)...; que os Conselheiros Natos não conseguiram tomar posse para completar seu mandato até 2012 (N. do R.: as “novas leis” ditadas pelo atual prefeito atropelaram os velhos conselheiros)”, e por aí foi.

Denúncia do CMS chega ao TC
No embalo da indignação contra as manobras do prefeito Ivan Rodrigues, o Conselho Municipal de Saúde encaminhou longo ofício ao Tribunal de Contas, denunciando os graves problemas que solapam a Saúde municipal, e pedindo providências para tal situação.
Praticamente “gritando” contra tanto descaso, o CMS alerta: “Por certo, a melhor forma de tornar qualquer órgão inoperante é deixá-lo sem recursos materiais para desempenhar suas atribuições legais” (...) Logo, pede-se providências a este Tribunal, que solicite informações ao Município de São José dos Pinhais sobre os recursos que devem ser repassados” ao CMS. Com a palavra, Ivan Rodrigues.
10 de out. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: “Desaba” a quarta secretária, e Saúde vira “casa de mãe-joana”
“Dr. Allan”, Miguel Galoski, Armando Raggio e Izabel já passaram pela Secretaria de Saúde, agora entregue pelo prefeito Ivan Rodrigues a um advogado do PT
Como se em confirmação da matéria estampada pelo Impacto PR na edição de 23 a 29 passados, em que os vereadores Onildo e Carlos Machado, por vias transversas, “meteram a ripa” no prefeito, criticando severamente a (ex) secretária da Saúde, Izabel Cristina Martins Coelho, e o descaso generalizado para com pacientes, alguns em fase terminal, entregues ao deus-dará, a falta de remédios e a bagunça reinante, Ivan Rodrigues a demitiu, sem dó nem piedade, sumariamente.
A “degola” de Izabel sucedeu durante “inesperada” visita de Ivan Rodrigues aos vereadores, por volta das 10 horas de quarta-feira, quando o alcaide foi questionado, inclusive, pela sempre dinâmica vereadora Lúcia Stocco, que, no seu jeito direto de enfrentar problemas, perguntou se a nomeação da agora ex-secretária se dera “por causa da simpatia do vereador Bira do Banco do PT por ela”.
Foi demais para os devaneios políticos de Ivan Rodrigues, que alimenta a esperança de ter Lúcia Stocco como sua parceira na tentativa de reeleição, tanto que a convenceu a sair do DEM e se filiar ao seu partido, o PSD. Outros vereadores engrossaram as críticas, e Ivan agiu rápido, demitindo a secretária, mas com tanta vontade que pelo menos dois parlamentares interpretaram o gesto como “caso pensado”, em que, muito esperto, ele deu a impressão de estar atendendo ao conjunto da vereança.
“Interino” é nomeado
Retornando da Câmara Municipal à Prefeitura, Ivan Rodrigues resolveu, também num repente, a sucessão da chorosa Izabel: convocou para seu lugar, como “secretário interino até 31 de dezembro” próximo, o advogado Adilson Stuzatta, do PT, considerado “o pássaro mais sagaz da floresta”, já bem acomodado na Administração Municipal, como “Secretário do Trabalho”.
Por conta dessa outra inesperada nomeação, os vereadores quedaram-se deprimidos: “O Adilson até agora não disse a que veio na inoperante Secretaria do Trabalho”. “O que é que ele vai conseguir fazer na Saúde, com toda aquela confusão?”, indaga outro inconformado vereador, aflito.
Quatro já tombaram
Indicação do DEM para a administração que iniciava em 2009, o médico Allan Bundt foi nomeado para a Saúde, e bateu o recorde de brevidade no cargo: em 26 dias ele “entrou em parafuso”, e saiu da secretaria “profundamente magoado” com a “desconsideração”.
Foi então que o prefeito Ivan Rodrigues “tomou para si” o desafio de “acertar a Saúde”, e lá se internou, com (à época) seu pupilo Miguel Galoski, que, chefe de Gabinete, foi nomeado interino. Miguel, dizem, se esforçou, “mas não deu”, e Ivan decidiu que, mais uma vez, “mudar era preciso”.
O advogado Rochinha indicou Armando Raggio, ex-secretário estadual de Saúde. Imbuído do seu talento, Raggio imprimiu uma gestão descentralizada, técnica, profissional e popular, mas com isso contrariou interesses que enveredavam pelos “contratos emergenciais”, de remédios e de pessoal.
Queixando-se de sabotagem velada em seu trabalho, Raggio “saltou fora”, levando seu braço direito (Luiz) que gerenciava toda a ação da Saúde, articulada com o SUS. Constam que o ex-secretário teria guardado, “por precaução”, cópias de todos os documentos sobre “milhõe$” movimentados.
Sempre improvisando, o prefeito Ivan Rodrigues nomeou a desconhecida e “estranha ao meio” Izabel Martins, que, atropelando vereadores, e demonstrando explicitamente total falta de gosto com a labuta, encerrou sua aventura na Saúde antes mesmo do fim das lamúrias por sua nomeação.
Uma risível tacada
Agora, superando-se num voluntarismo pueril, a ponto de ser tachado de “menino despreparado e birrento”, Ivan Rodrigues nomeou Adilson Stuzatta “com prazo de validade”, ou seja, a interinidade do causídico na Saúde deve ir até o “Réveillon”, sem prejuízo do seu dinamismo na “Secretaria do Trabalho”, onde, por sorte, eis que ninguém é de ferro, não precisa fazer nadinha.
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| Adilson Stuzatta |
A “degola” de Izabel sucedeu durante “inesperada” visita de Ivan Rodrigues aos vereadores, por volta das 10 horas de quarta-feira, quando o alcaide foi questionado, inclusive, pela sempre dinâmica vereadora Lúcia Stocco, que, no seu jeito direto de enfrentar problemas, perguntou se a nomeação da agora ex-secretária se dera “por causa da simpatia do vereador Bira do Banco do PT por ela”.
Foi demais para os devaneios políticos de Ivan Rodrigues, que alimenta a esperança de ter Lúcia Stocco como sua parceira na tentativa de reeleição, tanto que a convenceu a sair do DEM e se filiar ao seu partido, o PSD. Outros vereadores engrossaram as críticas, e Ivan agiu rápido, demitindo a secretária, mas com tanta vontade que pelo menos dois parlamentares interpretaram o gesto como “caso pensado”, em que, muito esperto, ele deu a impressão de estar atendendo ao conjunto da vereança.
“Interino” é nomeado
Retornando da Câmara Municipal à Prefeitura, Ivan Rodrigues resolveu, também num repente, a sucessão da chorosa Izabel: convocou para seu lugar, como “secretário interino até 31 de dezembro” próximo, o advogado Adilson Stuzatta, do PT, considerado “o pássaro mais sagaz da floresta”, já bem acomodado na Administração Municipal, como “Secretário do Trabalho”.
Por conta dessa outra inesperada nomeação, os vereadores quedaram-se deprimidos: “O Adilson até agora não disse a que veio na inoperante Secretaria do Trabalho”. “O que é que ele vai conseguir fazer na Saúde, com toda aquela confusão?”, indaga outro inconformado vereador, aflito.
Quatro já tombaram
Indicação do DEM para a administração que iniciava em 2009, o médico Allan Bundt foi nomeado para a Saúde, e bateu o recorde de brevidade no cargo: em 26 dias ele “entrou em parafuso”, e saiu da secretaria “profundamente magoado” com a “desconsideração”.
Foi então que o prefeito Ivan Rodrigues “tomou para si” o desafio de “acertar a Saúde”, e lá se internou, com (à época) seu pupilo Miguel Galoski, que, chefe de Gabinete, foi nomeado interino. Miguel, dizem, se esforçou, “mas não deu”, e Ivan decidiu que, mais uma vez, “mudar era preciso”.
O advogado Rochinha indicou Armando Raggio, ex-secretário estadual de Saúde. Imbuído do seu talento, Raggio imprimiu uma gestão descentralizada, técnica, profissional e popular, mas com isso contrariou interesses que enveredavam pelos “contratos emergenciais”, de remédios e de pessoal.
Queixando-se de sabotagem velada em seu trabalho, Raggio “saltou fora”, levando seu braço direito (Luiz) que gerenciava toda a ação da Saúde, articulada com o SUS. Constam que o ex-secretário teria guardado, “por precaução”, cópias de todos os documentos sobre “milhõe$” movimentados.
Sempre improvisando, o prefeito Ivan Rodrigues nomeou a desconhecida e “estranha ao meio” Izabel Martins, que, atropelando vereadores, e demonstrando explicitamente total falta de gosto com a labuta, encerrou sua aventura na Saúde antes mesmo do fim das lamúrias por sua nomeação.
Uma risível tacada
Agora, superando-se num voluntarismo pueril, a ponto de ser tachado de “menino despreparado e birrento”, Ivan Rodrigues nomeou Adilson Stuzatta “com prazo de validade”, ou seja, a interinidade do causídico na Saúde deve ir até o “Réveillon”, sem prejuízo do seu dinamismo na “Secretaria do Trabalho”, onde, por sorte, eis que ninguém é de ferro, não precisa fazer nadinha.
3 de out. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Lei ambiental de 2011 revoga outra de 1996 por birra do prefeito
Sob o argumento de que “Mudar é preciso”, prefeito “matou” lei antiga apenas para criar um “factóide”
Ambientalistas de São José dos Pinhais ficaram perplexos com a entrada em vigor de nova lei (1780/2011) revogando artigos de outro besteirol “legal” também de 2011 e sepultando de vez a boa e respeitável lei 100/1996, que criou o “Conselho Municipal de Meio Ambiente e a Conferência Municipal de Meio Ambiente”, além de dar outras providências para o setor.
“O sr. prefeito Ivan Rodrigues teve a pachorra de criar uma lei nova apenas para modificar a representatividade original e ampliar o número de membros do Conselho do Meio Ambiente, de modo a se facilitar as manobras sobre as graves questões ambientais que afetam o município”, pondera um destacado expoente da luta preservacionista na cidade, que, já tendo sofrido represálias por suas opiniões, inclusive no que tange à sua labuta profissional, pede anonimato.
Agora com um “Conselho de Meio Ambiente” dócil, quase sem representação da comunidade, é certo que a Secretaria de Meio Ambiente vai “deitar e rolar” nas questões ambientais, eis que a secretária Edilaine Vieira, filha do conceituado vereador José Vieira, vem trabalhando sob pressão, a ponto de ser induzida a decepar um cedro de 130 anos, mais outras 9 aroeiras, na plenitude da fase adulta, porque a prefeitura entendeu que a “nova praça” que está sendo construída no antigo terminal de ônibus, no centro, não poderia ostentar, na sua modernidade, árvores “exóticas”, pois as querem “padronizadas”.
A propósito, até hoje comerciantes e moradores da área degradada pela Prefeitura lamentam o corte brutal das árvores, e centenas de pássaros ainda voejam por lá, como se insistindo em se abrigarem num ambiente em que já não existe a menor condição de abrigá-los.
Fiasco no Meio Ambiente
É tamanho o descaso da Administração Ivan Rodrigues para com as questões ambientais que a última “Conferência Municipal do Meio Ambiente” se transformou no maior fiasco da Prefeitura, com apenas meia dúzia de “gatos pingados” saltitando pela Câmara Municipal durante o enfadonho evento.
Aliás, a “menina dos olhos” da jovem secretária é o tal “Parque São Jorge”, limpinho, todo enfeitado, como se preservação ambiental fosse apenas isso. “Esse parque serve de cortina para esconder a incompetência reinante na secretaria, com lixo esparramado pra todo lado, o que resulta do que já chamam de visão SNC, ou seja, “Sem Noção das Coisas”, brada um atento servidor, que, antes, tinha orgulho das políticas adotadas, que, “mesmo não sendo as melhores, superavam as atuais”.
Ambientalistas de São José dos Pinhais ficaram perplexos com a entrada em vigor de nova lei (1780/2011) revogando artigos de outro besteirol “legal” também de 2011 e sepultando de vez a boa e respeitável lei 100/1996, que criou o “Conselho Municipal de Meio Ambiente e a Conferência Municipal de Meio Ambiente”, além de dar outras providências para o setor.“O sr. prefeito Ivan Rodrigues teve a pachorra de criar uma lei nova apenas para modificar a representatividade original e ampliar o número de membros do Conselho do Meio Ambiente, de modo a se facilitar as manobras sobre as graves questões ambientais que afetam o município”, pondera um destacado expoente da luta preservacionista na cidade, que, já tendo sofrido represálias por suas opiniões, inclusive no que tange à sua labuta profissional, pede anonimato.
Agora com um “Conselho de Meio Ambiente” dócil, quase sem representação da comunidade, é certo que a Secretaria de Meio Ambiente vai “deitar e rolar” nas questões ambientais, eis que a secretária Edilaine Vieira, filha do conceituado vereador José Vieira, vem trabalhando sob pressão, a ponto de ser induzida a decepar um cedro de 130 anos, mais outras 9 aroeiras, na plenitude da fase adulta, porque a prefeitura entendeu que a “nova praça” que está sendo construída no antigo terminal de ônibus, no centro, não poderia ostentar, na sua modernidade, árvores “exóticas”, pois as querem “padronizadas”.
A propósito, até hoje comerciantes e moradores da área degradada pela Prefeitura lamentam o corte brutal das árvores, e centenas de pássaros ainda voejam por lá, como se insistindo em se abrigarem num ambiente em que já não existe a menor condição de abrigá-los.
Fiasco no Meio Ambiente
É tamanho o descaso da Administração Ivan Rodrigues para com as questões ambientais que a última “Conferência Municipal do Meio Ambiente” se transformou no maior fiasco da Prefeitura, com apenas meia dúzia de “gatos pingados” saltitando pela Câmara Municipal durante o enfadonho evento.
Aliás, a “menina dos olhos” da jovem secretária é o tal “Parque São Jorge”, limpinho, todo enfeitado, como se preservação ambiental fosse apenas isso. “Esse parque serve de cortina para esconder a incompetência reinante na secretaria, com lixo esparramado pra todo lado, o que resulta do que já chamam de visão SNC, ou seja, “Sem Noção das Coisas”, brada um atento servidor, que, antes, tinha orgulho das políticas adotadas, que, “mesmo não sendo as melhores, superavam as atuais”.
26 de set. de 2011
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS: Vereadores denunciam caos na saúde pública
“Mais de 650 crianças estão na fila de operação”, e “idosa morre esperando SAMU”, protestam Onildo e Carlos Machado
Apesar dos astronômicos “investimentos” (mais de R$ 104 milhões “aplicados” sem licitação, na compra de remédios, reforma de equipamentos e contratação de pessoal, conforme denúncia do Impacto PR em edições anteriores, são graves e crescentes os problemas na área de saúde do município.
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| Carlos Machado e Onildo do PT |
Com a saída de Armando Raggio, que se deu por questões envolvendo inclusive sua recusa em assinar “pedidos de urgência” para compras e contratação de serviços “com dispensa de licitação”, o prefeito Ivan Rodrigues nomeou Izabel Cristina Meister Martins Coelho, que, apesar de ser da cidade, não é conhecida, e desde o primeiro momento angariou funda antipatia por entre os servidores.
Refletindo tal situação, em que se tem de um lado a secretária rejeitada por trabalhadores da base da saúde, enfermeiros e médicos, e do outro a precariedade geral das instalações hospitalares, a falta de leitos, de medicamentos e até de capacidade de relações públicas, os vereadores se uniram nas denúncias, nas críticas e nos protestos do alto da Tribuna da Câmara Municipal, na terça-feira, dia 20.
Perante populares que assistiam a sessão, e sob os olhares atentos de seus pares, os vereadores Carlos Machado e Onildo do PT “abriram as baterias” numa saraivada de ataques que, se nada serviu para resolver os crônicos problemas de saúde na cidade, ao menos “lavou a alma” do povo sãojoseense.
O primeiro a se manifestar foi o costumeiramente comedido vereador Carlos Machado; “Faz quatro semanas que venho tentando falar com a secretária de Saúde (Izabel Coelho), que nem me dá retorno. E isso é falta de respeito por aqueles que representam o povo nessa Casa de Leis.”
“O Armando ‘bronca’ foi embora e deixou a uma baita lambança na cidade, relacionada com a saúde pública. E trouxe essa pessoa de quem nunca ouvi falar, que não atende vereador.”
A denúncia de Carlos Machado
Didático, Carlos Machado lembrou que os agentes públicos eleitos ou em cargo de confiança “estão de passagem na política. Eu, de passagem na Câmara Municipal, ela (a secretária Izabel Coelho), na secretaria de Saúde, o prefeito (Ivan Rodrigues) no executivo. Portanto, temos de fazer alguma coisa de bom para o povo de São José dos Pinhais”, exortou o combativo edil.
Onildo do PT lamenta mortes
O vereador Onildo relatou o caso de uma senhora do Jardim Carmem, que há vinha padecendo de uma enfermidade e, “há duas semanas” teve brusca alteração da saúde em sua casa, pelo que a filha “chamou a ambulância do SAMU às 9h30 da noite, gritando que sua mãe estava passando mal”.
“No SAMU alguém deduziu que a filha esta fingindo. Era uma madrugada fria, das mais geladas do ano”, observa com pesar o vereador. “A mulher doente se acalmou e parecia dormir. Sua filha, esgotada, cochilou, e quando se deu conta, às 5 horas da manhã, e idosa não respondia, como se estivesse morta. Então a moça me telefonou e eu corri para lá, chamei o SAMU, explicando tudo. Mas somente às 8 e meia da manhã a ambulância apareceu e o médico apenas constatou que a mulher havia morrido.”
“Veja bem em que situação nós estamos, quando se trata de precisar do SAMU”, brada Onildo, que protestou também, pelo mesmo motivo, num outro caso envolvendo uma moradora e de um homem atacado por câncer (ambos do Campo Largo da Roseira) que pediram atendimento e “estão esperando até hoje” (mais de 48 horas depois) que os operadores do SAMU apareçam para socorrê-los.”
Didático, Carlos Machado lembrou que os agentes públicos eleitos ou em cargo de confiança “estão de passagem na política. Eu, de passagem na Câmara Municipal, ela (a secretária Izabel Coelho), na secretaria de Saúde, o prefeito (Ivan Rodrigues) no executivo. Portanto, temos de fazer alguma coisa de bom para o povo de São José dos Pinhais”, exortou o combativo edil.
Onildo do PT lamenta mortes
O vereador Onildo relatou o caso de uma senhora do Jardim Carmem, que há vinha padecendo de uma enfermidade e, “há duas semanas” teve brusca alteração da saúde em sua casa, pelo que a filha “chamou a ambulância do SAMU às 9h30 da noite, gritando que sua mãe estava passando mal”.
“No SAMU alguém deduziu que a filha esta fingindo. Era uma madrugada fria, das mais geladas do ano”, observa com pesar o vereador. “A mulher doente se acalmou e parecia dormir. Sua filha, esgotada, cochilou, e quando se deu conta, às 5 horas da manhã, e idosa não respondia, como se estivesse morta. Então a moça me telefonou e eu corri para lá, chamei o SAMU, explicando tudo. Mas somente às 8 e meia da manhã a ambulância apareceu e o médico apenas constatou que a mulher havia morrido.”
“Veja bem em que situação nós estamos, quando se trata de precisar do SAMU”, brada Onildo, que protestou também, pelo mesmo motivo, num outro caso envolvendo uma moradora e de um homem atacado por câncer (ambos do Campo Largo da Roseira) que pediram atendimento e “estão esperando até hoje” (mais de 48 horas depois) que os operadores do SAMU apareçam para socorrê-los.”
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