Mostrando postagens com marcador NELSON JOBIM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NELSON JOBIM. Mostrar todas as postagens

8 de ago. de 2011

Notinhas do dia 8/08

"Novo Aníbal Curi"

O verdadeiro sonho de Valdir Rossoni (PSDB) é se tornar o “Aníbal Cury” da política paranaense nesta década. Tentando dominar sua região, o que já começou com a eleição do seu filho Rodrigo Rossoni (PSDB) como prefeito em Bituruna, e de olho gordo em União da Vitória e General Carneiro, já traçou os planos. Quer ser candidato a primeiro- secretário na próxima eleição da Mesa Executiva da Assembleia, trabalhando a favor de Plauto Miró Guimarães Filho (DEM) para presidente, e iniciando assim um período que pretende estender, como aconteceu com Aníbal, por um bom tempo, o seu poder de fogo político. Como pretensão e caldo de galinha cada um toma o quanto pode, vamos engolir mais essa...


Tem que combinar com os outros

Nesse projeto, aliás, estaria contido também um motivo de preocupação para Plautinho, que desejaria ser candidato a prefeito de Ponta Grossa em 2012. Em uma manobra política, contudo, pode abrir mão se realmente concordar com o projeto político de Rossoni que pretende um vai e volta entre os dois por muitos anos. Mas como dizia Garrincha: “é preciso combinar com os outros”.


Fogo-amigo?

 “Tem bandido na trincheira”. Esse foi o recado que já deram àqueles que cuidam da área política do prefeito Luciano Ducci (PSB). Tem gente que se diz companheira, atua em regional e com cargo no município, mas que desde já deixa transparecer que anda fazendo campanha para adversário da reeleição. Um típico comportamento mal agradecido que é inaceitável quando o desempenho é de quem está cuspindo no prato que come diariamente; O tal de fogo amigo precisa ser mais bem observado.


Fala demais

O fato de ter sido um bom constituinte, bom ministro no Supremo Tribunal Federal (STF), no Ministério da Justiça e ultimamente no Ministério da Defesa, não lhe dava o direito de se transformar simplesmente em um linguarudo. Essa foi a imagem que deixou em Brasília Nélson Jobim. Desembarcou do Ministério da Defesa porque sentiu que não era tão respeitado e ouvido quando do tempo de Lula, que lhe deu muita corda. Se queria sair tudo bem, mas nunca desta forma, isto é, dando coices até nas paredes.


Chato de galocha

Desmancha rodas, é a imagem que pegou de vez no senador Roberto Requião (PMDB), em Brasília. Por todos os cantos do Congresso Nacional a aproximação do dito cujo, sem perder o respeito, dá ensejo para que os participantes de qualquer roda olhem atravessado, torçam o nariz e saiam de fininho. Dono da verdade, naquele estilo irônico e debochado, Requião se tornou, segundo disse um interlocutor conhecido do Planalto, “um velho chato”. O pior em que não se deu conta disso.


Supremo

Processos polêmicos que vinham sendo aguardados fossem colocados em pauta ainda este mês vão continuar repousando nas gavetas do STF. Tudo por causa da licencia médica do ministro Joaquim Barbosa, que continua se recuperando de cirurgia no quadril e deve completar, pelo menos, 140 dias de afastamento. A ministra Ellen Gracie vai se aposentar e deixa o Supremo sete anos antes de completar 70 anos, quando a aposentadoria seria compulsória, abrindo assim um espaço que até ser recomposto vai arrastar importantes e decisivas situações em processos.


Relaxa e goza

Esta história de que política vem das bases é mesmo coisa do passado. Nomes são impostos hoje com a maior cara de pau por parte de certas cúpulas partidárias. Em São Paulo, só para se dar um exemplo, o PT que antes fazia aquela pregação das bases está agora sendo obrigado a engolir o nome do ministro da Educação, Fernando Haddad, como pré-candidato à Prefeitura paulistana. É o nome preferido de Lula e por isso o PT tem que ajoelhar e rezar. A principal revoltada com tal situação é Marta Suplicy, que já recebeu um recado: “Relaxa e goza”.


Espinhos de Rosinha

Dr. Rosinha, uma flor que nem todos os meios políticos gostam de cheirar, anunciou que uma candidatura própria do PT às próximas eleições em Curitiba se faz necessária porque, do contrário, Gustavo Fruet (sem partido) dança na disputa com Luciano Ducci, estratégia na qual vem trabalhando a fim de emplacar o seu nome como candidato do partido. Entendendo que com essa conversa mole de terceira via vai ajudar o seu partido para ir ao segundo turno ou, na pior das hipóteses, ajudar Fruet indiretamente, Dr. Rosinha já está sendo visto por uns e outros como um chato.


Sei...

Deixando no ar um gosto de que a mesmice vinha atrapalhando sua repercussão, o colunista Celso Nascimento vem sendo justificado por uns e outros de que escrevendo somente três vezes por semana tem assuntos diferenciados e analisa de modo mais completo a realidade. Um jeito de desconversar quando indagam sobre as verdadeiras razões da mudança que ocorreu na área editorial do jornalão do saudoso Chiquinho. As mudanças ainda não deram ao público o recado que uns e outros esperavam.


Falando e faturando alto

Para se ter ideia de como Lula anda faturando neste ano só com palestras por todo o país e no exterior, basta dizer que ele já fez nada menos que 15 papos e conversas fiadas como ex-presidente da República que deixa uns e outros emocionados de ouvir seus conselhos, histórias e piadas pagando de R$ 200 a R$ 300, por palestra.  Mil reais, fique bem entendido. 

5 de ago. de 2011

Para Lula, Jobim foi muito deselegante com Dilma e ministros


Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva considerou "deselegante" a atitude do ex-ministro da Defesa Nelson Jobim, que criticou colegas de ministério em uma entrevista à revista Piauí. "Não é correto fazer críticas sobre outros ministros, não é elegante", afirmou Lula. "Se ele não falou para ela (Dilma) da entrevista à revista e ela ficou sabendo, realmente cria uma situação constrangedora para ele, que não falou, e para ela. Foi muito deselegante", disse. Jobim pediu demissão do ministério ontem e foi substituído por Celso Amorim.

Lula considerou "excepcional" o trabalho de Jobim no Ministério da Defesa. Para ele, porém, é um "erro histórico" achar que o ex-ministro foi indicação sua. "A presidente Dilma se reunia com meus ministros muito mais do que eu. Os ministros eram mais amigos dela do que meus amigos", afirmou, explicando que cada proposta que chegava à sua apreciação era discutida antes várias vezes com Dilma, então ministra da Casa Civil.


A demissão de Jobim

O ministro da Defesa, Nelson Jobim (PMDB), entregou sua carta de demissão à presidente Dilma Rousseff na noite de quinta-feira. Sua situação se tornou insustentável no governo após declarações dadas à revista Piauí em que teria considerado a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, "muito fraquinha" e dito que a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, "sequer conhece Brasília". Jobim negou ter feito as críticas e disse que as informações seriam "parte de um jogo de intrigas". Mas, segundo fontes, Dilma já havia decidido demitir o ministro caso ele não abandonasse o cargo por conta própria. Para seu lugar, a presidente escolheu o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim.

A situação de Jobim à frente da pasta já vinha se deteriorando por outras declarações à imprensa que geraram mal-estar no governo. Em uma entrevista, ele afirmou ter votado no tucano José Serra, principal adversário de Dilma, nas eleições presidenciais do ano passado. No início de julho, em uma cerimônia em homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) - de quem ele foi ministro da Justiça entre 1995 e 1997 - no Senado Federal, ele citou o dramaturgo Nelson Rodrigues dizendo que "os idiotas perderam a modéstia". A fala foi interpretada como uma insatisfação do ministro com sua situação no governo. Mais tarde, contudo, ele disse que se referia a jornalistas. (Terra)



29 de jul. de 2011

Notinhas do dia 29/07

“O” eleitor

Eis que o secretário nacional de comunicação do PT, o deputado federal paranaense André Vargas não se conteve. Achou o fim da picada as declarações do ministro da Defesa, o peemedebista Nelson Jobim, que em entrevista afirmou ter votado em José Serra (PSDB) nas eleições presidenciais de 2010. Jobim alegou que já havia relatado o fato à presidente Dilma Rousseff (PT), que o manteve no cargo mesmo assim.


Saia justa

“O Jobim ganhou estabilidade no emprego, porque é evidente que nosso governo não o demitirá como merece. Mas por que nos constrange desta forma?”, reagiu Vargas. 


Bueno ironiza

Outro deputado federal do Paraná, Rubens Bueno, líder do PPS na Câmara Federal, prefere ironizar a fala de Jobim. Bueno exagera, disse acreditar que outros ministros de Dilma tenham votado no tucano. “Todo mundo sabe das boas relações que ele tem com a oposição, com o Fernando Henrique Cardoso, com o Serra. Ele já foi ministro do Fernando Henrique”, lembra.


Se explique...

Finalmente o pré-candidato a prefeito de Curitiba, deputado estadual Fábio Camargo cobrou, formalmente, explicações do presidente do diretório estadual do PTB, deputado federal Alex Canziani, sobre a posição do partido na disputa à prefeitura de Curitiba, no próximo ano.


E convença

Camargo protocolou um ofício no diretório pedindo uma resposta de Canziani no prazo de dez dias. “Com esse ofício poderei saber como foi tomada essa decisão tão importante para o partido sem ouvir parte dos membros. Se ocorreu alguma irregularidade, tomarei as providências cabíveis”, disse. No ofício, Camargo observou que o estatuto do partido prevê a expulsão do filiado ou dirigente que se sirva do partido em proveito próprio.


Brasileiros...

Na média, 55% dos brasileiros é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor e 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade. Renda mais baixa, mais alta a rejeição.


E a união gay

A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados pessoalmente 2 mil brasileiros de todas as regiões, seguindo as cotas de distribuição por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados podem ser extrapolados para toda a população.


Por idade

Outro exemplo: a decisão do STF coincide com o que pensam os brasileiros com menos de 40 anos e contraria os mais velhos. O apoio à união gay varia de 60% entre os jovens até 24 anos e não passa de 27% entre aqueles com 50 anos ou mais. E escolaridade mais alta, maior a aceitação da união. (Roseli Valério)


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...