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1 de dez. de 2011
Para Rubens Bueno, Dilma manteve Lupi no cargo e demitiu Comissão de Ética
A decisão de Dilma Rousseff manter Carlos Lupi no comando do Ministério do Trabalho apesar da recomendação do Conselho de Ética Pública pedindo sua exoneração não foi vista com bom olhos pelo líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno: "Mantendo Lupi no cargo, a presidente ignora uma recomendação unânime de um órgão auxiliar da Presidência da República responsável por zelar pela imagem do governo. É uma postura antiética. Na prática, Dilma está demitindo a Comissão Ética". afirmou o parlamentar.
4 de nov. de 2011
Imagem ridícula de vereadora atinge o PPS
Com todo respeito à imagem política construída por seu pai, o deputado Rubens Bueno, hoje uma figura em destaque no âmbito nacional como uma das maiores lideranças do PPS, é preciso alguém conversar ao pé do ouvido com a vereadora Renata Bueno.
Seu último rompante, que teve o apoio de alguns deslumbrados do PPS, chegando ao cúmulo de soltar nota de apoio a seu ato, chegou à beira do ridículo.
Tentar justificar viagens internacionais por conta do dinheiro público como se somente ela tivesse condições de trazer de fora ensinamentos para a política e administração curitibana, deixando por aqui as verdadeiras funções para as quais foi eleita, beira ao absurdo.
Além do mais, descer a uma adjetivação rasteira referindo-se a seus colegas de Câmara Municipal, inclusive alguns com muitos anos de casa e bons serviços já prestados à comunidade curitibana onde ela mal debutou politicamente, é digno de um puxão de orelhas por parte da Comissão de Ética da Casa.
Rubens Bueno sempre foi pessoa de diálogo e chegou até onde hoje se encontra justamente pelo equilíbrio com que desempenha suas funções políticas, merecendo justamente por isso o respeito até dos adversários, desde que esse adversário não seja um Roberto Requião (PMDB), é claro, que desce ao deboche e à ironia em relação aos seus semelhantes.
Quem sabe esta viagem, que poderá ser uma de suas últimas ao exterior sem abrir mão do cargo de vereadora que deveria ficar exercendo e para o qual foi eleita, permita Renata Bueno analisar convenientemente um comportamento capaz de ensinar-lhe a conviver em um Legislativo onde nem todos têm a mesma opinião que a ilustre representante do PPS.
Seu último rompante, que teve o apoio de alguns deslumbrados do PPS, chegando ao cúmulo de soltar nota de apoio a seu ato, chegou à beira do ridículo.
Tentar justificar viagens internacionais por conta do dinheiro público como se somente ela tivesse condições de trazer de fora ensinamentos para a política e administração curitibana, deixando por aqui as verdadeiras funções para as quais foi eleita, beira ao absurdo.
Além do mais, descer a uma adjetivação rasteira referindo-se a seus colegas de Câmara Municipal, inclusive alguns com muitos anos de casa e bons serviços já prestados à comunidade curitibana onde ela mal debutou politicamente, é digno de um puxão de orelhas por parte da Comissão de Ética da Casa.
Rubens Bueno sempre foi pessoa de diálogo e chegou até onde hoje se encontra justamente pelo equilíbrio com que desempenha suas funções políticas, merecendo justamente por isso o respeito até dos adversários, desde que esse adversário não seja um Roberto Requião (PMDB), é claro, que desce ao deboche e à ironia em relação aos seus semelhantes.
Quem sabe esta viagem, que poderá ser uma de suas últimas ao exterior sem abrir mão do cargo de vereadora que deveria ficar exercendo e para o qual foi eleita, permita Renata Bueno analisar convenientemente um comportamento capaz de ensinar-lhe a conviver em um Legislativo onde nem todos têm a mesma opinião que a ilustre representante do PPS.
17 de out. de 2011
Rubens Bueno vem provando em Brasília a liderança do PPS
Mostrando a tranquilidade que o caracteriza, explodindo apenas quando se sente atingido pela truculência e o deboche de cidadãos como Roberto Requião (PMDB), que sentiu na última campanha o peso de um soco seu, Rubens Bueno (PPS) é um daqueles parlamentares que a imprensa de Brasília sente gosto ao conversar tirando em entrevistas na Câmara Federal grandes resultados.
O mais recente é a rota de colisão que pavimentou em direção ao presidente da Câmara Federal, Marco Maia (PT-RS), cujo comportamento suspeito, levantado inclusive por revista nacional, levou o parlamentar paranaense a destacar a necessidade de melhores explicações mais convincentes por parte daquele comandante legislativo.
Conduzindo a bancada do PPS com sua liderança firme e objetiva, Rubens Bueno vem confirmando aquilo que dele já se sabia pelo desempenho em mandato anterior como deputado federal, mostrando a feliz escolha dos eleitores de nosso estado que o levou de volta a Brasília.
O mais recente é a rota de colisão que pavimentou em direção ao presidente da Câmara Federal, Marco Maia (PT-RS), cujo comportamento suspeito, levantado inclusive por revista nacional, levou o parlamentar paranaense a destacar a necessidade de melhores explicações mais convincentes por parte daquele comandante legislativo.
Conduzindo a bancada do PPS com sua liderança firme e objetiva, Rubens Bueno vem confirmando aquilo que dele já se sabia pelo desempenho em mandato anterior como deputado federal, mostrando a feliz escolha dos eleitores de nosso estado que o levou de volta a Brasília.
11 de out. de 2011
Rubens Bueno procura garantir papel da filha para a campanha de 2012
Fruto da antecipação de campanha que uns e outros vão plantando na imprensa em geral, vários balões de ensaio começam a inflar nos céus da política paranaense, especialmente em relação às eleições municipais em Curitiba.
Uma dessas antecipações foi feita pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS), que busca, ao mesmo tempo em que deixa claro não ter mais a intenção de ser candidato a prefeito onde sempre concorre sem conseguir emplacar, no estilo Maluf, garantir desde já o espaço ocupado no partido que comanda em nosso estado.
Renata Bueno, filha e vereadora pelo PPS, começa a se mostrar interessada em uma possível candidatura própria do seu partido, apostando que tal manifestação possa, no mínimo, quem sabe, garantir-lhe um lugarzinho como vice em alguma chapa disputante à Prefeitura nas próximas eleições.
Pai e filha estão de fato de olho nas eleições municipais do próximo ano em Curitiba, e caso os planos de vice venham a falhar não custará enfrentar com candidatura própria uma parada desta natureza que, pelo menos, mantém o partido em destaque na disputa eleitoral vindoura.
Uma dessas antecipações foi feita pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS), que busca, ao mesmo tempo em que deixa claro não ter mais a intenção de ser candidato a prefeito onde sempre concorre sem conseguir emplacar, no estilo Maluf, garantir desde já o espaço ocupado no partido que comanda em nosso estado.
Renata Bueno, filha e vereadora pelo PPS, começa a se mostrar interessada em uma possível candidatura própria do seu partido, apostando que tal manifestação possa, no mínimo, quem sabe, garantir-lhe um lugarzinho como vice em alguma chapa disputante à Prefeitura nas próximas eleições.
Pai e filha estão de fato de olho nas eleições municipais do próximo ano em Curitiba, e caso os planos de vice venham a falhar não custará enfrentar com candidatura própria uma parada desta natureza que, pelo menos, mantém o partido em destaque na disputa eleitoral vindoura.
4 de out. de 2011
Rubens Bueno garante que PPS terá candidatura própria à prefeitura de Curitiba
Presidente estadual do PPS, o deputado federal Rubens Bueno garantiu que o partido terá candidato próprio à prefeitura de Curitiba. Segundo Bueno, apesar de integrar a atual administração, a sigla não tem nenhum compromisso de apoiar a reeleição do prefeito Luciano Ducci (PSB). O deputado lembrou ainda que o PPS tem tradição em disputar as eleições municipais da capital com candidatos próprios.
O próprio Rubens disputou a prefeitura de Curitiba em 2000 e 2004 e só não se lançou em 2008 porque teve um problema de saúde na época. Mesmo não descartando candidatar-se novamente, para 2012 o dirigente avalia que o nome mais cotado é o de sua filha, a vereadora Renata Bueno. Até porque os compromissos assumidos por ele como líder do PPS na Câmara Federal podem mantê-lo em Brasília. (Roseli Valério)
O próprio Rubens disputou a prefeitura de Curitiba em 2000 e 2004 e só não se lançou em 2008 porque teve um problema de saúde na época. Mesmo não descartando candidatar-se novamente, para 2012 o dirigente avalia que o nome mais cotado é o de sua filha, a vereadora Renata Bueno. Até porque os compromissos assumidos por ele como líder do PPS na Câmara Federal podem mantê-lo em Brasília. (Roseli Valério)
13 de set. de 2011
Chik Jeitoso sai do PPS
O bruxo e tarólogo Chik Jeitoso anunciou nesta terça-feira (13) que abandonou o PPS por ter sido preterido da disputa pela prefeitura de Curitiba em 2012.
Para Chik, no PPS há uma “panelinha”, que lembra somente dos nomes da vereadora Renata Bueno, do presidente da URBS, Marcos Isfer, e do presidente estadual do paritdo, deputado federal Rubens Bueno, para concorrer à sucessão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Chik Jeitoso reclama que não vinha tendo apoio no partido. Ele se dizia pré-candidato à prefeitura, mas a direção da legenda não levava a sério sua pretensão. O bruxo reclama também do fato de o PPS não ter se empenhado para reverter o indeferimento de sua candidatura para deputado estadual, em 2010. Sentindo-se desprestigiado e perseguido, preferiu sair.
O tarólogo abandona o PPS decepcionado com seus dirigentes, principalmente Rubens Bueno, que, entre outras coisas, teria pedido para Chik fazer uma “mandinga com o diabo para ganhar a eleição”, pedido negado de imediato.
Das críticas, poupa o vereador de Curitiba Zé Maria, Edson Casagrande e Genildo Carvalho, do diretório de Araucária, nomes “de uma respeitabilidade, uma ética indiscutível”.
“O PPS me deu azar”, finalizou Chik Jeitoso, que agora busca um novo partido para prosseguir sua carreira política. (Com informações de Esmael Moraes)
Para Chik, no PPS há uma “panelinha”, que lembra somente dos nomes da vereadora Renata Bueno, do presidente da URBS, Marcos Isfer, e do presidente estadual do paritdo, deputado federal Rubens Bueno, para concorrer à sucessão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Chik Jeitoso reclama que não vinha tendo apoio no partido. Ele se dizia pré-candidato à prefeitura, mas a direção da legenda não levava a sério sua pretensão. O bruxo reclama também do fato de o PPS não ter se empenhado para reverter o indeferimento de sua candidatura para deputado estadual, em 2010. Sentindo-se desprestigiado e perseguido, preferiu sair.
O tarólogo abandona o PPS decepcionado com seus dirigentes, principalmente Rubens Bueno, que, entre outras coisas, teria pedido para Chik fazer uma “mandinga com o diabo para ganhar a eleição”, pedido negado de imediato.
Das críticas, poupa o vereador de Curitiba Zé Maria, Edson Casagrande e Genildo Carvalho, do diretório de Araucária, nomes “de uma respeitabilidade, uma ética indiscutível”.
“O PPS me deu azar”, finalizou Chik Jeitoso, que agora busca um novo partido para prosseguir sua carreira política. (Com informações de Esmael Moraes)
1 de set. de 2011
Rubens Bueno será candidato a prefeito. Será?
Corre à boca pequena que Rubens Bueno será o candidato do PPS à Prefeitura de Curitiba. Mas quando questionado sobre a possibilidade de se lançar a prefeito mais uma vez (disputou em 2004), o deputado federal diz que não o fará, citando como possíveis nomes de seu partido na corrida ao Palácio 29 de Março sua filha, a vereadora Renata Bueno, e o presidente da Urbs, Marcos Isfer.
Renata Bueno, em seu primeiro mandato no legislativo municipal, está nas manchetes recentemente por conta das denúncias contra o presidente da Casa, João Cláudio Derosso, e ao que tudo indica toparia a (indigesta) parada de enfrentar Luciano Ducci (PSB) e Gustavo Fruet (ainda sem partido) em outubro de 2012.
Já Marcos Isfer, segundo o blog da jornalista Roseli Abraão, não tem interesse em entrar na disputa. Jurou não querer ser candidato a mais nada. Além disso, defende o apoio do PPS à reeleição de Ducci.
Há quem diga que Rubens Bueno quer é de fato colocar a filha na disputa, aproveitando o destaque dela da mídia, numa candidatura “franco-atiradora” em direção a atual administração municipal. Rubens estaria esperando o momento oportuno para lançá-la, quem sabe fazendo alguma aliança.
1 de ago. de 2011
Notinhas do dia 1º/08
O plano PPS
O tempo em Curitiba não ajudou muito, choveu durante a madrugada, mas ainda assim no sábado (30) dirigentes do PPS e militantes fizeram uma manifestação na Boca Maldita (Centro de Curitiba) pedindo esclarecimentos à Câmara Municipal a respeito das denúncias sobre supostas irregularidades em contratos com agências de publicidade e licitações na Câmara Municipal. Aparentemente, o PPS, que na Assembleia Legislativa apóia o governo Beto Richa (PSDB), adota postura política contraditória neste caso. É que o alvo das denúncias é João Cláudio Derosso (PSDB), presidente da Câmara, do grupo de Richa e cotado até o aparecimento das denúncias, para ser o vice-prefeito na chapa de reeleição de Luciano Ducci (PSB), que terá o apoio do governador na disputa de 2012. Mas é só aparentemente porque quanto mais Derosso se desgastar, mais longe fica da vice-prefeitura e, Renata Bueno, vereadora do PPS, mais se aproxima da possibilidade de seu nome vir a ser considerado para vice de Ducci. Renata é filha do deputado federal Rubens Bueno, presidente do partido no Paraná.
Na platéia
O que chama a atenção – embora não seja isso que pai e filha desejam – é que desde que a pressão sobre Derosso aumentou e o PPS entrou de cabeça cobrando investigações, Renata não se manifestou. Tomou chá de sumiço, ela que pretende ser ativa como vereadora, que envia para os jornais todo tipo de informação (algumas sem interesse) sobre o que fez dentro e fora da Câmara como vereadora.
Abaixo-assinado
Mas, voltando à manifestação, o PPS preparou um abaixo-assinado para a população se manifestar favorável ao pedido de investigações sobre os contratos firmados por Derosso em 2006 com empresas de sua mulher e de seu sogro. Como é uma postura mais pesada, o PPS informa que é o segundo secretário-geral do PPS de Curitiba, Jorge Ventura, quem está liderando o movimento.
Coringa
Ou seja, até Bueno pai preferiu não aparecer, provavelmente para não criar mais tarde uma dificuldade maior quando o nome de Renata vir a ser cogitado para vice de Ducci. E ao tomar posições desse tipo, do agrado popular, o PPS sempre terá a possibilidade de lançar a filha de Rubens como candidata a prefeita no ano que vem.
Velha tática
Não que a vereadora tenha chances de vitória, mas o PPS ajudará a levar a disputa para um segundo turno, renovando com mais vantagem a aliança com Ducci e Richa e, de quebra, Renata conhecida o suficiente aqui para candidatar-se, aí sim com chances de se eleger, a deputada estadual, enfim, deslanchar como política.
Então tá
Ventura, o dirigente do PPS que “lidera” o movimento, tem o discurso pronto: “É uma oportunidade ímpar do PPS Curitiba mostrar que, mesmo sendo da base de apoio ao governo municipal, não está disposto a encobrir qualquer tentativa de omissão das informações pertinentes ao bom andamento das investigações". A versão oficial embalada para consumo.
Troco de quê?
O prédio da Câmara de Vereadores de Maringá foi alvejado por tiros na noite de sexta-feira, 29. De acordo com a polícia, dois homens chegaram em uma moto e simplesmente começaram a atirar. Por sorte, o vigia não foi atingido. Ainda não há pistas dos suspeitos. Foram recolhidos vários projéteis de pistola calibre 9 milímetros.
E o prestígio?
Para deputados estaduais e federais petistas paranaenses (sem contar o casal de ministros) explicarem, já que a maioria se gaba do bom relacionamento com o governo Dilma: o Paraná não vai ganhar nenhuma das 53 novas unidades de pronto atendimento que serão instaladas em todo o país pelo Ministério da Saúde. Vai contemplar 15 Estados, entre eles os vizinhos Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Com a palavra...
De acordo com o Ministério da Saúde, o plano integra o PAC2, a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, e o programa Saúde Toda Hora, que reorganiza a rede Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, o MS não informou porque no Sul o Paraná ficou de fora. Dos petistas locais, o deputado federal André Vargas é o que mais se envolve com o PAC, então deve saber explicar o motivo.
Romaria
Foi uma romaria ao Palácio das Araucárias na sexta-feira 29, aniversário do governador Beto Richa. Num dos momentos em que recebia parabéns desinteressados, claro, de políticos de todo tipo e partido, eis que ele recebe uma ligação especial, de surpresa. Do outro lado da linha, estaria a presidente Dilma Rousseff. Ela ligou também para dar os parabéns e, contam os tucanos, dizer que espera continuar a boa relação entre o seu governo e o de Richa.
Maior peso
Cresce para o Paraná a importância política e econômica (e os problemas também) da Grande Curitiba. A região teve um crescimento populacional de 1,36% nos últimos 10 anos, segundo um estudo do Ipea, divulgado na última semana. Foi mais alto do que a média nacional. E só não foi maior porque a capital cresceu menos do que os municípios da região.
No sul
O levantamento foi feito com base no último censo do IBGE, e aponta que a taxa nacional ficou em 1,17%. Mas a capital paranaense ficou em segundo lugar na região Sul, acima de Porto Alegre, com 0,63%, e Florianópolis, com 2,15%. Só que a cidade de Floripa é bem menor que a cidade de Curitiba.
Ao trabalho
Os deputados estaduais – e todos os políticos do País – voltam do recesso parlamentar de meio de ano hoje. Falando na Assembleia Legislativa, o balanço da Casa é que em quatro meses de funcionamento foram registradas 132.702 visualizações na página do Portal da Transparência da Assembleia na internet.
O portal
O portal entrou no ar em 23 de março, permitindo a consulta facilitada, por exemplo, ao nome e lotação de funcionários, abertura de editais de licitações e contratos em andamento, acompanhamento da presença dos parlamentares em plenário, além da prestação de contas, ressarcimentos e a gestão fiscal do Legislativo.
Por computador
Neste período, houve 22.169 visitas, a partir de 193 cidades brasileiras. Mas os dados podem sinalizar um número maior de pessoas navegando pelas páginas do Portal, uma vez que mais usuários utilizam ou acessam o mesmo computador ou rede simultaneamente.
Recorde
O tempo médio de acesso foi de quatro minutos e meio para cada seis páginas navegadas. O levantamento é feito pela equipe que gerencia o Portal da Transparência, com informações da tecnologia “Google Analytics”. Somente em Curitiba foram aproximadamente 16 mil visitas no período.
Interesse
Outros usuários que acessaram o Portal com freqüência são de cidades como Maringá (1.197), Ponta Grossa (914), São Paulo (777) e Cascavel (740). Em outras que também houve bom número de acessos foi de usuários Brasília (118), Florianópolis (99), Rio de Janeiro (88) e Belo Horizonte (76). Mas as visitas ao Portal da Transparência extrapolam os limites brasileiros. Usuários estrangeiros também visitaram.
Mais acessados
Entre os assuntos mais procurados no site estão as relações de funcionários da Casa, englobando gabinetes parlamentares, comissões, e Administração, com cerca de 30 mil visualizações, e as licitações e contratos, com pouco mais de 5.500 referências. O acesso direto ao portal representa 92,81% das visitas. (Roseli Valério)
29 de jul. de 2011
Notinhas do dia 29/07
“O” eleitor
Eis que o secretário nacional de comunicação do PT, o deputado federal paranaense André Vargas não se conteve. Achou o fim da picada as declarações do ministro da Defesa, o peemedebista Nelson Jobim, que em entrevista afirmou ter votado em José Serra (PSDB) nas eleições presidenciais de 2010. Jobim alegou que já havia relatado o fato à presidente Dilma Rousseff (PT), que o manteve no cargo mesmo assim.
Saia justa
“O Jobim ganhou estabilidade no emprego, porque é evidente que nosso governo não o demitirá como merece. Mas por que nos constrange desta forma?”, reagiu Vargas.
Bueno ironiza
Outro deputado federal do Paraná, Rubens Bueno, líder do PPS na Câmara Federal, prefere ironizar a fala de Jobim. Bueno exagera, disse acreditar que outros ministros de Dilma tenham votado no tucano. “Todo mundo sabe das boas relações que ele tem com a oposição, com o Fernando Henrique Cardoso, com o Serra. Ele já foi ministro do Fernando Henrique”, lembra.
Se explique...
Finalmente o pré-candidato a prefeito de Curitiba, deputado estadual Fábio Camargo cobrou, formalmente, explicações do presidente do diretório estadual do PTB, deputado federal Alex Canziani, sobre a posição do partido na disputa à prefeitura de Curitiba, no próximo ano.
E convença
Camargo protocolou um ofício no diretório pedindo uma resposta de Canziani no prazo de dez dias. “Com esse ofício poderei saber como foi tomada essa decisão tão importante para o partido sem ouvir parte dos membros. Se ocorreu alguma irregularidade, tomarei as providências cabíveis”, disse. No ofício, Camargo observou que o estatuto do partido prevê a expulsão do filiado ou dirigente que se sirva do partido em proveito próprio.
Brasileiros...
Na média, 55% dos brasileiros é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor e 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade. Renda mais baixa, mais alta a rejeição.
E a união gay
A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados pessoalmente 2 mil brasileiros de todas as regiões, seguindo as cotas de distribuição por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados podem ser extrapolados para toda a população.
Por idade
Outro exemplo: a decisão do STF coincide com o que pensam os brasileiros com menos de 40 anos e contraria os mais velhos. O apoio à união gay varia de 60% entre os jovens até 24 anos e não passa de 27% entre aqueles com 50 anos ou mais. E escolaridade mais alta, maior a aceitação da união. (Roseli Valério)
23 de mai. de 2011
Notinhas diárias 23/05
Disse, mas não disse
Pego em “flagrante” na madrugada da última quinta-feira esbravejando no Twitter contra o segundo secretário da Mesa Executiva, deputado Reni Pereira (PSB), o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), tendo que explicar a saia justa em que se meteu, disse que foi provocado por seguidores de seu microblog que lhe cobraram a posição do colega que se recusou a assinar o ato da Mesa que reduz os salários de 170 servidores efetivos e sem função no Legislativo. E apesar de ele próprio ter feito as postagens, disse que “houve um equívoco nas informações”. Garantiu que Reni Pereira tem assinado todas as medidas e colaborado com o trabalho de moralização que a direção da Assembleia tem feito. Esta foi a explicação de Rossoni, horas depois de ter acusado Reni no Twitter de “fazer corpo mole e boicotar” sua gestão. O presidente tucano fez comentários desse tipo no microblog: "Não suporto a posição do Deputado Reni, fazendo corpo mole, cada vez que o jogo endurece se esconde, nosso compromisso vai ate o fim"; "Moralizar é para os fortes, não para os fracos. Não venha boicotar nosso trabalho. Explique para o povo se quer defender quem não trabalha e recebe”; "Se o Deputado Reni não está convencido que devemos continuar trabalho de moralização da casa e quiser deixar o cargo fique à vontade”. Em tempo: Reni Pereira tinha ameaçado até deixar a segunda secretaria para não ter de assinar o ato de redução dos salários por considerar que há dúvida sobre a legalidade.
Não, imagina...
Já o deputado Reni Pereira, em vez de protestar contra as declarações do colega tucano, negou que cogite se afastar da 2ª Secretaria. Ao menos admitiu não ter decidido se irá assinar o ato da Mesa Executiva, que reduz os salários e coloca em disposição os servidores sem função e que não aceitaram a proposta de ir trabalhar em órgãos do Executivo.
Esclareceu
Pereira explicou que questiona a medida, que por "excesso de zelo" pode resultar em processos na Justiça. Disse ele que os procuradores da Assembleia alertaram que poderá haver contestações jurídicas do ato. "Não é uma posição de protecionismo em relação a funcionário. Quero apenas estar certo sobre o embasamento jurídico”, garantiu.
Esclareceu 2
Segundo Pereira, como servidor público (ele é funcionário da Receita Estadual), não pode correr o risco de assinar um ato que venha a ser considerado ilegal. "Como servidor não quero vir responder por improbidade administrativa", justificou. Mas Rossoni afirma que a medida pode ser tomada sem a assinatura do segundo secretário. Para ser válida, bastam duas assinaturas da Mesa Executiva, no caso a dele e a do primeiro secretário, deputado Plauto Miró (DEM).
A erro
Sem relacionar com polêmica criada, o presidente Rossoni afirmou que o tal ato ainda não foi baixado porque começará a valer somente a partir do dia 1º de maio. Até lá se espera que mais servidores – além dos cinco – aceitem transferência para o governo. "Não dá para fabricar lugares para as pessoas trabalharem. O Sindicato induziu os funcionários a erro. É uma fria para eles, mas ainda dá tempo de concordarem com a nossa proposta”, alertou.
Em tempo
Toda essa história do Twitter, de Rossoni e Pereira, serve para ilustrar como políticos muitas vezes dizem uma coisa para os jornalistas e depois, para não ficarem mal com este ou aquele ou com determinado órgão ou autoridade que eventualmente tenham desagradado, negam suas próprias declarações e dizem que é “coisa da imprensa”.
Na capital
Ainda sobre deputados e suas declarações. Em Curitiba, com grande cobertura da mídia, a maioria é lisa como sabonete. No interior, em suas bases, fazem declarações que na capital não fariam, temendo a repercussão. Um exemplo é afirmativa do deputado Augustinho Zucchi (PDT), em entrevista a um jornal do Sudoeste do Paraná.
No interior
Contou ele: "Muita gente diz: Você está se aproximando do Beto. Isso não é verdade, eu já estava próximo do Beto", ao iniciar avaliação dos primeiros meses do governo tucano. Ao qual, pelos resultados da eleição de 2010, deveria fazer oposição.
Todas as letras
Zucchi esclareceu na entrevista que vai trabalhar em consonância com o governador Beto Richa (PSDB), mesmo depois de terem ficado em blocos opostos nas eleições. "Vai ter oposição, mas eu não serei oposição, eu vou trabalhar em conjunto com o Beto, de forma bem clara", sustentou.
Contra Palocci
O deputado federal paranaense Fernando Francischini (PSDB) pede que sócios e ex-sócios da empresa Projeto do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, sejam ouvidos na Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados. Ele protocolou requerimento que deve dar em nada mais uma vez. Outros, da oposição, com objetivo igual foram barrados pela base de apoio ao governo petista.
Na mídia
A estratégia de Francischini ao pedir para que ex-sócios e sócios de Palocci sejam ouvidos e não o próprio ministro, é no sentido de driblar os aliados. O paranaense acredita que essas pessoas podem explicar o aumento do faturamento da empresa nos últimos anos. Do qual se beneficiaram, a troco de que então vão se expor? A iniciativa de Francischini deve mesmo é resultar em mídia de graça para o deputado.
PPS não perdoa
Mais prático foi o PPS no sábado (21) ao pedir o apoio da sociedade na mobilização para abertura de investigações contra o ministro Palocci. Realizou um ato público na Boca Maldita, em Curitiba. O partido vai começar a colher assinaturas para a abertura de uma CPI para investigar a Projeto, consultoria de Palocci que faturou mais de R$ 20 milhões em 2010. Os tucanos perderam a frente para o PPS nessa questão.
Na jugular
No comando da manifestação em Curitiba estava o líder do PPS na Câmara, o deputado federal paranaense Rubens Bueno. Durante a semana, além do pedido de CPI, Bueno acionou duas vezes a Procuradoria Geral da República (PGR), solicitando abertura de inquérito para investigar a empresa de Palocci. Durante o ato, militantes do PPS distribuíram manifesto em que cobram do ministro explicações detalhadas sobre a origem de sua fortuna.
Balanço abril
Como esta coluna já havia informado, balanço da Assembleia Legislativa do mês de abril confirma que a grande maioria das proposições apresentadas pelos deputados foram indicações, 238 ao todo. Muito atrás vieram projetos de lei, 85 ao todo, o que representa 72% e 26%, respectivamente, da produção legislativa no período.
Habitação
Entre as indicações, o tema mais constante foi habitação (64), principalmente com a solicitação de construção de casas populares. Entre os projetos de lei predominaram as declarações de utilidade pública (25), e em seguida os projetos sobre assuntos relacionados à administração da própria Casa de Leis (8).
Em plenário
Foram votados e aprovados em plenário 394 requerimentos e 92 indicações encaminhadas ao Poder Executivo. Foram mantidos 13 vetos e derrubados dois. Oito projetos de lei aprovados aguardam sanção, 13 leis foram sancionadas, duas foram promulgadas e 53 proposições apreciadas em Plenário foram arquivadas. Ainda sobre ações em plenário, a bancada do PT foi a que mais usou a tribuna: 23 vezes. Seguiu-se a do PMDB, 18 vezes, e a do PSDB, 16 vezes. (Roseli Valério)
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