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24 de nov. de 2011

Eta cobertura cara!

Você sabia que a cobertura do Estádio Nacional de Brasília (Ex Mané Garrinha), palco da Copa 2014, custará a bagatela 176 milhões de reais. Dizem que o preço é elevado porque o tal teto contará com painéis para captar a energia solar. Um pouco caro, não?

Só para se ter uma ideia do que significa esse valor, a Juventus da Itália construiu um estádio (inteiro, diga-se de passagem) para 45 mil expectadores ao custo de 105 milhões de euros, algo em torno de 280 milhões de reais.

No Brasil um estádio desse porte, caso da Arena Pernambuco, custará um pouquinho mais: 500 milhões de reais, no mínimo.

E o estádio do Corinthians, então, para 68 mil pessoas, sabe quanto vai custar? Mais de 800 milhões, com a possibilidade de ir além dos 1 bilhão de reais.

O segredo dos italianos conseguirem construir um estádio pela metade do preço dos brasileiros a gente não sabe, mas o motivo dos daqui custarem o dobro dos de lá todo mundo desconfia...

21 de out. de 2011

Mário Celso explica a exclusão de Curitiba da Copa das Confederações

Depois do anúncio de ontem em que Curitiba ficou de fora como cidade-sede da Copa das Confederações de 2013, o secretário estadual especial para a Copa do Mundo, Mário Celso Cunha, disse que não foi surpresa para a cidade. A FIFA anunciou direto da Suíça as cidades brasileiras. A capital paranaense estava no páreo para conseguir uma das seis vagas disponíveis.

Mario Celso disse que a exclusão não foi apenas por motivos esportivos. Entre outras coisas, ele acredita que foi por causa da indefinição quanto ao termino das obras da Baixada. Em relação a Copa de 2014, Curitiba vai sediar somente torneios da primeira fase, nos dias 16, 20, 23 e 26 de junho de 2014. Mas ainda terá uma seleção de cabeça de chave. (Roseli Valério)


20 de out. de 2011

Curitiba está fora da Copa das Confederações e receberá apenas 4 jogos em 2014

Jogos da Seleção Brasileira em Curitiba só pela televisão


A Fifa anunciou nesta quinta feira o calendário oficial da Copa do Mundo de 2014. Para tristeza daqueles que estavam empolgados com a realização da competição futebolística em solo paranaense, as notícias não são animadoras.

A Arena da Baixada será palco de apenas quatro jogos, e todos durante a primeira fase. A Copa do Mundo passará rapidamente por Curitiba, tendo seus jogos derradeiros em outras subsedes, principalmente as do eixo Rio & São Paulo & Minas.

E a Seleção Brasileira, é claro, não passará por aqui, se é que alguém tinha essa possibilidade na cabeça. Quem quiser ver Neymar, Ganso (?) e Ronaldinho Gaúcho (?) terá que viajar para outras cidades ou então se ajeitar diante da televisão.

Para chegar à sexta estrela na camisa, o time comandado, por enquanto, por Mano Menezes jogará na primeira fase em São Paulo, Fortaleza e Brasília. Terminando em primeiro lugar, o Brasil jogará em Belo Horizonte, nas oitavas de final, em Fortaleza, nas quartas de final, novamente em Belo Horizonte, na semifinal, e no Rio, na final. Caso fique em segundo no grupo, jogará em Fortaleza, Salvador, São Paulo e Rio. E se ficar em terceiro, dizem os mais exaltados, será jogada ao mar...

A entidade máxima da bola enfim decidiu-se por São Paulo e o Itaquerão para a abertura da Copa, no dia 12 de junho. A final, como todos sabem, será no Maracanã, às 16 horas de um dia 13 de julho que promete ser histórico, só tomara que não como foi em 1950 no mesmo Maraca.


Fora da Copa das Confederações

Decepcionado com a ausência da Seleção Brasileira na cidade e a falta de jogos mais importantes, o curitibano e os paranaenses em geral torciam para que ao menos a Copa das Confederações, evento teste para 2014, fosse disputada no estádio do Atlético. Novamente o curitibano ficou chupando o dedo...

A Fifa divulgou as sedes do torneio, mas apenas as quatro sedes foram confirmadas oficialmente: Rio, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte. Recife e Salvador dependem da conclusão dos estádios para receber a competição. Ou seja, nada de Curitiba.

A impressão que se tem é de a Fifa e a CBF não botam fé na conclusão das obras da Arena até 2013 ou que eles acham que a cidade não merece ser nada além de mera coadjuvante em 2014.

26 de set. de 2011

Luciano Ducci anuncia modernização da Rodoviária

O prefeito Luciano Ducci anunciou, nesta segunda-feira (26), o início das obras de modernização da Rodoviária de Curitiba. “Queremos começar a obra já no início do ano que vem. A ideia é trabalhar 24 horas por dia, todos os dias da semana, para agilizar os trabalhos e oferecer aos curitibanos uma rodoviária mais moderna, com mais segurança e conforto”, disse o prefeito, no evento de renovação da cessão, por mais 10 anos, do terreno do terminal à Prefeitura de Curitiba.

Ao assinar o convênio com o superintendente do Patrimônio da União no Paraná, Dinarte Antonio Vaz e o presidente da Urbs, Marcos Isfer, Luciano Ducci afirmou que ainda neste ano será feita a licitação das obras da reforma do terminal rodoviário e entorno, num investimento de R$ 36,5 milhões que integram o PAC da Copa. “Amanhã mesmo daremos entrada do projeto na Caixa Econômica para avaliação e, com a aprovação da Caixa, iniciaremos o processo de licitação”, completou o prefeito.


"A Rodoviária é estratégica para a cidade e para a Copa do Mundo de 2014”, disse Luciano Ducci. “Muitas pessoas do Paraná, de outros estados e até mesmo países chegam a Curitiba de ônibus. Por isso queremos uma rodoviária moderna e que ofereça conforto e segurança ao usuário”, frisou o prefeito.

23 de set. de 2011

Em tempos de diálogo, Paraná vive uma nova fase

Desacostumados, depois de tantos anos em que o diálogo político não fluía com tanta facilidade, envolvendo os governos municipal, estadual e federal, os paranaenses estão se surpreendendo com a atualidade.

Afastados os dias tumultuados em que a falta de parcerias de nossos homens públicos, mais preocupados com seus interesses partidários do que pela vigilância e busca aos assuntos de real motivação para os paranaenses, passamos a viver um novo tempo em nosso estado sem que muita gente tenha se dado conta.

Sem falar em outras tantas provas desse novo tempo que estamos vivendo no Paraná, a partir de 2011, basta citarmos a questão do metrô curitibano, obra em fase de planejamento e liberação de recursos que vem tendo, graças ao diálogo facilitado de prefeito, governador, ministros e Presidência da República, um encaminhamento que surpreende até mesmo os mais ferrenhos adversários políticos, todos voltados, pela primeira vez em muito tempo, para uma causa comum.

Fica evidente, também, que graças ao afastamento do dia a dia daquele que nos últimos 30 anos vinha se constituindo no principal fator desagregador politicamente dos interesses comuns paranaenses, a situação mudou da água para o vinho como se diz popularmente.

Afastadas as influências geradas por um instrumento do contra em que se transformou o homem público chamado Roberto Requião, aí estão servindo de exemplo para a classe política em geral os diálogos abertos que são promovidos hoje entre Luciano Ducci e Beto Richa com Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Dilma Rousseff, mostrando resultados que visam, realmente, atender os reclamos populares, a começar pelo metrô curitibano que está prestes a ter sua grande arrancada a partir da visita da presidenta da República dia 30 do corrente, quando anunciará o montante da liberação de recursos federais que serão juntados aos recursos estadual e municipal para tornar uma obra que não visa somente a Copa do Mundo de 2014, mas mira no futuro moderno e confortável em termos de transporte coletivo para uma grande coletividade.

Independente de seus interesses partidários em particular, já que tanto prefeito, governador, ministros e a presidente têm seus objetivos políticos de futuro, a verdade é que todos estão dando, nestes últimos tempos, um passo decisivo para parcerias ainda mais promissoras e que certamente colocarão o Paraná como exemplo para o país.


Diálogo

Nem mesmo Jaime Lerner com sua facilidade de acesso ao governo tucano ou collorido da época conseguiu tanta facilidade de diálogo como vem ocorrendo na atualidade, surpreendendo uns e, naturalmente, irritando aqueles que ainda vivem os resquícios de um tempo no qual estavam assentados exclusivamente os interesses requianistas de manter seu status perante o estado e o país.

Afastado do governo depois dos dois últimos mandatos, onde arrastou inclusive o vice Orlando Pessuti para uma situação de concordância que acabou por jogá-lo na vala comum dos políticos que perderam o bonde da história, Roberto Requião conseguiu, com as calças nas mãos, como se disse popularmente na última eleição, chegar ao Senado onde nestes últimos oito meses provou que está em sua derradeira fase política, e sem qualquer expressão.

Luciano Ducci, que assumiu a prefeitura de Curitiba mantendo o clima de diálogo que se exemplificou na imagem de Beto Richa, completa uma dupla que politicamente vai somando cada vez mais, a ponto de surpreender com um governo paranaense de coalizão que deixou isoladas forças que ficaram sem maior expressão pela insistência em se manter distante do diálogo.

Abrindo as portas do governo estadual e buscando em Brasília mostrar que o Paraná estava aberto ao diálogo, Beto Richa conquistou e pode, graças à simpatia e aos mesmos interesses para com o estado por parte de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, estender o tapete até a Presidência da República.

Diálogo estabelecido, deixando de lado a politicagem que até então dominavam as relações Paraná-Brasília, abriu-se um canal de acesso com via de mão dupla que vai, mesmo contrariando outras forças políticas estaduais e federais, atingindo plenamente os objetivos de todos os paranaenses.

O primeiro resultado prático, o metrô curitibano que já no início de outubro promete encaminhar projetos e detalhes para uma transformação imediata em obras, tende a ser o exemplo do rumo a ser seguido, valorizando todos os participantes desta parceria que transformou o tempo do tumulto e das intrigas políticas em fase de diálogo e do encontro de interesses de todos nós paranaenses.

Esta nova realidade que estamos vivendo no Paraná só não enxerga quem não quer ou tem como objetivo unicamente cuidar de seus próprios interesses e não de toda a coletividade.


22 de set. de 2011

Arena estará concluída até dezembro de 2012, diz Petraglia à Comissão da Copa

A Câmara Municipal de Curitiba promoveu, nesta quinta-feira (22), um debate sobre a conclusão do estádio Joaquim Américo, a Arena da Baixada, do Clube Atlético Paranaense, para a realização da Copa de 2014. A convite da Comissão da Copa, Mário Celso Petraglia, conselheiro do clube, explicou o desenho institucional adotado para garantir a realização do evento internacional em Curitiba.

Petraglia informou que 17 conselheiros foram escolhidos para formar uma Comissão de Autogestão, presidida por ele próprio, que ficará responsável por coordenar a retomada das obras e a criação de uma sociedade de propósito específico (SPE), a fim de acessar recursos não-financiáveis a clubes de futebol. “Não concordávamos em entregar as obras para empreiteiras e ficar amarrados por mais de 20 anos. Reagimos e apresentamos uma proposta de autogestão, que foi a vencedora”, justifica o conselheiro.

Ele apresentou uma nova estimativa de custos totais para a conclusão do estádio, fixada em R$ 180 milhões. Destes, o Atlético Paranaense arcaria com R$ 60 milhões e o restante seria proveniente do potencial construtivo, cujo valor disponibilizado é reajustado por um indicador monetário próprio do mercado da construção civil. “Curitiba é a cidade que menos gastará para trazer os jogos da Copa, numa média de 10% a 15% do que os outros estados estão gastando”, relatou Petraglia.

O presidente da comissão de autogestão afirmou que a SPE será constituída quase que integralmente com capital do próprio clube. “Ela não terá fins lucrativos, visando só a quitação do financiamento. Ela também irá administrar a obra, que é multisserviço, envolvendo cerca de 20 especialidades diferentes”, disse Petraglia. A expectativa é retomar as obras já no próximo dia 3 de outubro, desde que não atrapalhem o mando de jogo do Atlético, cujas partidas em 2011 serão ainda realizadas no Joaquim Américo. “A previsão é estar com a obra concluída até dezembro de 2012, a tempo da Copa das Confederações”, adiantou.

A reunião da Comissão da Copa foi presidida pelo vereador Pedro Paulo (PT), com a participação de Juliano Borghetti (PP), relator da matéria, e dos vereadores Aladim Luciano (PV), Jorge Yamawaki (PSDB), Roberto Hinça (PDT), Julieta Reis (DEM), Julião Sobota (PSC), Renata Bueno (PPS) e Serginho do Posto (PSDB). Os vereadores demonstraram otimismo com o cronograma apresentado e elogiaram a disponibilidade do conselheiro do Atlético em comparecer a uma reunião aberta à população. Petraglia disse estar agradecido pela oportunidade e defendeu investimentos também em entretenimento. “O Brasil é a pátria de chuteiras, como dizia o poeta. O clube de futebol é uma instituição privada, mas com finalidade pública. Trata da alegria do torcedor”, afirmou. (Foto - Anderson Tozato)

19 de set. de 2011

Começa hoje a interdição no Afonso Pena

A partir desta segunda-feira (19) começam as obras de melhorias da pista do Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, causando com isso a interdição de pousos e decolagens em horários durante os finais de semana e as madrugadas.

De acordo com um cronograma estabelecido com vistas às melhorias do aeroporto por causa da Copa do Mundo de 2014, até junho do ano que vem a pista será fechada de segunda a sábado entre 0h15 e 6h15, e das 20h15 de sábado até as 12h15 de domingo.

Empresas aéreas já estão alertando os passageiros, bem como as agências de viagens, por conta destas alterações de horários que vão modificar diversas situações de viagens que já estavam antecipadamente programadas e que serão modificadas em seus horários até o próximo ano.

A previsão de investimentos no Afonso Pena para estas obras é da ordem de 72,8 milhões de reais, sendo que algumas obras, como as do estacionamento, estão em pleno andamento, inclusive trazendo sérios transtornos aos passageiros.

10 de ago. de 2011

O PLÁ: A Copa de 2014 dentro e fora de campo

O Velho e Rude Esporte Bretão, como é o título de recente livro lançado pelo meu amigo Carlos Alberto Pessoa, o Nêgo Pessoa, me leva nesta semana a tratar a respeito do assunto.

Tudo porque o Brasil começou a viver mais intensamente a Copa de 2014, pelo menos por parte de um círculo hoje mais intimamente ligado ao assunto, diante do recente sorteio dos grupos para as Eliminatórias visando o mundial de futebol, que inclusive terá Curitiba como uma das cidades subsedes da disputa.

Profissional da comunicação que por muitos anos se dedicou à narração de grandes confrontos, inclusive entre seleções, adquiri alguma experiência a respeito do assunto.

Hoje, depois de jogar a toalha em relação a essa área de trabalho, acompanho esporadicamente o futebol porque me desiludi quanto a essa prática que nos tempos do romantismo de tal arte esportiva fazia realmente as emoções de um público que percentualmente era bem maior do que ocorre na atualidade.

O futebol perdeu, e muito, aquela aura que o cercava e que faz o material cuja análise pelo Nêgo Pessoa nos remete a um passado não muito distante, mas que permite relembrar emoções e momentos de glória vividos em um tempo cuja inocência, quem sabe, criavam imagens e situações que nem se comparam aos dias atuais quando este esporte se transformou em negócio.

Aliás, um senhor negócio. Embora veja hoje alguns atletas correndo para o público e beijando a camisa no lado que bate o coração, onde fica o símbolo da equipe que defende, sabemos que não existe mais o tal amor à camisa.

Tudo se resume a uma questão de sobrevivência para uns e de altos ganhos para outros que trocam de clubes, sejam jogadores ou técnicos, como muitos de nós trocamos de camisa, de olho na fortuna que passou a envolver as disputas por todos os cantos deste mundo.

E o Brasil, claro, celeiro de craques, virou o cobiçado mercado onde se abastecem mercadores do esporte que estão sempre de olho com objetivo de fazer o melhor negócio para si, como empresário, ou para os clubes que detém os direitos federativos, sobrando para os profissionais um percentual que se chegar ao exterior permite o sonho de amealhar verdadeira fortuna.

Mas o objetivo deste comentário não é o futebol propriamente dito, assunto no qual me vejo envolvido pela leitura de cabeceira da gostosa obra que o Nêgo Pessoa nos proporcionou relembrando o tempo do romantismo de nosso futebol com situações e personagens.

Aproveitei o assunto por conta do sorteio dos grupos para as Eliminatórias para registrar duas situações.

Primeiro, o fato de que um acontecimento deste tipo, que em outros tempos daria ao brasileiro a oportunidade para ficar comentando em casa, no serviço, nas reuniões sociais e nas ruas, todos os detalhes do envolvimento das seleções em cada grupo das Eliminatórias.

O assunto era esgotado porque o país, naqueles tempos, tinha milhões de técnicos e especialistas analisando e tirando suas conclusões sobre quem é quem e quais as seleções que realmente terão chance de chegar às finais da Copa. Os tempos mudaram.

Hoje, depois da repercussão no dia do sorteio e do final de semana, ninguém lembra mais nada e o assunto deu lugar a outras matérias de maior interesse e que exigem do cidadão uma corrida em busca da sobrevivência.

Sou até capaz de apostar que muitos nem lembram todos os atletas que foram astros do sorteio ou das chaves que reúnem as zebras e as melhores seleções.

É o fim definitivo do tempo de romantismo que exigia do cidadão brasileiro um conhecimento completo de tudo que se referia ao futebol, sob pena de que fosse considerada uma pessoa despreparada para a realidade do mundo que nos rodeava.

Pois é, os tempos mudaram e, infelizmente, muitos não se deram conta disso.

Além dessa mudança, há outra que está a caminho e é, justamente, a que mais me interessou colocar como destaque deste comentário.

Dilma Rousseff, cumprindo o papel de presidente da República, cujo governo começou a se identificar para os brasileiros com uma imagem de personalidade forte e objetiva, foi quem nos deu oportunidade para esta análise.

No combate à corrupção, era inevitável que o futebol, como a política, celeiro de situações que vinham se arrastando praticamente sem nenhum controle, fosse transformado, de repente, em alvo dos novos tempos que estamos vivendo e que é o da transparência total.

Usando Pelé, o jogador símbolo de nosso futebol, a presidenta chutou para escanteio Ricardo Teixeira, um verdadeiro mal que domina este esporte há muitos anos e que recebeu o comando do sogro, João Havelange, como se esta área do país verde-amarelo fosse objeto de herança familiar.

Vários corruptos foram caindo através dos tempos, mas Ricardo Teixeira se mantinha, pelo menos até este recente registro, como o “dono” do futebol brasileiro e da Copa que terá o Brasil como sede em 2014.

Dilma Rousseff deu o recado.

Evitou o presidente da CBF com sua imagem contaminando a Presidência da República e deu o recado curto e grosso de que, gostem ou não, a Copa de 2014 será, também, o divisor de águas de um país que combate a corrupção.

Na maior cara de pau Ricardo Teixeira se fez de desentendido e graças ao puxa-saquismo daqueles que vivem do futebol e das ações deste dirigente, passou como se o recado de Dilma Rousseff contra a corrupção no futebol não tivesse o endereço certo.

Por essa razão é que resolvi falar de futebol como alavanca de um comentário que na verdade tem o objetivo de saudar, com muito entusiasmo, os novos tempos que estão tomando conta do país, o tempo de combate à corrupção.

No futebol, este combate tem um alvo: Ricardo Teixeira. (Luiz Fernando Fedeger)

27 de jul. de 2011

Curitiba terá estande no sorteio das eliminatórias da Copa

A cidade de Curitiba será representada pelo prefeito Luciano Ducci no Sorteio Preliminar das eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA 2014, no próximo sábado (30), na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. O prefeito curitibano estará no evento ao lado da presidente Dilma Rousseff, de governadores e prefeitos das 12 cidades-sedes do Mundial. Curitiba terá um estande na Marina da Glória, onde haverá divulgação da cidade e dos preparativos para a Copa.

“O sorteio será o primeiro grande evento no Brasil para a Copa do Mundo e Curitiba estará representada. Diariamente trabalhamos para que a nossa cidade seja uma das melhores sedes do Mundial”, afirmou o prefeito Luciano Ducci.

O sorteio das eliminatórias definirá o destino de 166 seleções. Como o Brasil é sede da Copa, a Seleção Brasileira já está automaticamente classificada, sem a necessidade de disputar as eliminatórias.

O evento de sábado, no Rio de Janeiro, terá a presença de representantes de 106 federações, incluídos aí 38 técnicos das seleções nacionais que disputam as eliminatórias. "O Sorteio Preliminar determinará os grupos das eliminatórias de cinco das seis confederações – com exceção da América do Sul, cujo torneio é disputado em sistema de turno e returno", diz o secretário da Copa, Luiz de Carvalho, que também estará no evento do Sorteio Preliminar.


21 de jul. de 2011

Prefeitura detalha obras da Copa ao TCE

Secretário municipal da Copa, Luiz de Carvalho, apresenta os andamentos do projeto do PAC da Copa da Prefeitura de Curitiba no TCE (Brunno Covello)

O andamento dos projetos do PAC da Copa da Prefeitura de Curitiba foi tema de reunião na quarta-feira (20) no Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR).  “Toda a nossa equipe da Prefeitura está à disposição do Tribunal de Contas para prestar todos os esclarecimentos sobre os projetos do PAC da Copa de Curitiba”, disse o secretário municipal da Copa, Luiz de Carvalho.

Segundo o presidente do TCE-PR, Fernando Augusto Mello de Guimarães, o detalhamento dos projetos e obras é importante no processo de planejamento e controle do Tribunal. “Essas reuniões são importantes porque mostram uma visão geral do que está sendo feito. Assim o Tribunal de Contas se situa e podemos planejar ações de controle de fiscalização das obras”, disse Guimarães.

Dentro do prazo

Na apresentação feita pelo secretário e a engenheira do Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba (Ippuc) Susana Costa, assessora técnica da Prefeitura para a Copa, foi mostrado aos conselheiros do TCE que a cidade cumpre o cronograma previsto para o mundial. “A estimativa da Prefeitura é que todas as obras do PAC da Copa terminem no final de 2012 ou no máximo no primeiro trimestre de 2013, para que a cidade possa sediar também a Copa das Confederações da FIFA”, disse Luiz de Carvalho.

7 projetos

Na reunião foram apresentados e detalhados os sete projetos que integram a matriz de responsabilidade de Curitiba para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014: Corredor Aeroporto-Rodoferroviária; SIM (Sistema Integrado de Monitoramento); Corredor Cândido de Abreu; Reforma da Rodoferroviária; BRT na extensão da Linha Verde Sul; Reforma e ampliação do Terminal do Santa Cândida e Requalificação da Avenida Marechal Floriano Peixoto. “A ideia da reunião foi mostrar aos outros conselheiros do Tribunal de Contas o que está acontecendo de obras na cidade”, disse Heinz Herwig, presidente da Comissão da Copa do TCE-PR. Os conselheiros Caio Soarez e Ivan Bonilha também participaram da reunião.


6 de jul. de 2011

Aeroporto Afonso Pena dobra locais de embarque e desembarque de passageiros


Foi assinada a ordem de serviço para o início de obras e ampliação do pátio de aeronaves do Aeroporto Afonso Pena, devendo aumentar de seis para quinze locais de embarque e desembarque de passageiros, sem precisar dos ônibus. Serão mais oito para uso de passageiros e uma de reserva.

As obras começam nesta quarta-feira, dia 6, com prazo de 12 meses para a sua conclusão, segundo avaliação da construtora Empo. O investimento é de R$23 milhões e está incluído no PAC da Copa.

“Hoje passam pelo aeroporto cerca de 20 mil passageiros por dia, com 240 vôos. Essas obras que estamos anunciando representam um ganho técnico e operacional muito significativo, pois vão ajudar a dar vazão a todo tráfego aéreo que a Copa do Mundo vai exigir”, disse Antonio Pallu, superintendente do Afonso Pena.

“Considero muito importante estas obras do nosso aeroporto principal, pois vai gerar um grande benefício para os usuários. Além do aumento dos pontos de embarque e desembarque de passageiros, também está sendo ampliado o pátio de estacionamento de veículos, que deverá passar de 670 vagas para 2.070”, afirmou Mario Celso Cunha, secretário de Estado para Assuntos da Copa do Mundo da FIFA 2014.

A estimativa da Infraero é que passem pelo Aeroporto Afonso Pena, neste ano, um total de 6,7 milhões de passageiros. “Teremos um aeroporto melhor equipado e com mais conforto. Sem dúvida, é um ganho muito importante”, disse o secretário Municipal da Copa de Curitiba, Luiz de Carvalho. Também participaram do ato o prefeito de São José dos Pinhais, Ivan Rodrigues, e os diretores da empresa construtora.


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