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22 de nov. de 2011

Gilberto Carvalho está de saco cheio

Segundo notícia publicada pela colunista Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo, o ministro paranaense Gilberto Carvalho, que responde pela Secretaria-Geral da Presidência da República, “está de saco cheio”.

É que ele tem sido o encarregado por Dilma Rousseff de comunicar aos ministros que desembarcam do governo a decisão da presidente. 

Como vem do governo Lula e foi sempre amigo de todos os que permaneceram no atual governo, Gilberto Carvalho tem se sentido como o encarregado do 
beijo da morte.

24 de jun. de 2011

República do Paraná passou a governar o país com Dilma



Demorou, mas finalmente o Paraná chegou ao seu grande destino.

Fato que nunca antes havia sido registrado com tal expressão, o Paraná inicia o segundo semestre de 2011, sendo considerado o núcleo político hoje mais poderoso junto ao governo da presidenta Dilma Rousseff.

Da presença ao lado da presidenta, dos ministros Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, que passaram a fazer parte do núcleo mais próximo de Dilma, vários outros nomes passaram a ocupar posições de destaque na administração federal.

Além das duas presenças ministeriais, cargos importantes, como a presidência da Itaipu Binacional, com Jorge Samek, temos hoje a presença de Gilberto Carvalho na Secretaria Geral da Presidência, e contamos, ainda, com Rodrigo Rocha Loures na assessoria direta ao vice-presidente da República, Michel Temer.

São destaques também Osmar Dias, vice-presidente de crédito agrícola do Banco do Brasil, Orlando Pessuti, conselheiro administrativo do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Lygia Puppato, de diretora de Inclusão Digital junto ao Ministério das Comunicações, bem como o interlocutor em nome do PT, deputado André Vargas, que também é secretário de comunicação do partido, ao lado de Ângelo Vanhoni, Assis do Couto e Dr. Rosinha, entre outros tantos paranaenses em postos menores, porém não menos expressivos, como é o caso de Neivo Beraldin, hoje na Superintendência Regional do Trabalho.

Nunca antes na historia deste país, como dizia Lula, o Paraná teve uma presença tão expressiva em postos chaves da Presidência da República ou em seu entorno, razão pela qual muito se espera desta elevada representação política que conquistamos em Brasília.

Com o governo Beto Richa rompendo as barreiras da arrogância e da ignorância que por muito tempo imperou com Requião em relação ao plano federal, chegou a hora, mais do que nunca, do Paraná aproveitar realmente estas conquistas de posições que estão repercutindo.


22 de jun. de 2011

O PLÁ: Representação política

Gleisi, Dilma e Paulo Bernardo
Nos últimos anos, desde o final dos chamados anos do arbítrio, nunca o Paraná esteve tão bem representado na esfera federal quanto na atualidade. Não falamos em cor partidária, mas na realidade de cargos que estão sendo ocupados nas mais altas esferas do país através de representantes com uma ligação mais íntima com nosso estado. Já houve tempos em que o PMDB ocupou posição mais ou menos favorável em Brasília, mas nem por isso desfrutou de uma condição de projeção tanto quanto vem acontecendo nestes primeiros tempos do governo Dilma Rousseff.

Cercando-se de um casal que é considerado hoje o mais poderoso politicamente no país, Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, ocupantes dos Ministérios das Comunicações e da Casa Civil, respectivamente, a presidenta Dilma Rousseff deu ao Paraná um status político que nunca antes foi registrado em nossa história. Integrado por outras forças políticas de expressão como Jorge Samek na Itaipu, Gilberto Carvalho na Secretária-Geral da Presidência, Rodrigo Rocha Loures no gabinete do vice-presidente Michel Temer, Lygia Puppato na Secretaria de Inclusão Digital, Osmar Dias numa das diretorias do Banco do Brasil, Orlando Pessuti numa das diretorias do BNDES, entre outros, contamos hoje com vários nomes que vão ocupando posições de destaque no plano nacional, mostrando que a força política paranaense, finalmente, chegou a um estágio que supera os demais estados do sul, fato que jamais aconteceu na história presidencial. Já tivemos outros ministros, é verdade, mas nunca a história de representação política chegou a tantos nomes que vão sendo conhecidos em diversas áreas, elevando com isso o nível de nossa força junto ao governo federal.

Com uma bancada que têm agora as portas abertas em diversos segmentos do governo, o Paraná tem a quem recorrer e não pode mais usar como desculpa o fato de que os melhores espaços em Brasília estão sendo ocupados por gente do norte-nordeste, principalmente, sempre a região mais privilegiada do país, sem contar São Paulo, Rio e Minas que por natureza sempre tiveram lugares de importância no contexto governamental nacional. Superando um status que há muito tempo nos colocava, pela falta de diálogo e ousadia até de nossos políticos, em posições inferiores aos próprios catarinenses que se projetaram na história dos últimos governos, o Paraná, agora, não tem do que se queixar. Cabe agora usar a abusar desta oportunidade, com a cobrança por parte dos paranaenses em geral daqueles que nos representam, seja no âmbito Executivo, mas principalmente no Legislativo, pois os deputados federais tem portas abertas, independente de partidos, para buscarem o pleno atendimento de nossas mais importantes reivindicações.

Beto Richa e Dilma
Mas o ponto ainda mais importante a se destacar é o restabelecimento de diálogo entre o Paraná e Brasília, por conta de um governo que deixou a posição de prepotência ou de humildade excessiva que o caracterizou no passado para ganhar um estágio de respeito e de contato mais direto entre o governo deste estado e o governo federal. Beto Richa semeou e já começa a colher frutos de um respeito mutuo com o governo de Dilma Rousseff, razão pela qual tem facilidade de sentar-se a mesa com tantos quantos forem os setores onde se faça necessária a sua presença para invocar atenção para com o Paraná. Deixamos no passado o comportamento arrogante que Requião usou durante os últimos quase oito anos, restabelecido em parte por Orlando Pessuti em apenas nove meses de administração, e divisamos um horizonte de pleno diálogo entre o Paraná e Brasília que pode se transformar em instrumento de muita utilidade para nossas principais reivindicações.

Isto é representação política, palavra com que estávamos pouco acostumados e que volta a fazer parte do nosso vocabulário político. Valorizando os escolhidos, seja para o qual cargo for, independente da cor partidária que possa nos afastar em alguma circunstância, esperamos de nossos públicos, e mulheres, públicos (as), um comportamento que daqui para frente mostre o Paraná vivendo, realmente, novos rumos.

Deixamos no passado o comportamento arrogante que Requião usou durante os últimos quase oito anos, restabelecido em parte por Pessuti em apenas nove meses de administração, e divisamos um horizonte de pleno diálogo entre o Paraná e Brasília que pode se transformar em instrumento de muita utilidade para nossas mais importantes reivindicações. (Luiz Fernando Fedeger)


O PLÁ: Um futuro político promissor

Dilma Rousseff e Gleisi Hoffmann (Foto - Veja)


Independente da cor partidária é preciso que cada um de nós esteja consciente do importante momento político que vive o Paraná. Sempre buscamos uma afirmação maior no plano federal, buscando representação capaz de afirmar a presença de representantes do Paraná nos altos escalões da República.

Lembro da luta dos paranaenses nos últimos cinquenta anos, vibrando com as misérias que nos eram oferecidas de Brasília em termos de presença política no governo, gerando com isso a preocupação quanto ao atendimento de pleitos exigidos pelo nosso povo em igualdade de condições com outros estados. A escolha de um ou dois, no máximo, nomes de expressão ocupando cargo ministerial ou algum outro posto na República era sempre motivo de festa e orgulho dos paranaenses, sempre invejosos em relação aos irmãos nordestinos, e até aos catarinenses, cuja representação política sempre foi mais expressiva.

Nos últimos dias, contudo, equilibrou-se a balança da representação em Brasília, quando emplacamos pelo menos mais dois nomes que passam a ocupar postos de destaque no governo federal, sem falar em uma suplência senatorial que se transforma em titular, e nos outros cargos que podem, ainda, vir na sequência destas escolhas. A presença da petista Gleisi Hoffmann como ministra-chefe da Casa Civil do governo Dilma, ao lado do seu companheiro Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, é a afirmação da promoção política paranaense em Brasília.

A esses nomes se somam os de Gilberto Carvalho, um ministro especial na Secretaria da Presidência, e de Rodrigo Rocha Loures, no gabinete do vice-presidente da República, o também peemedebista Michel Temer. Além deles, também, os nomes de Osmar Dias (PDT) já ocupando uma diretoria do Banco do Brasil, e de Orlando Pessuti (PMDB), escolhido para integrante de conselho do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sem esquecer que o primeiro-suplente de senador, Sérgio Souza (PMDB) é um nome que representa o nosso estado e está chegando a Brasília, centro do Poder neste país.

Como é natural, e seguindo, quem sabe, aquela alusão de que no símbolo paranaense tem uma foice que parece cortar uma cabeça, referências pouco lisonjeiras se fizeram ouvir em relação a determinadas escolhas, partindo até mesmo do boquirroto Roberto Requião (PMDB), que em Brasília deve estar se sentindo deslocado como se não tivesse sido eleito por nosso estado.

Repetindo o que dissemos em princípio, de que independente da cor partidária e de gostar ou não de fulano ou sicrano, de achar a Gleisi Hoffmann escolha mal feita por Dilma, a verdade é que o Brasil, em termos de Paraná pelo menos, está entrando em novo rumo. Um rumo que esperamos seja o mais acertado para felicidade de todos os brasileiros, cansados de Mensalão, de milagres no estilo Antonio Palocci e tantos outros registros oriundos do tempo do Lula, que precisa ser lembrado apenas como ex-presidente.

Com estas mudanças que colocaram a representação política do Paraná em destaque, Dilma deu um novo rumo ao seu governo, que vinha patinando na lembrança do governo anterior e sem mostrar sua verdadeira identidade. O futuro para o Paraná e, claro, para os próprios escolhidos para representar nosso estado em Brasília se afigura promissor. Esperamos, agora, que não nos decepcionem. (Luiz Fernando Fedeger)


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