O Democratas entrou na disputa pela indicação do vice na chapa de reeleição encabeçada pelo prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB).
De acordo com o deputado estadual Pedro Lupion, secretário-geral do DEM no Paraná, o nome mais cotado para a vaga é Osmar Bertoldi, deputado estadual licenciado, atual secretário municipal de Habitação. Correndo por fora mais dois nomes: Sabino Piccolo, vereador e presidente interino da Câmara, e Luciano Pizzato, ex-deputado federal que hoje é diretor-presidente da Compagás.
Além desse desejo do DEM, uma parte do PMDB tem a pretensão de colocar um de seus integrantes na disputa municipal junto a Luciano Ducci.
E o PSDB, é claro, que abriu mão de uma candidatura própria e tem como triunfo a boa relação de Ducci com o governador Beto Richa, queiram ou não, um player importantíssimo para as próximas eleições municipais.
Mostrando postagens com marcador DEMOCRATAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DEMOCRATAS. Mostrar todas as postagens
9 de dez. de 2011
28 de nov. de 2011
Fusão entre PSDB e DEM foi tema de conversa em Brasília
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado federal ACM Neto (DEM-BA) se reuniram na semana passada em Brasília para uma conversa reservada sobre uma eventual fusão dos seus partidos. O assunto pode deixar uns e outros com as penas arrepiadas e quase caindo da árvore, mas a verdade é que depois do nascimento do PSD o Democratas entrou em parafuso e a melhor solução, segundo muitos consideram, seria unir-se com o PSDB a partir do ano que vem.
3 de out. de 2011
ELEIÇÕES 2012: Partidos têm até o dia 7 de outubro para definir seus quadros
De olho nas eleições de 2012, começa a partir de hoje a contagem regressiva para mudanças de partidos ou filiações daqueles que pretendem disputar as próximas eleições municipais.
Com o Partido Social Democrático (PSD), idealizado por Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, que teve aprovada sua criação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por seis votos a um, o novo partido começa com cerca de 50 deputados federais em exercício, representando a quarta maior bancada da Câmara Federal, mais dois senadores, dois governadores, e arrastando uma legião considerável de deputados estaduais, prefeitos, vereadores e outras destacadas lideranças políticas espalhadas por todo o país.
Enquanto isso, os demais partidos estão em contagem regressiva até o dia 7 de outubro, data limite em que deverão estar com seus quadros definidos de filiados e que almejam concorrer às eleições municipais de 2012.
Uma semana de intensa agitação política e que não apenas pela criação do PSD que vai correr para definir o partido de olho nas próximas eleições, mas com as demais agremiações políticas buscando garantir espaço com a mesma finalidade.
PSD
O Partido Social Democrático está nascendo de uma dissidência do DEM, partido que perdeu de imediato 17 dos 44 deputados federais em atividades, fazendo com que os Democratas caíssem da sexta para sétima maior bancada na Câmara Federal.
O processo de criação do PSD foi recheado de denúncias e suspeitas em relação ao apoio que recebeu dos eleitores, enfrentando difíceis situações em alguns estados, entre os quais no Paraná, para confirmar seu registro final quando chegou a 16 registros regionais e conseguindo mais de 514 mil assinaturas de apoio em todo o país.
No Paraná, o PSD será comandado pelo deputado federal Eduardo Sciarra, e terá destacadas lideranças, como o deputado estadual Ney Leprevost, que inclusive tem seu nome, desde já, sendo citado como possível candidato a prefeito de Curitiba nas eleições do próximo ano.
Outros
Os demais partidos buscarão nesta primeira semana de outubro adequar seus quadros à realidade da lei eleitoral, de olho em 2012, registrando novos eleitores e preparando desde já futuras chapas para disputar prefeituras e câmaras municipais.
Em alguns casos já se observam situações difíceis que começam a serem enfrentadas por conta de alguns chamados “ditadores de partido”, caso de Valdir Rossoni e Roberto Requião, entre outros, os quais arrastam para suas siglas gente que se incompatibiliza com os atuais integrantes do PSDB e do PMDB, respectivamente, causando com isso interesse de outros em ficar com a filiação daqueles que estão descontentes com este tipo de comportamento.
Imaginando-se donos da verdade, gente como esses dois, os dirigentes partidários escolhem a seu gosto quem pode vencer as próximas eleições municipais, caso de Laranjeiras do Sul, onde Rossoni atropelou recolhendo ex-adversário e afastando companheiros tucanos, caso também do PMDB de Foz do Iguaçu, onde uns e outros já botaram a boca no trombone.
Até esta sexta-feira, portanto, muita água vai rolar por debaixo da ponte, muita bronca vai sair na imprensa, pois os interesses políticos precisam ser urgentemente definidos antes que vença o prazo de 7 de outubro.
Com o Partido Social Democrático (PSD), idealizado por Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, que teve aprovada sua criação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por seis votos a um, o novo partido começa com cerca de 50 deputados federais em exercício, representando a quarta maior bancada da Câmara Federal, mais dois senadores, dois governadores, e arrastando uma legião considerável de deputados estaduais, prefeitos, vereadores e outras destacadas lideranças políticas espalhadas por todo o país.
Enquanto isso, os demais partidos estão em contagem regressiva até o dia 7 de outubro, data limite em que deverão estar com seus quadros definidos de filiados e que almejam concorrer às eleições municipais de 2012.
Uma semana de intensa agitação política e que não apenas pela criação do PSD que vai correr para definir o partido de olho nas próximas eleições, mas com as demais agremiações políticas buscando garantir espaço com a mesma finalidade.
PSD
O Partido Social Democrático está nascendo de uma dissidência do DEM, partido que perdeu de imediato 17 dos 44 deputados federais em atividades, fazendo com que os Democratas caíssem da sexta para sétima maior bancada na Câmara Federal.
O processo de criação do PSD foi recheado de denúncias e suspeitas em relação ao apoio que recebeu dos eleitores, enfrentando difíceis situações em alguns estados, entre os quais no Paraná, para confirmar seu registro final quando chegou a 16 registros regionais e conseguindo mais de 514 mil assinaturas de apoio em todo o país.
No Paraná, o PSD será comandado pelo deputado federal Eduardo Sciarra, e terá destacadas lideranças, como o deputado estadual Ney Leprevost, que inclusive tem seu nome, desde já, sendo citado como possível candidato a prefeito de Curitiba nas eleições do próximo ano.
Outros
Os demais partidos buscarão nesta primeira semana de outubro adequar seus quadros à realidade da lei eleitoral, de olho em 2012, registrando novos eleitores e preparando desde já futuras chapas para disputar prefeituras e câmaras municipais.
Em alguns casos já se observam situações difíceis que começam a serem enfrentadas por conta de alguns chamados “ditadores de partido”, caso de Valdir Rossoni e Roberto Requião, entre outros, os quais arrastam para suas siglas gente que se incompatibiliza com os atuais integrantes do PSDB e do PMDB, respectivamente, causando com isso interesse de outros em ficar com a filiação daqueles que estão descontentes com este tipo de comportamento.
Imaginando-se donos da verdade, gente como esses dois, os dirigentes partidários escolhem a seu gosto quem pode vencer as próximas eleições municipais, caso de Laranjeiras do Sul, onde Rossoni atropelou recolhendo ex-adversário e afastando companheiros tucanos, caso também do PMDB de Foz do Iguaçu, onde uns e outros já botaram a boca no trombone.
Até esta sexta-feira, portanto, muita água vai rolar por debaixo da ponte, muita bronca vai sair na imprensa, pois os interesses políticos precisam ser urgentemente definidos antes que vença o prazo de 7 de outubro.
22 de ago. de 2011
Elio Rusch é o novo presidente do Democratas do Paraná
“Lealdade, respeito e valorização dos companheiros, fidelidade, trabalho e organização serão os valores máximos do Democratas do Paraná nesta nova jornada”. A manifestação foi feita pelo deputado estadual Elio Rusch, no sábado (20), após ser eleito por aclamação como novo presidente do diretório estadual do partido.
A convenção foi realizada em Curitiba e contou com a presença do governador em exercício, Flávio Arns (PSDB), do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), de deputados, secretários de estado, prefeitos, vereadores e outras lideranças de inúmeros municípios paranaenses. O destaque ficou mesmo por conta do grande prestigiamento de autoridades e de delegações de todas as regiões do estado.
Rusch sucede na presidência do Democratas o deputado federal Abelardo Lupion, que comandou o partido por onze anos. Lupion destacou, durante a convenção, que a agremiação ficará melhor sob o comando de Rusch, por sua estreita ligação com o governador Beto Richa (PSDB). “Eu tenho a certeza de que deixo o Democratas em mãos limpas e honradas”, acentuou.
Ao assumir a presidência, Elio Rusch enalteceu a grande contribuição dada por Abelardo Lupion e por sua comissão executiva, na condução do partido. Ele adiantou que a missão primeira da sua gestão será o fortalecimento do Democratas nos diretórios municipais, com novas filiações visando às eleições de 2012. “Pretendemos eleger o maior número possível de vereadores e prefeitos, buscando solidificar a representatividade do nosso partido”, anunciou.
Rusch fez questão de lembrar que o Democratas foi o primeiro partido a empenhar apoio incondicional à campanha de Beto Richa em 2010. “Quando fomos oposição, por oito anos, desempenhamos o nosso papel com coerência, na fiscalização responsável e ética. Agora que somos governo, ajudamos a administrar o Paraná com companheirismo, diálogo e respeito”, destacou. (Airton Kramer)
18 de jul. de 2011
Notinhas do dia 18/07
Golpe de mestre
Bem fez o governador Beto Richa (PSDB) em não ter nenhuma pressa para definir quem iria comandar o Escritório de Representação do Paraná em Brasília. Esta carta na manga serviu para uma grande jogada política com a recente nomeação do ex-deputado federal e ex-ministro Alceni Guerra, ex-DEM também para chefiar a “sucursal” do governo paranaense na capital federal. É que Alceni Guerra é um dos caciques do PSD, o partido em vias de criação pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab. O ex-ministro é liderança nacional e local do PSD, um dos seus fundadores. Com sua participação no governo Richa, aproxima seu partido em âmbito estadual do PSDB e, por extensão, da candidatura à reeleição do prefeito de Curitiba Luciano Ducci (PSB), aliado número um do governador. Como o PSD está sendo formado no Paraná por parlamentares importantes do DEM, prefeitos e vereadores de vários partidos, desta miscelânea vai nascer forte e competitivo. Será um aliado nada desprezível já para as eleições municipais de 2012 e deve crescer em tamanho e importância até as eleições de 2014, o maior objetivo de Richa, que mata dois coelhos com uma só cajadada. E, de quebra, fez uma boa escolha para o Escritório do Paraná, que deve apresentar bons resultados depois da atividade pífia das chefias nos oito anos do governo peemedebista.
Insistência
É sabido que o governador havia convidado anteriormente Alceni Guerra para chefiar o Escritório de Representação, por coincidência quando o ex-ministro havia se decidido a sair do DEM e articulava junto com o deputado federal Eduardo Sciarra, que vai presidir o PSD no Paraná, a organização do partido no Estado e ajudava Kassab em outras regiões.
A crise
Na época Alceni pediu para pensar, sem um não definitivo. Agora ele justifica que aceitou ocupar o cargo porque existe uma crise e o Escritório do Paraná precisa de chefia para contornar a situação com a bancada federal do Estado. Trata-se do cancelamento sem consulta aos demais colegas, pelo deputado Fernando Giacobo (PR), de uma emenda coletiva.
A função
Experiente, o ex-ministro destaca que não pretende interferir nos assuntos dos deputados federais, que são autônomos e independentes quanto à atuação parlamentar. Ao Escritório que representa o governo do Paraná, caberá articular e indicar ministérios e órgãos para captação de recursos federais para o Estado.
Para emendas
Em particular, as fontes de recursos para projetos previstos nas emendas dos Estados ao orçamento da União que exigem uma contrapartida dos governos estaduais para que efetivamente sejam viabilizados. Isso exige trânsito e diálogo com os órgãos federais e a bancada federal, experiência que Alceni tem de sobra.
Convenções
Sábado e domingo de muita atividade política em Curitiba. Ontem o Democratas fez sua convenção municipal, hoje é a vez do PMDB. Este, aliás, fará convenções na capital e em mais 102 municípios paranaenses. Mas o imbróglio mesmo é em Curitiba por conta da intransigência do senador Roberto Requião quanto ao retorno de Gustavo Fruet ao partido.
Democratas
Para a convenção do DEM estava tudo acertado previamente ara confirmar o apoio à reeleição do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB). Com mais de um ano de antecedência o DEM se insere na coligação governista para as eleições de 2012. O acordo inclui a nomeação por Ducci do deputado estadual Osmar Bertoldi para a Secretaria Especial de Habitação. Em troca o DEM elege Bertoldi presidente para garantir o apoio ao prefeito.
PMDB
Quanto ao PMDB, o senador Requião apresentou chapa única para o diretório e se lançou candidato a presidente. A eleição para a Executiva será hoje mesmo, após a do diretório. E ainda que o deputado estadual Stephanes Junior se apresente como candidato adversário de Requião na disputa pela presidência, o senador tem maioria para se garantir.
Candidatura
O resultado da convenção deve apenas aprofundar o racha entre as principais lideranças. O grupo de Requião de um lado e todos os deputados estaduais e federais do partido (a exceção de João Arruda, sobrinho do senador), de outro. Os parlamentares querem o retorno de Fruet. Na convenção de hoje, orquestrado por Requião, o PMDB também apresenta oficialmente a pré-candidatura do ex-deputado Rafael Greca para a prefeitura de Curitiba.
Mulheres...
A provinciana Curitiba assistiu ontem a um movimento político quase espontâneo, realizado em outros países e outras capitais brasileiras, a Marcha das Vadias. A manifestação surgiu na cidade de Toronto, no Canadá, como repúdio à afirmação de um policial, durante uma palestra, de que as mulheres deveriam evitar se vestir como “vadias” para não sofrerem abuso sexual ou estupro.
Em marcha
Organizadoras do evento explicaram que o objetivo é chamar a atenção para a situação de que as mulheres são atacadas todos os dias e grande parte delas sequer chega a denunciar a agressão. Além disso, uma das causas defendidas pela Marcha é o respeito a liberdade de se vestir e se portar como quiser, sem medo de possíveis moléstias ou ofensas verbais.
Caladas
Mesmo sendo bastante divulgada e com a intenção de alertar para as agressões às mulheres, nenhum político confirmou presença ou se manifestou a respeito. Pior: nenhuma mulher com mandato (Curitiba tem vereadoras) e na Assembleia são quatro deputadas estaduais, se posicionou a favor. A que ponto chega o moralismo por conta do nome da Marcha. E são essas mesmas políticas que pedem votos para mulheres.
Para empresas
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta semana a lei que autoriza a criação no Brasil da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada ou EIRELI. A nova categoria empresarial será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, que não poderá ser inferior a 100 vezes o salário mínimo. A lei, de autoria dos deputados federais Eduardo Sciarra, do Paraná, e Marcos Montes, de Minas Gerais, entra em vigor em 180 dias.
Impedir ‘laranjas’
Para Sciarra, a grande vantagem será eliminar a figura do “sócio fictício” ou “laranja”. “Como no Brasil essa modalidade de empresa não era permitida, muitas vezes o empreendedor criava sociedades de faz-de-conta, com um sócio minoritário que não decide ou nem chega a participar do negócio”, constata Sciarra.
Negócios
A empresa enquadrada na nova lei deverá ter a expressão EIRELI em seu nome jurídico, do mesmo modo como ocorre com as empresas limitadas (Ltda) e sociedades anônimas (S/A). Os registros serão feitos pelas Juntas Comerciais dos Estados. Para Sciarra, o projeto vai dinamizar e flexibilizar os negócios, inclusive como forma de impulsionar a economia brasileira. (Roseli Valério)
Assinar:
Postagens (Atom)


