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8 de dez. de 2011

Licitações suspensas na Copel e na Assembleia motivam especulações

Duas licitações foram suspensas nesta semana, motivando especulações. A primeira foi uma licitação promovida pela Copel, que pretendia comprar um avião de R$ 15.900.000,00 (quinze milhões e novecentos mil reais). 

Questionamentos feitos por empresas de transporte aéreo impediram a continuação do processo. 

Pelo edital, o avião deve ter capacidade para oito pessoas, um bar e uma tela de TV de 15 polegadas, no mínimo. 

A licitação foi considerada muito específica e as explicações do líder do governo não convenceram aqueles que fizeram os questionamentos. 

A Copel mostra, assim, que está interessada, tanto quanto a Assembleia que já promoveu licitação para alugar avião a ser utilizado pelos deputados, em ter maior conforto para seus diretores e funcionários que necessitem de viagens mais urgentes. 

Mas, por enquanto, a licitação está em suspenso. 

A outra licitação que foi derrubada nesta semana é a que envolve a TV Sinal, e que na última quarta-feira deveria ter sido sacramentada. 

No entanto, liminar concedida em solicitação da Exclusiva Produções impediu a sequência do processo que fica em suspenso até que todo o mérito da apelação a respeito tenha sido julgado. 

O contrato atual da TV Sinal com a produtora GW vai até o dia 31 de dezembro. 

Oito produtoras de vídeo de quatro estados concorreram nesta licitação.

1 de dez. de 2011

Resultado da licitação da TV Sinal promete disputa entre “padrinhos”

Nos bastidores o comentário é intenso, e embora digam que é apenas fofoca, está sendo aguardada com expectativa a divulgação do resultado de licitação envolvendo a TV Sinal da Assembleia Legislativa.

Tem gente apostando que entre todas as produtoras participantes da concorrência, que segundo dizem farão somente figuração, apenas duas tem realmente chance de ganhar esta possibilidade de produzir a programação de TV dos deputados paranaenses.

A primeira é a Prime, uma produtora de Florianópolis, que atende várias contas do governo catarinense e que seria a mais simpática para Valdir Rossoni, por indicação do senador Paulo Bauer, que é do PSDB, companheiro tucano do presidente da Assembleia, com o qual Rossoni teria relações familiares.

A segunda empresa com chance é a Zero Z, que seria apadrinhada pelo deputado Plauto Miró Guimarães (DEM), por ser de Ponta Grossa, base do deputado e que inclusive já teria sido escolhida para fazer sua campanha a prefeito em 2012.

Como vários itens devem pesar na escolha, além da preferência dos “padrinhos”, naturalmente, o resultado dessa licitação está sendo aguardado com expectativa.

18 de nov. de 2011

Fiep, Ocepar e ACP firmam convênio com a Assembleia para divulgar conteúdo na TV Sinal

Foi assinado ontem pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, o convênio de cooperação com a Assembleia Legislativa, juntamente com a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e a Associação Comercial do Paraná (ACP). As três entidades vão se alternar a cada semana, utilizando o espaço na TV Sinal para apresentar conteúdos relativos às suas áreas de atuação.

Desta forma cada entidade irá dispor de meia hora de programa a cada três semanas. Durante a assinatura do convênio, o presidente da Assembleia, deputado Valdir Rossini (PSDB), destacou a importância da parceria, que leva para dentro da programação da emissora os legítimos representantes do setor produtivo paranaense. “O objetivo é termos um conteúdo que possa servir melhor à população do Paraná.”, afirmou.

Para o presidente da Fiep, Edson Campagnolo, a iniciativa é importante pela possibilidade de disseminar o espírito empreendedor em um veículo de abrangência estadual. “O Paraná precisa despertar o empreendedorismo em todas as suas regiões para poder levar a industrialização a todo o Estado”, observou.

Além do presidente da Fiep e do deputado Rossoni, assinaram o convênio da programação o presidente da ACP, Edson Ramon e o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski. Grande esperteza essa da Mesa Executiva da Assembleia ao abrir este canal permanente com a nata do PIB paranaense. Nada como ficar bem com quem financia as campanhas eleitorais. (Roseli Valério)

7 de nov. de 2011

Assembleia lança hoje a Rede Legislativa da TV Sinal

Sem informar quantas câmaras municipais farão parte – o que sinaliza que devem ser poucas – a Mesa Executiva anunciou o lançamento da Rede Legislativa da TV Sinal para esta segunda-feira (7), com a assinatura de um convênio entre a Assembleia Legislativa e Câmaras Municipais do Estado.

“Estamos dinamizando as atividades da TV Sinal ao ampliar as oportunidades para que toda a sociedade esteja representada na programação deste canal, e oferecendo mais um instrumento para que o cidadão fiscalize seus representantes”. É o discurso do presidente Valdir Rossoni (PSDB), ao falar sobre a nova e inédita parceria.

A informação é de que o convênio será assinado por presidentes de Câmaras de “diversos municípios” paranaenses que possuem ‘TV Câmara’ e passarão a fazer uso compartilhado da TV Sinal, com a banda da emissora na respectiva região. Assim, no horário das 12 horas às 24 horas, a grade de programação será de responsabilidade da Assembleia Legislativa, com a programação da TV Sinal. E da meia-noite (zero hora) às 12 horas, a grade será de responsabilidade e uso das câmaras municipais.

A medida coloca em prática a Lei nº 12.485/2011 que dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado. Essa lei, no seu artigo 32, inciso X, já prevê, a propósito, o uso compartilhado do canal legislativo entre a Assembleia Legislativa e as Câmaras de Vereadores localizadas nos municípios da área de prestação do serviço, para divulgação dos trabalhos parlamentares e, em especial, a transmissão ao vivo das sessões plenárias.

Ou seja, a direção da Assembleia apenas vai cumprir a lei. O bom é que a parceria não traz nenhum ônus ou custos adicionais para as Câmaras e nem para o Legislativo estadual. Mas quem ganha nisso são os deputados estaduais que terão um público maior provavelmente, em especial o que interessa, formadores de opinião e cabos eleitorais. (Roseli Valério)

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