A greve dos Correios saiu cara: para os consumidores, para a empresa e para os próprios funcionários. Após 28 dias de paralisação, a perda para os consumidores foram as 185 milhões de correspondências acumuladas.
Para os Correios, a greve custou cerca de R$ 20 milhões por dia (R$ 560 milhões em 28 dias).
Os funcionários conseguiram um aumento real de R$ 80 a partir de outubro e reajuste de 6,87% a partir de agosto. Mas, segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o ato deve sair caro para os trabalhadores. O ministro disse que não ficou satisfeito com o desfecho do julgamento do dissídio da greve dos Correios.
"Eles receberam o que tínhamos oferecido. E vamos descontar um dia a mais do que tínhamos proposto. A sensação é de que os sindicatos estavam mais empenhados em suas brigas internas do que em resolver o problema dos trabalhadores", criticou. "Se tivessem parado a greve há dez dias, receberiam o mesmo aumento e teriam menos dias a pagar e a compensar." (AE)
Mostrando postagens com marcador GREVE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GREVE. Mostrar todas as postagens
13 de out. de 2011
26 de set. de 2011
Greve de bancários começa nesta terça em todo o país
Os bancários de todo o país iniciam greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira. Estão programadas assembleias de sindicatos da categoria de todo o país, nesta segunda-feira, para avaliar a nova proposta apresentada pelos bancos. A expectativa é de que se definam detalhes da paralisação, já que os termos oferecidos desagradaram o Comando Nacional dos Bancários, que coordena a campanha salarial.
Após uma série de rodadas de negociação da categoria com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os trabalhadores mostram-se insatisfeitos com a proposta de 8% de reajuste apresentada pela representação das empresas. O índice representa 0,56% de aumento real. A proposta também não contempla a valorização do piso da categoria nem da Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) da forma desejada pela categoria.
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (inflação do período mais aumento real de 5%), maior participação nos lucros, valorização do piso, fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, entre outros itens. A data-base da categoria em todo o país é em 1º de setembro. A pauta da campanha salarial nacional foi entregue em 12 de agosto.
A greve irá estender-se tanto a bancos privados quanto públicos. No caso da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, não foram realizadas mesas de negociação na sexta-feira. Enquanto a primeira cancelou o encontro, o segundo não chegou a marcar data para retomar as conversas. Ambos informaram que pretendem seguir os parâmetros salariais definidos com a Fenaban.
As assembleias estão marcadas para às 19h na maior parte das bases do país.
Após uma série de rodadas de negociação da categoria com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os trabalhadores mostram-se insatisfeitos com a proposta de 8% de reajuste apresentada pela representação das empresas. O índice representa 0,56% de aumento real. A proposta também não contempla a valorização do piso da categoria nem da Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) da forma desejada pela categoria.
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (inflação do período mais aumento real de 5%), maior participação nos lucros, valorização do piso, fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, entre outros itens. A data-base da categoria em todo o país é em 1º de setembro. A pauta da campanha salarial nacional foi entregue em 12 de agosto.
A greve irá estender-se tanto a bancos privados quanto públicos. No caso da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, não foram realizadas mesas de negociação na sexta-feira. Enquanto a primeira cancelou o encontro, o segundo não chegou a marcar data para retomar as conversas. Ambos informaram que pretendem seguir os parâmetros salariais definidos com a Fenaban.
As assembleias estão marcadas para às 19h na maior parte das bases do país.
15 de set. de 2011
Procon orienta sobre a greve dos Correios
O consumidor que, em razão da greve dos Correios, não receber contas a pagar pode procurar meios alternativos para a emissão da segunda via do documento de pagamento. A orientação é do Procon-PR, que lembra que o atraso no pagamento pode gerar multa e juros.
Segundo o Procon, em vários casos o boleto bancário pode ser impresso a partir da página do fornecedor na internet. Também é possível contatar o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa e solicitar a remessa do boleto por e-mail ou fax, pedir o código de barras do documento ou local para efetuar o pagamento.
Vale lembrar que o fornecedor deve disponibilizar ao consumidor outras formas de pagamento, além do boleto bancário. Se o cliente tiver algum prejuízo em razão da não disponibilidade, pode procurar os órgãos de defesa do consumidor.
A emissão do boleto não pode ser cobrada, conforme norma do Banco Central (Resolução 3.693/09). A cobrança já era considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), pois as despesas relacionadas ao processamento da fatura são de responsabilidade do fornecedor e não devem ser repassadas aos consumidores. (AEN)
Segundo o Procon, em vários casos o boleto bancário pode ser impresso a partir da página do fornecedor na internet. Também é possível contatar o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa e solicitar a remessa do boleto por e-mail ou fax, pedir o código de barras do documento ou local para efetuar o pagamento.
Vale lembrar que o fornecedor deve disponibilizar ao consumidor outras formas de pagamento, além do boleto bancário. Se o cliente tiver algum prejuízo em razão da não disponibilidade, pode procurar os órgãos de defesa do consumidor.
A emissão do boleto não pode ser cobrada, conforme norma do Banco Central (Resolução 3.693/09). A cobrança já era considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), pois as despesas relacionadas ao processamento da fatura são de responsabilidade do fornecedor e não devem ser repassadas aos consumidores. (AEN)
14 de set. de 2011
Funcionários dos Correios em greve
Os funcionários dos Correios decidiram ontem (13), em assembleia, pela paralização da categoria. Com a medida, os serviços de distribuição e postagem estão suspensos. A estimativa do Sintcom-PR, que representa os trabalhadores, é de que aproximadamente 1 milhão de paranaenses sentirão os efeitos da greve. Para se ter ideia da confusão, na greve dos Correios de 2009 cerca de 3,4 milhões de objetos e documentos ficaram retidos nos Correios somente no primeiro dia da greve.
Assinar:
Postagens (Atom)
