Ontem (12), Vargas utilizou-se do direito constitucional de ficar calado por boa parte do tempo do seu depoimento à CPI, que durou cerca de 40 minutos. Ele apenas respondeu algumas questões, mas nenhuma relacionada à Operação Lava Jato e nem ao PT, seu antigo partido.
O ex-parlamentar fez o comentário sobre a paciência em resposta à deputada Eliziane Gama (PPS-MA), que lamentou o permanente silêncio do ex-deputado na maioria dos questionamentos. Vargas apenas respondeu: "Sêneca, pensador romano, disse que as grandes injustiças se corrigem com o tempo, paciência e silêncio".
Na maioria das perguntas, o ex-petista respondia: "Vou me reservar ao direito de permanecer em silêncio". Quando perguntado se era amigo do doleiro Alberto Youssef, Vargas disse que o conheceu "vendendo coxinha no aeroclube de Londrina". "Eu o conheço há mais de 30 anos", afirmou. O ex-deputado, porém, disse que nunca recebeu repasses monetários do doleiro.

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