Veneri mostrou fotos de cenas registradas pelo vídeo que flagrou o ato do assessor e fez ponderações. Argumentou que o assessor arremessou do 8º andar do legislativo apenas uma planta que ao se espatifar no solo gerou poeira, sem colocar em risco qualquer pessoa. Afirmou ainda que a planta não foi lançada em direção aos policiais que estavam a mais de 50 metros de distância do local, e que não foi identificado nenhum fragmento do suposto vaso.
Os questionamentos apresentados por Veneri foram contestados pelo Missionário Ricardo Arruda, que também voltou a falar sobre o caso na tribuna. “O funcionário não se preocupou se iria matar ou ferir alguém”, assinalou o corregedor. “Não podemos achar normal no nosso dia a dia as pessoas atirarem objetos em outras por se sentirem incomodadas por alguma situação.” Segundo o Missionário Ricardo Arruda, ao contrário do que fala Veneri existem provas dos estilhaços do vaso.
Os questionamentos apresentados por Veneri foram contestados pelo Missionário Ricardo Arruda, que também voltou a falar sobre o caso na tribuna. “O funcionário não se preocupou se iria matar ou ferir alguém”, assinalou o corregedor. “Não podemos achar normal no nosso dia a dia as pessoas atirarem objetos em outras por se sentirem incomodadas por alguma situação.” Segundo o Missionário Ricardo Arruda, ao contrário do que fala Veneri existem provas dos estilhaços do vaso.

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