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NA FILA
São vários os políticos e partidos interessados na vice de Luciano Ducci – ele não pode concorrer à reeleição em 2016, eis o motivo. E, por conta disso, um jantar ontem no bairro de Santa Felicidade, reduto de campanhas eleitorais e políticos, iria reunir quatro “candidatos” à vice de Ducci: deputado estadual Osmar Bertoldi (DEM), deputado federal Fernando Francischini (PSDB) e mais os deputados estaduais Mauro Moraes (PSDB) e Ney Leprevost. (PSD).
O ‘COMPLÔ’
Dos quatro, Moraes e Leprevost são bons de voto em Curitiba. Diz que a intenção era firmar uma espécie de pacto contra a indicação de Rubens Bueno para vice. No caso de um do quarteto ser escolhido, os outros não criarão caso, mas se for o presidente do PPS, podem até ignorar a disputa em Curitiba.
CONVERSA MOLE
Não dá para levar a sério isso porque todos são ligados ao governador Richa, não apenas dos dois tucanos. E não vão deixar de pedir votos para a reeleição de Ducci. Se não for ordem direta de Richa, será do comando estadual de seus partidos. O prefeito de Curitiba sabe disso.
BLEFE
Falando no PPS de Curitiba, o fato de a sigla deixar somente para o dia 30 de junho, próximo sábado, para realizar sua convenção – é quando acaba o prazo – sinaliza que a intenção é ganhar tempo mesmo para negociar com Ducci e não para lançar candidato próprio, como vinham afirmando. Ao que parece o PPS usou a velha estratégia de candidatura própria para negociar mais a frente. Deu resultado.
NO OFICIAL
Oficialmente a convenção chama os filiados para escolher candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereadores, deliberar sobre coligações com outros partidos, denominar a coligação e definir estratégia eleitoral. Para a chapa de vereadores, o partido conta com cerca de 70 pré-candidatos. Uma das prioridades da sigla é ampliar a bancada, que conta atualmente com dois representantes na Câmara da capital.
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