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9 de nov. de 2011

Fusão dos clubes Concórdia e Curitibano cada vez mais difícil de acontecer

Sede Social do Clube Concórdia
Esfriou o ambiente em torno da fusão do Clube Concórdia com o Clube Curitibano. Recente festa folclórica no clube de origem germânica confirmou, através dos presentes ao evento, que a maioria dos associados é contra a fusão e está disposta a colaborar para que os problemas trabalhistas do Concórdia sejam sanados, evitando novamente a para eles tão desagradável conversa de fusão.

Pelo lado dos associados do Clube Curitibano, a fusão clubística ficou apenas na intenção, apesar da tentativa da diretoria do clube da Getúlio Vargas, que jamais imaginava uma reação contrária tão ampla. Por enquanto, o assunto ficará em segundo plano.

21 de out. de 2011

CURITIBANO & CONCÓRDIA: Um balde de água fria na fusão das sociedades

Quem imaginava que seria muito fácil levar no bico, e de forma apressada, uma fusão entre duas sociedades, caiu do cavalo.

Bastou irem a fundo na questão que teve até protocolo de intenções assinado por uns e outros para saberem um pouco mais a respeito.

Levantadas as dívidas trabalhistas do Clube Concórdia, que agora alguns associados imaginam pagar através de contribuições dos próprios remanescentes da sociedade, mais artistas plásticos que podem até doar algumas obras e gerar leilão para arrecadar recursos para pagar algumas dívidas, começaram a surgir os obstáculos.

A fusão do Clube Concórdia com o Clube Curitibano, interessado sobremaneira com o negócio, teve um balde de água fria jogado em cima das decisões que se encaminhavam muito rapidamente para definição.

Foi só falarem em um tal de “poder construtivo” para olhos brilhantes iluminarem a noite das discussões a respeito da fusão das duas sociedades.

Na última terça-feira uma centena de sócios aprovou aporte de capital no Concórdia com vistas a atender o passivo que teria apressado esta decisão de fusão.

Enquanto uns e outros reclamam que o colunista Aroldo Murá e o Impacto PR jogaram um balde de água fria nos negócios que estavam sendo bem encaminhados, há quem tenha, finalmente chegado a conclusão de que a fusão deve ser boa para ambas as partes e não consultando apenas determinados interesses.

Com a sociedade em geral se sentindo incomodada com este negócio, além dos poucos associados que ainda se identificam no Clube Concórdia com tal situação, tudo indica que muitos serão os baldes de água fria que impedirão continue acesa a fogueira.


5 de out. de 2011

CLUBES CONCÓRDIA & CURITIBANO: Potencial construtivo vem complicando a fusão social

A princípio parecia algo simples de ser resolvido, mas, à medida que foram sendo dados a conhecimento mais detalhes de um senhor negócio que alguém imaginou poderia passar desapercebido, mais pessoas, além de meia dúzia que se manifestou inicialmente, chegou a conclusão de que a fusão social entre o Clube Concórdia e o Clube Curitibano não é assim tão bom negócio na atualidade.

Com cerca de 500 associados, a maioria bem antiga e cultuando as tradições germânicas que deram origem ao clube, fica difícil convencer a maioria de que se trata, realmente, de um bom negócio para o Concórdia uma fusão com o Curitibano.

Depois de um acordo preliminar que chegou a ser comemorado, principalmente pelo Curitibano, que estaria de olho em um acervo altamente expressivo, as sedes da Rua Carlos Cavalcanti, que seria usada para um espaço cultural da entidade social da Rua Getúlio Vargas, mais o espaço da Rua Jacarezinho, que serviria para sede campestre do citado clube, tudo parecia se encaminhar para os detalhes finais que seriam resolvidos em assembleia geral.

Foi aí que entrou a história do “potencial construtivo”, instrumento que complicou todas as coisas.

De imediato, a meia dúzia que era contra a fusão aumentou, dobrou, triplicou e, certamente, hoje é a ampla maioria, contrária a negócio justamente pelas condições que o tal de “potencial construtivo” poderá proporcionar ao Concórdia em um breve futuro.

Se hoje uns e outros falam em dívidas trabalhistas enormes do Concórdia que poderiam complicar o negócio, esquecem,naturalmente, que as exigências para uma fusão conveniente não ficaria apenas no pedido de que os novos sócios do Curitibano, que seriam aqueles que viriam com a carteirinha do Concórdia, deveriam pagar uma mensalidade máxima de mais ou menos uns R$ 110 mensais.

Diante de tal quadro, com o “potencial construtivo” fazendo brilharem os olhos daqueles que são contra a fusão social, tudo está a indicar que o negócio que parecia tão fácil de acontecer fica cada vez mais complicado.

3 de out. de 2011

CURITIBA: Vereadores votam licitação do serviço de táxis

Entra em pauta para votação em plenário, nesta segunda-feira (3), o projeto de lei que determina critérios para o processo de licitação do serviço de táxis em Curitiba. A proposta é do vereador Jairo Marcelino (PSD), que justifica que o objetivo é atender os anseios dos profissionais inscritos na prefeitura há décadas e que não foram contemplados.

Segundo o texto, as autorizações deverão ser liberadas aos colaboradores com mais tempo de serviço ativo. Os ex-permissionários serão os últimos nos critérios de liberação das autorizações. O percentual de placas a serem autorizadas não poderá ser superior a 20% da frota já existente no município.

A Comissão de Licitação deverá ser composta por um representante do Executivo Municipal, um vereador, um representante do sindicato da categoria, um representante das centrais de radiotáxis e um colaborador autônomo. (CMC)

5 de set. de 2011

FUSÃO CURITIBANO E CONCÓRDIA: Tem linguiça debaixo dessa farofa?

As chamadas “Velhas Águias”, grupo de associados germânicos do Clube Concórdia que resolveu colocar água no chope de alguns entusiasmados a respeito da fusão dessa sociedade com o Clube Curitibano, está deixando uns e outros preocupados.

As notícias que nosso amigo Aroldo Murá tem publicado a respeito mostram que nem todos os antigos associados do Clube Concórdia estão de acordo com aquilo que alguns dirigentes da sociedade andaram firmando com o Clube Curitibano, entendendo que tem linguiça debaixo dessa farofa.

Um documento preliminar já foi firmado acertando a fusão, mas, como estão surgindo algumas dúvidas em torno do potencial construtivo das duas áreas do Concórdia, nas ruas Jacarezinho e Carlos Cavalcanti, tudo pode, ainda, bater na trave.

Tem gente achando que nesse “negócio” é justamente a valorização dos terrenos do Concórdia que tenha na verdade despertado a maior cobiça do Curitibano, razão pela qual associados antigos do clube germânico estariam dispostos a colocar água no chope das comemorações que já teriam sido antecipadas por uns e outros.

Em se tratando de um negócio de vulto e que envolve não apenas o aspecto social, tradicional e até histórico da situação, dá para sentir, nos bastidores, que a coisa está, realmente, deixando transparecer que pode ter linguiça debaixo dessa farofa.

Será?

12 de ago. de 2011

Como está a fusão do Curitibano com o Concórdia?

Tradicional sede social do Clube Concórdia, no centro de Curitiba

Já está dando o que falar a fusão do patrimônio do Clube Concórdia com o Clube Curitibano. Além da pinacoteca do clube de origem germânica que muitos querem saber qual será, há especulações em relação ao potencial construtivo da área onde se abriga o Concórdia, no centro de Curitiba. 

Patrimônio histórico, a sede em questão poderá ganhar os mesmos benefícios da Catedral em sua restauração, o que representará, também, um senhor negócio. 

Além do mais, a especulação se amplia para saber a respeito do potencial construtivo da área onde está a sede campestre do Concórdia, na Rua Jacarezinho. 

Pelo jeito, na área social tem gente achando que tem linguiça debaixo dessa farofa. 

Mas como tudo se anunciou publicamente, pode ser apenas fofoca de uns e outros. 

Na dúvida, se você é sócio de um dos dois clubes, tente saber tim-tim-por-tim-tim o que vai acontecer.

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