22 de jan. de 2014

Decreto que atendia pedófilo ficou parado na Casa Civil

Um decreto, sem assinatura, dormita na gaveta da ministra Gleisi Hoffmann
(Casa Civil) há dois anos e atendeu, entre os servidores comissionados
fichas sujas, seu ex-assessor Eduardo Gaieski - preso e acusado de
pedofilia no Paraná. Trata-se do decreto ficha limpa para enquadrar 99 mil
cargos comissionados no governo federal. A revelação é do O Globo na edição
de hoje.

"Em 2012, quando a Polícia Federal realizou a Operação Porto Seguro e
flagrou servidores federais em crimes, o governo prometeu agilizar um
decreto da Ficha Limpa para os 99 mil cargos comissionados do Executivo.
Meses antes, a Controladoria-Geral da União já havia enviado à Casa Civil
um modelo de texto. O documento permanece lá, sem data de publicação",
aponta o jornal.

Também em 2012, o Tribunal de Contas da União enviou ao Tribunal Superior
Eleitoral uma lista de pessoas inelegíveis devido a condenações no TCU.  Por
meio de nota, a CGU informa que a Ficha Limpa do Executivo “ainda está em
discussão no âmbito do governo, haja vista a complexidade da matéria” e que
a publicação do decreto é “uma medida da maior importância”.

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