7 de mai. de 2013

BETO FICA ISENTO NA VAGA DO TC; 4 ANOS DO ACIDENTE DE RIBAS CARLI E NADA DE JULGAMENTO;

BETO FICA ISENTO NA VAGA DO TC; 4 ANOS DO ACIDENTE DE RIBAS CARLI E NADA DE JULGAMENTO;





Novamente sobre o governador. Seu líder na Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB), fez ontem (06)o que todo líder de governo faz quando está para se iniciar o processo de escolha de novo conselheiro para o Tribunal de Contas do Estado. O tucano afirmou ontem que Richa não vai interferir na eleição para o TCE. EM DISPUTA A vaga que está sendo aberta é por aposentadoria compulsória já que o ex-deputado tucano Hermas Brandão completa 70 anos. O cargo é disputado pelos deputados estaduais Plauto Miró Guimarães (DEM) e Fábio Camargo (PTB), ambos da base governista. O petebista é criador de polêmicas e factóides, mas o pai é o atual presidente do Tribunal de Justiça do Paraná.



GOVERNISTA:
E a favor do democrata, o próprio Traiano comenta. “Lógico que temos um companheiro buscando esse espaço, o Plauto, que goza de excepcional confiança do governador. Mas a decisão é do plenário”, diz o líder. “É uma disputa interna do Parlamento. Depende do deputado conseguir convencer os colegas a estarem com ele nesse processo”, Traiano diz. QUATRO ANOS...:
Foi no início da madrugada de um 7 de maio, quatro anos atrás, que se deu o acidente de trânsito envolvendo o ex-deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho e que resultou na morte de Gilmar Yared, de 26 anos, e Carlos Murilo de Almeida, de 20. Laudos oficiais apontaram que o ex-deputado (na época exercia o mandato, depois renunciou), dirigia embriagado e a uma velocidade entre 161 e 173 quilômetros por hora. SEM JULGAMENTO:
No inquérito, Carli Filho foi acusado de homicídio com dolo eventual. O julgamento chegou a ser marcado para o último dia 26 de março, mas dia 21 de fevereiro passado o Superior Tribunal de Justiça acatou recurso da defesa e o suspendeu. A decisão remeteu ao Tribunal de Justiça do Paraná a reavaliação sobre a inclusão do exame de alcoolemia, que segundo os advogados de Carli Filho, não poderia ter sido usado como prova por ter sido colhido sem a sua autorização.
QUEM SABE:
No TJ, o processo está andando, com pronunciamento da Procuradoria de Justiça do Estado que opinou pela validade da colheita do exame. A ação estaria agora nas mãos do relator, Naor Macedo para pautar o julgamento. Na melhor das hipóteses, provavelmente o julgamento será marcado para o segundo semestre, no Tribunal do Júri.

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