8 de jul. de 2015

Lacaios de Lula, MST declara guerra e diz que não tolerará 'golpe' contra o governo

da Folha Centro Sul:Com Lula na mira da Lava Jato e sujeito a ir preso a qualquer momento, e
com Dilma no fundo do poço com 93% de desaprovação, o MST e outros lacaios
do Lulo-petismo/bolivariano publicaram,em seu site
<http://www.mst.org.br/2015/07/06/movimentos-populares-se-levantam-contra-o-golpe.html>,
que haverá enfrentamento contra os patriotas nacionalistas e que eles
chamam de 'conservadores e golpitas'.
E foram além, chamando O Juiz Moro e a Força Tarefa da Lava Jato de
justiceiros do judiciário.

O MST, postou o seguinte texto em seu *site
<http://www.mst.org.br/2015/07/06/movimentos-populares-se-levantam-contra-o-golpe.html>*
:[...] Em manifesto, militantes de movimentos populares, sindicais,
pastorais e partidos políticos reagem ao golpismo da oposição contra a presidente Dilma Rousseff. O grupo também denuncia ‘justiceiros’ do Judiciário, em referência à condução da Lava Jato pelo juiz Sérgio Moro e
pela força-tarefa do MP.
Nós, militantes de movimentos populares, sindicais, pastorais e partidos políticos, manifestamos o que segue:
1. Não aceitaremos a quebra da legalidade democrática, sob que pretexto for.
2. O povo brasileiro foi as urnas e escolheu, para um mandato de quatro
anos, a presidenta da República, 27 governadores de estado, os deputados e
deputadas que compõem a Câmara dos Deputados e as Assembleias Legislativas,
assim como elegeu para um mandato de 8 anos 1/3 do Senado Federal. Os
inconformados com o resultado das eleições ou com as ações dos mandatos
recém-nomeados têm todo o direito de fazer oposição, manifestar-se e lançar
mão de todos os recursos previstos em lei. Mas consideramos inaceitável e
nos insurgimos contra as reiteradas tentativas de setores da oposição e do
oligopólio da mídia, que buscam criar, através de procedimentos ilegais,
pretextos artificiais para a interrupção da legalidade democrática.
3. O povo brasileiro escolheu, em 1993, manter o presidencialismo. Desde
então, a relação entre o presidente da República e o Congresso Nacional já
passou por diversas fases. Mas nunca se viu o que se está vendo agora: a
tentativa, por parte do presidente da Câmara dos Deputados, às vezes em
conluio com o presidente do Senado, de usurpar os poderes presidenciais e
impor, ao país, uma pauta conservadora que não foi a vitoriosa nas eleições
de 2014. Contra esta coalizão eventual que no momento prevalece no
Congresso Nacional – disposta a aprovar uma reforma política conservadora,
a redução da maioridade penal, a violação da CLT via aprovação do PL 4330,
a alteração na Lei da Partilha, dentre tantas outras medidas – convocamos o
povo brasileiro a manifestar-se, a pressionar os legisladores, para que
respeitem os direitos das verdadeiras maiorias, a democracia, os direitos
sociais, os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, os direitos
humanos, os direitos das mulheres, da juventude, dos negros e negras, dos
LGBTT, dos povos indígenas, das comunidades quilombolas, o direito ao
bem-estar, ao desenvolvimento e à soberania nacional.
4. A Constituição Brasileira de 1988 estabelece a separação e o equilíbrio
entre os poderes. Os poderes Executivo e Legislativo são submetidos
regularmente ao crivo popular. Mas só recentemente o poder Judiciário
começou a experimentar formas ainda muito tímidas de supervisão, e
basicamente pelos seus próprios integrantes. E esta supervisão vem
demonstrando o que todos sabíamos desde há muito: a corrupção, o nepotismo,
a arbitrariedade e os altos salários são pragas que também afetam o Poder
Judiciário, assim como o Ministério Público. O mais grave, contudo, é a
disposição que setores do Judiciário e do Ministério Público vem
crescentemente demonstrando, de querer substituir o papel dos outros
poderes, assumir papel de Polícia e desrespeitar a Constituição. Convocamos
todos os setores democráticos a reafirmar as liberdades constitucionais
básicas, entre as quais a de que ninguém será considerado culpado sem
devido julgamento: justiça sim, justiceiros não!
5. A Constituição Brasileira de 1988 proíbe o monopólio na Comunicação.
Apesar disto, os meios de comunicação no Brasil são controlados por um
oligopólio. Contra este pequeno número de empresas de natureza familiar,
que corrompe e distorce cotidianamente a verdade, a serviço dos seus
interesses políticos e empresariais, chamamos os setores democráticos e
populares a lutar em defesa da Lei da Mídia Democrática, que garanta a
verdadeira liberdade de expressão, de comunicação e de imprensa.
6. Um consórcio entre forças políticas conservadoras, o oligopólio da
mídia, setores do judiciário e da Polícia trabalham para quebrar a
legalidade democrática. Aproveitam-se para isto de erros cometidos por
setores democráticos e populares, entre os quais aqueles cometidos pelo
governo federal. Os que assinam este Manifesto não confundem as coisas:
estamos na linha de frente da luta por mudanças profundas no país, por
outra política econômica, contra o ajuste fiscal e contra a corrupção. E
por isto mesmo não aceitaremos nenhuma quebra da legalidade.
7. Concluímos manifestando nossa total solidariedade à luta do povo grego
por soberania, democracia e bem-estar, contra as imposições do capital
financeiro transnacional.


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