Tem linguiça embaixo da farofa?

Muitas dúvidas que a CPI do Transporte Coletivo terá que esclarecer, examinando fatos e situações que envolvem esta complexa matéria onde contratos, planinhas e anexos exigem sejam desvendados todos os negócios que envolveram URBS e as empresas de ônibus da capital. Desde o contrato de concessão não assinado por prefeito até suspeitas que interessam inclusive a Receita Federal, tudo está sendo analisado.
De Brasília à Curitiba uma licitação no Distrito Federal que está sob suspeita e investigação do Ministério Público Federal. Denuncia que pegou no contrapé empresa de ônibus do Grupo Gulin, de Curitiba, além da Logitrans e do escritório Guilherme Gonçalves & Sacha Reck. A preocupação em saber se empresa de ônibus que opera no sistema curitibano e em outras cidades sem inscrição de nome empresarial ou CNPJ no Cadastro de Contribuintes do ICMS pode operar normalmente um serviço de concessão pública. Veja detalhes e documentos na páginas 3 e 5.

E A CPI DO TRANSPORTE COLETIVO?


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