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| Lula, Guido Mantega e Dilma Rousseff |
E nesse caso, Lula é uma pessoa comum como as outras, a doença o está provando.
A diferença é que se tratando de uma figura pública a imprensa o transforma em motivo para amplas reportagens e até especulações que querem saber sobre a agressividade e o grau de perigo pelos quais passa o ex-presidente e seu futuro.
É hora de deixar Lula em paz, enfrentando com seus médicos e familiares o drama causado por esta situação.
Ela deve ficar restrita ao drama familiar, sem extravasar diariamente na imprensa como se buscassem transformá-lo, agora numa reedição do saudoso ex-vice-presidente José Alencar, que virou exemplo de uma luta destemida contra o câncer, passando sempre mensagens de otimismo que tomavam conta da imprensa.
Assim como passaram a respeitar o drama de Reinaldo Gianecchini e de Hebe Camargo, figuras públicas que já deixaram de frequentar diariamente as páginas da imprensa por causa da doença, deixem Lula e seus familiares curtirem sozinhos este momento de preocupação.
Explorar em excesso o drama pessoal do ex-presidente é minimizar o que ocorre todos os dias com milhões de brasileiros na mesma, ou talvez até em pior situação que Lula.
Solidarizando com o ser humano que vive este momento, vamos nos unir em oração pedindo forças ao mesmo e aos familiares, assim como de todos aqueles que vivem idênticas situações, sem qualquer outra intenção que objetive unicamente transformar em manchetes e reportagens sensacionalistas um momento que qualquer um de nós está exposto em algum instante de nossas existências.


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