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Requião liberou pedágio ligado a Marcelo Almeida de fazer a duplicação na BR-277 no Oeste do PR
A entrevista que causou a ira do candidato do PMDB ao governo, Roberto Requião e o fez abandonar a entrevista nesta quarta-feira (30) na rádio CBN de Cascavel, está aditivo assinado pelo próprio Requião, em 29 de julho de 2004, ao contrato da concessionária EcoCataratas que à desobrigou de uma série de obras no trecho da BR-277, entre Foz do Iguaçu e Cascavel. Pelo aditivo, a concessionária, controlada por Marcelo Almeida, candidato ao Senado pelo PMDB de Requião, ficou desobrigada de fazer uma série de obras de melhorias (viadutos, pontes, trincheiras) e a duplicação do trecho da rodovia entre as duas principais cidades do Oeste do Paraná. “As concessionárias foram liberadas de fazer obras de duplicação no dia 29 de julho de 2004. É o tal aditivo ao contrato de concessão do pedágio que passou a se chamar contrato preliminar. Se esse aditivo fosse autorizado pelo Jaime Lerner, por qualquer outro governador, não teria problema. Ocorre que esse aditivo assinado e autorizado pelo Requião é uma traição do Requião ao povo do Paraná. Porque ele dizia e fez mote de campanha e daí criou o estelionato eleitoral, todos nós sabemos. ‘Não, se eu me eleger governador esse pedágio abaixa ou acaba’”, apontou o empresário Marcos Formighieri, em entrevista à própria CBN, em setembro de 2011. E Formighieri tem razão. A letra G da cláusula 1ª desse aditivo assinado por Requião quando era governador diz: “Alterações das obrigações das concessionárias mantendo-se as obrigações relativas à operação da concessionária e conservação e restauração das rodovias e, excluindo-se os investimentos referentes às obras de melhorias e ampliação da capacidade”. “Isso quer dizer que ele (Requião) desonerou (a concessionária) e excluiu a duplicação, as obras de melhorias, como viadutos, pontes, trincheiras, aquilo que custa caro”, afirmou Formighieri. |
30 de jul. de 2014
REQUIÃO SURTA E ABANDONA ENTREVISTA APÓS PERGUNTA SOBRE PEDÁGIO
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