O “JUDAS” DESTA QUARESMA?
A oposição está vendo Luiz Abi como um verdadeiro polvo cujos tentáculos se estendem por todos os espaços do governo Beto Richa.
Outros minimizam o “poder” dizendo que se trata apenas, quando muito, de uma “água viva” que volta e meia incomoda, inclusive causando danos a imagem do “brimo”.
Com o nome atrelado as especulações que aumentaram nos últimos tempos, por conta de mudanças que vão esquecendo companheiros em troca de apetitosos e novos aliados que desembarcaram, e estão ainda desembarcando no governo, Luiz Abi Antoun pode nem ter a influência que lhe outorgam os inimigos que chegam a chamá-lo de Eminência Parda, mas ao lado do Cadua, do Ênio e do Eron, continua fazendo parte de um time que em determinados meios anda sendo muito falado.
Nem tanto ao mar e nem tanto a terra, mas como o tempo de polvo já passou depois de um primeiro ano de vacas magras e de preparação do terreno para um grande salto, nada como aguardar que tantas e tão perigosas especulações não continuem revelando situações que podem complicar mais adiante e que andam pipocando quase que diariamente na própria trincheira onde Beto Richa imagina que tem amigos embora conte com traíras que estão sendo observados muito atentamente.
É hora mais do que nunca deste polvo, se é que de fato anda boiando tanto quanto dizem, enrolar seus tentáculos e ir passar um tempo lá pelos lados do Líbano onde o mar é mais salgado e sem preocupações.
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